Uma dúvida simples
Porque é que um impoluto e incorruptível ex-ministro das Obras Públicas recebe presentes de um construtor civil?
Sobre tudo e sobre nada.
Porque é que um impoluto e incorruptível ex-ministro das Obras Públicas recebe presentes de um construtor civil?
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Pedro C. Azevedo
às
20:42
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Joaquim Cerejeira
às
18:27
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Independentemente de todas as razões de queixa que Rui Rio possa ter da comunicação social (e tem-nas, começando na secção Local do Porto, do Público, e acabando na RTP-N), as novas regras de relacionamento entre a Câmara Municipal do Porto e os meios de comunicação social são um enorme tiro no pé.
É esta falta de habilidade de lidar com certos assuntos, mesmo quando está em alta, que tornam Rio num alvo, por vezes, fácil de muitos dos poderes instalados na cidade e que perderam a sua influência nos últimos anos.
Os jornalistas, principalmente os do Porto, têm atacado Rio de uma forma deplorável, mostrando inquietações e um sentido de vigilância apuradíssimo que ninguém lhes vislumbrava nos anteriores mandatos de Fernando Gomes e Nuno Cardoso, mas Rui Rio nada tem a ganhar entrando numa guerra cega e dando aos jornalistas o argumento de que não os deixam trabalhar.
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Pedro C. Azevedo
às
18:14
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Depois de ler hoje no Público as notícias sobre o caso Fátima Felgueiras perde-se qualquer esperança (como se alguém ainda tivesse) na nossa justiça. É uma justiça de faz-de-conta, somos um país atrasado e corrupto que tolera figuras rasteiras que em qualquer país civilizado não teriam sequer o desplante de aparecer.
Que país deprimente!
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Horácio L. Azevedo
às
14:36
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O decurso do processo-crime de Fátima Felgueiras é o paradigma do funcionamento da Justiça
É o país dos compadrios e das cunhas a funcionar na sua plenitude.
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Marco Gonçalves
às
11:48
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Não deixa de ser muito peculiar a relação de forças nestas eleições presidenciais.
Mário Soares faz tudo para ignorar e esquecer a existência de Manuel Alegre.
Cavaco Silva, pura e simplesmente, ignora-os aos dois.
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Pedro C. Azevedo
às
10:09
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O governo anunciou na AR que irá gastar cerca de 50 milhões de euros para aprofundar os estudos sobre o TGV. Espero que esse aprofundamento de estudos não seja um eufemismo de propaganda…
Entretanto, a OTA vai mesmo avançar. Talvez, depois, nos expliquem porquê…
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Pedro C. Azevedo
às
16:41
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Cavaco Silva e os seus apoiantes devem evitar entrar na guerra suja proposta pela guerrilha de Soares. Com isso, eventualmente, apenas fortalece Manuel Alegre.
Da minha parte, não farei nenhum link a nenhum post insultuoso que venha dos blogues mais extremistas, por muito que ache que apenas prejudica quem o subscreve.
É que daqui a algum tempo também deve surgir a ideia: Eles são iguais!
Nada mais falso…
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Pedro C. Azevedo
às
18:34
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Frase mas ouvida, ontem, por volta das 4.30 da tarde, nas secretarias dos tribunais:
Adeus, bom fim de semana!
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Pedro C. Azevedo
às
18:21
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Mais uma vez, os detractores de Cavaco Silva vão tentar combater a sua imagem de competência e seriedade com a ideia do tecnocrata que só vê números. Vem aí a versão presidencial da velha máxima “Razão e Coração”.
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Pedro C. Azevedo
às
18:51
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Nos últimos dias tivemos duas notícias muito preocupantes para o já de si preocupante (calamitoso, até) estado da nossa justiça e que mostram bem o quão amadora pode ser a nossa investigação criminal.
Na semana passada, os senhores agentes que procediam a buscas num banco não viram qualquer problema em mostrar um mandato de busca em que também eram mencionados outros bancos que sofreriam essas mesmas buscas. Resultado: esses bancos foram avisados, acabando com o efeito surpresa, crucial numa investigação criminal.
Esta semana, vem a triste notícia de que parte da acusação a Fátima Felgueiras poderá cair (não falando do gigante retrocesso processual que se irá verificar), em virtude de parte das escutas telefónicas terem sido consideradas nulas.
Independentemente da razão que possa assistir aos arguidos, uma justiça que absolve ou deixa de condenar alguém por questões meramente formais deixará sempre no ar a suspeita, pondo sempre em cheque os próprios arguidos e o Estado de Direito.
Em Portugal, pura e simplesmente, não se sabe fazer justiça. Há sempre algo que falha. Entretanto, o descrédito e o sentimento de impunidade aumentam…
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Pedro C. Azevedo
às
18:38
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O Público noticia hoje (link não disponível) que um suposto blogue de apoio a Cavaco está com grandes dificuldades para arranjar quem esteja disposto a tecer loas ao candidato presidencial (em oposição total ao vigor do blogue nintendo). Recomenda-se a leitura d’O Acidental.
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Horácio L. Azevedo
às
17:40
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Joaquim Cerejeira
às
17:18
1 comentário(s)
Sem dúvida que a candidatura de Cavaco veio reabilitar a blogosfera portuguesa. Depois de uma leitura apressada de vários blogues constata-se que são inúmeras as razões para não votar no homem: comeu bolo-rei, nasceu em Boliqueime, a Ana Sá Lopes e o José Vítor Malheiro dizem mal dele e conseguiram desmontar o ardil que Cavaco engendrou para enganar os portugueses, os apoiantes do BE têm um problema pessoal com o senhor, comeu bolo-rei, a palavra cavaco vem no dicionário e dá para fazer trocadilhos muito engraçados, nasceu em Boliqueime, parece um manequim de alfaiate, é o novo Salazar, comeu bolo-rei, está rodeado de brochistas do contabilista, parece que surpreendemente a Ana Sá Lopes não vai com a cara de Cavaco, afinal nasceu em Santa Comba Dão,... Boliqueime e Bolo-Rei…
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Horácio L. Azevedo
às
17:05
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O insulto do dia, sempre no Super Mário…
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Horácio L. Azevedo
às
16:29
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Joaquim Cerejeira
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17:44
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Já percebemos que os apoiantes de Soares, mais do promover o candidato, estão obcecados nos ataques a Cavaco. Se havia dúvidas repare-se na contabilidade realizada pel' O Acidental sobre a natureza dos posts no blogue (não) oficial de Mário Soares.
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Horácio L. Azevedo
às
01:13
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Cavaco Silva anunciou ontem a tão esperada candidatura presidencial. Pessoalmente, espero que vença!
Penso que o seu discurso foi correcto e eficaz, fazendo passar, pelo menos, três ideias fortes que o ajudam a diferenciar-se dos outros candidatos e podem descansar algumas almas mais inquietas.
Faz questão de respeitar a constituição e os poderes presidenciais. (Como, aliás, seria óbvio.)
É o porta-voz de si próprio. (Fazendo, assim, cessar as declarações abusivas de alguns adversários, disfarçados ou não, e em contraponto à ideia peregrina do candidato Mário Soares, que remete para um porta-voz quando ele próprio está presente e em condições de falar.)
Não se candidata contra ninguém, mas sim por Portugal. (Ao contrário do que, ainda ontem, se viu em Viseu, e à noite na SIC, naqueles quadrados na margem superior direita.)
P.S. Aquele jornalista loiro da SIC, que cobria a saída de Cavaco Silva da sala onde este anunciou a candidatura, ainda hoje deve acordar com suores frios dos pesadelos com algum ex-segurança de Cavaco. Terá sido algum caso de amor não correspondido?
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Pedro C. Azevedo
às
16:19
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Joaquim Cerejeira
às
21:05
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Um ano depois, regressei a este estádio, ainda mal refeito da época do campeão europeu. Estando eu com pouca fé, a equipa surpreendeu-me e soube reagir, jogando futebol, com todas as suas componentes, desde o ataque à defesa, ainda que mostrando algumas debilidades.
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Pedro C. Azevedo
às
11:21
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Prevê-se, com alta probabilidade de certeza, que após a demissão de Peseiro do Sporting, outro clube português estará, já a partir de amanhã, no mercado à procura de um novo treinador. E, quem sabe, se de um novo presidente, uma vez que o actual já deu provas suficientes que tem défices cognitivos...
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Joaquim Cerejeira
às
20:36
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“Hoje sou muito mais treinador, muito mais homem”, Professor Peseiro.
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Horácio L. Azevedo
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17:52
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Masoquismo:
Ver o Opinião Pública na SIC Notícias...
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Horácio L. Azevedo
às
17:47
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Neste país, obcecado por títulos, para se ser tratado por Professor ou se envereda pela carreira universitária ou pela de treinador de futebol após ter frequentado o curso de educação física.
Post escrito após ouvir na televisão esse vulto que é o Professor Peseiro, que não chega aos calcanhares do Professor Neca.
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Horácio L. Azevedo
às
17:40
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Ouvi ontem que o governo se prepara para fazer cortes no subsídio de desemprego daquelas pessoas que tenham rescindido o seu contrato de trabalho por mútuo acordo com a entidade empregadora e tenham recebido uma compensação monetária por essa rescisão.
Faz todo o sentido, pelo menos durante o período inicial da situação de desemprego. A existência dessa compensação está exactamente prevista para permitir que aquele que se vê sem emprego possa procurar outro posto de trabalho ou valorizar-se profissionalmente (frequentando formações profissionais, por exemplo) assegurando um mínimo de subsistência no período imediatamente seguinte à quebra do vínculo contratual.
Por outro lado, esta medida pode ter o efeito negativo de dificultar a anuência do acordo de rescisão por parte do trabalhador, uma vez que saberá que, pelo menos num período inicial, não terá direito a qualquer subsídio. Tal facto pode ser extremamente grave num país em que o simples despedimento de um trabalhador, por pior que ele seja, é quase impossível.
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Pedro C. Azevedo
às
11:02
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Muito se tem escrito sobre as micro-causas nos blogues portugueses, a respeito desta causa, lançada por Paulo Gorjão, no Bloguítica, a que este blogue, por meu intermédio, aderiu, e que levou mesmo o jornal Público a prometer pronunciar-se sobre a questão por ela lançada (vamos ver com que resultados), através do seu director José Manuel Fernandes, no programa da 2, Clube dos Jornalistas.
Entre ataques (alguns insultuosos) e elogios, chegou-se mesmo a dizer que a micro-causa, em si, e a sua amplitude, seriam uma farsa, já que muitos blogues apenas aderiram a ela para, assim, poderem ganhar um espaço de publicidade fácil, através de um link no site Bloguítica (um dos mais lidos na blogosfera portuguesa).
Devo dizer que foi a primeira vez que aderi a uma causa na blogosfera. Tenho plena consciência que o Linha do Horizonte é um blogue quase familiar, para amigos, e sendo óbvio que todos aqueles que escrevem e dão opiniões sobre algo gostam de ser lidos e levados em conta, nunca fui adepto de utilizar estratagemas para chamar a atenção e nunca trairia os meus princípios e convicções em troca de alguns minutos ou linhas de atenção. Utilizo o blogue para escrever o que sinto e o que penso. Deste modo, quero dizer que decidi aderir a esta causa por vários motivos.
Em primeiro lugar, penso que as acusações do jornal Público eram de tal modo graves que, dadas as respostas do PS e de Fátima Felgueiras, os leitores do jornal não podiam ficar sem um profundo esclarecimento sobre o que realmente se passou e sobre o modo como foi apurada a notícia. Mais ainda, quando o Público é o meu jornal de referência, que leio diariamente.
Em segundo lugar, achei que Paulo Gorjão levantou as questões certas que deveriam ser esclarecidas.
Em terceiro lugar, gosto muito do Bloguítica, que acho extremamente interessante, e concordo, na maioria das vezes, com as visões de Paulo Gorjão (que não conheço ou mantenho qualquer relação, que não a leitura diária do seu blogue). Penso que o seu autor, além de incisivo, lúcido e acutilante, tenta ser o mais independente possível e, sendo um dos blogues mais lidos da nossa blogosfera, pareceu-me que a causa por ele lançada poderia ter algum efeito útil (o que de facto se veio a verificar).
Por fim, não foi qualquer razão político-partidária que me fez subscrever a causa. Chegaram a ser ridículas algumas reacções inflamadas, pois os aderentes foram mesmo acusados de serem instrumentos/apoiantes do partido do governo, o que não é, manifestamente, o meu caso.
Igualmente não foi nenhum efémero efeito publicitário que me moveu. Ainda que seja sempre agradável ser visitado, prefiro sê-lo por algo que escrevi ou disse, e não por nenhuma colagem que dê automaticamente direito a um link. A esse respeito, basta ver que actividade do blogue, nesses dias, continuou a ser muito reduzida, como tem sido nos últimos tempos, dada alguma falta de disponibilidade para aqui escrever e a habitual falta de comparência de alguns dos seus colaboradores.
Gostaria de agradecer a Paulo Gorjão a oportunidade que me deu de amplificar esta minha explicação no Bloguítica.
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Pedro C. Azevedo
às
17:39
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... isto nunca foi dito, pelo que estes elogios não têm qualquer razão de ser.
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Pedro C. Azevedo
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14:05
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“O Apóstolo Louçã”, no portugal dos pequeninos.
Apenas uma deliciosa e expressiva transcrição:
Trata-se, em versão "esclarecida" e urbano-depressiva, de uma espécie de "santa da Ladeira" de uma coisa a que chamou "movimento socialista popular".
Por
Pedro C. Azevedo
às
12:34
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Ontem e hoje decorre a greve dos enfermeiros em consequência do aumento da idade de reforma. Os argumentos usados pelos sindicatos para justificar a greve são no mínimo pueris e, na minha opinião, descredibilizam qualquer motivo sério que estes profissionais tivessem para estar descontentes. Assim, num folheto distribuído aos utentes dos Hospitais da Universidade de Coimbra apresenta-se a profissão de enfermagem como a mais desgraçada das classes profissionais, juntamente com ingénuas ilustrações onde surgem enfermeiros de bengala e cadeira de rodas a cuidar dos doentes, de modo a convencer os leitores que é realmente impossível trabalhar mais anos. No panfleto diz-se ainda que os enfermeiros sofrem bastante com dores musculo-esqueléticas e apresentam elevada incidência de abortos espontâneos e malformações congénitas. Perante tais factos não compreendo como é que ainda existem candidatos a esta profissão...
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Joaquim Cerejeira
às
22:28
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Volto ao convívio regular com este blogue, depois de uma semana sem Internet no escritório e em que, praticamente, só fui a casa dormir.
Vamos então às autárquicas, em Braga.
Pela primeira vez, Mesquita Machado tremeu em Braga. Apesar de quase nenhum órgão de comunicação social lhe ter dado relevância e pese embora a maioria absoluta, o dinossauro socialista apanhou um susto no Domingo passado. Aliás, foi incompreensível o esquecimento a que a dita terceira cidade do país foi votada por todos os canais de televisão, no Domingo.
Se analisarmos os resultados, vemos que Ricardo Rio esmagou o PS na maior parte da área urbana, apenas tendo perdido as eleições por causa da votação nas freguesias mais rurais, mas mesmo nessas fortaleceu a posição da coligação.
Em Braga assiste-se a um fenómeno muito peculiar. Apesar de ser uma cidade com uma malha urbana já muito acentuada e densa, os seus arredores são intensamente rurais, havendo uma grande assimetria no nível de vida e nas aspirações das populações que compõem essas áreas da cidade.
Quem habita a parte urbana é muito mais sensível à verdadeira qualidade de vida, à ausência de ordenamento e planeamento urbano, à ausência de uma política cultural, à total inexistência de espaços verdes utilizáveis e desfrutáveis nas zonas mais recentes. A cidade cresceu, mas não foram criadas novas centralidades. Limitaram-se a criar zonas dormitório, onde prevalece o betão, rasgado pelo negro do alcatrão e em que abundam os cafés de rés-do-chão.
Há uma parte da cidade que não acha minimamente admissível que o presidente da câmara ache que o facto de câmara municipal ter arrendado uma loja ao seu filho tem uma explicação racional.
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Pedro C. Azevedo
às
11:57
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Foi triste, o cacique lá ganhou e novamente por maioria absoluta. Braga continua a alimentar o poder de um ser tão nefasto como Mesquita Machado que nada fica a dever às sinistras figuras que hoje inundam os nossos media. Mas ele prefere estar longe da ribalta e Braga continuará refém de um provincianismo saloio, de um urbanismo criminoso. A coligação PSD/PP/PPM conseguiu um resultado honroso e isto também serve de lição para esses mesmos partidos que em eleições anteriores apresentavam candidatos sem o menor perfil para arredar o dinossauro Mesquita. Terão que descobrir uma milagrosa fórmula que permita vencer nas freguesias rurais (e muito atrasadas) de Braga que continuam a ser o grande suporte de Mesquita. A grande derrotada acabou por ser a CDU que perdeu o seu único vereador, merecidamente, que entretanto já se tinha rendido ao poder de M. Machado. São mais quatros anos garantidos de mediocridade…
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Horácio L. Azevedo
às
16:15
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Aceitando o repto de Paulo Gorjão, no post 1210, do Bloguítica:
PODE O PÚBLICO (jornal) SFF ESCLARECER COM QUEM É QUE FÁTIMA FELGUEIRAS MANTEVE CONTACTOS NO SECRETARIADO NACIONAL DO PS? QUANDO É QUE ESSES CONTACTOS TIVERAM LUGAR? QUEM É QUE INFORMOU JAIME GAMA PREVIAMENTE DA LIBERTAÇÃO DE FÁTIMA FELGUEIRAS?
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Horácio L. Azevedo
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16:11
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Valentim aparece, momento para mudar o canal...
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Pedro C. Azevedo
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22:06
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Apesar da boa notícia de Amarante, não conseguimos escapar à insuportável Fátima Felgueiras. Mas será que os felgueirenses não percebem que são uma mera alavanca numa estratégia pessoal?
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Pedro C. Azevedo
às
21:45
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Em Braga continua tudo muito silencioso, ninguém sai à rua. Mas continuo a achar difícil que Mesquita saia...
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Pedro C. Azevedo
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20:49
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Parece que pelo menos um dos membros do gang perdeu…
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Horácio L. Azevedo
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19:38
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Espero que a vitória de Rio se confirme. Na minha terra, já me contentaria que o cacique local, Mesquita Machado, perdesse a maioria absoluta. Aliás não consigo perceber como a alegada terceira cidade do país passa completamente ao lado das notícias.
Será que vamos ter que ouvir a bando Felgueiras, Valentim, Isaltino e Avelino durante a noite toda?
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Horácio L. Azevedo
às
19:19
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Pinto da Costa manteve-se calado durante as eleições autárquicas mesmo estando em causa a reeleição do seu ódio de estimação, Rui Rio. Agora, quando as sondagens começam a demonstrar que Rio anda a perder terreno para Assis, mesmo no último dia de campanha, Pinto da Costa resolve apoiar este último. Será que teria falado se as sondagens não se mostrassem favoráveis?
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Horácio L. Azevedo
às
21:23
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Aceitando o repto de Paulo Gorjão, no post 1210, do Bloguítica:
PODE O PÚBLICO (jornal) SFF ESCLARECER COM QUEM É QUE FÁTIMA FELGUEIRAS MANTEVE CONTACTOS NO SECRETARIADO NACIONAL DO PS? QUANDO É QUE ESSES CONTACTOS TIVERAM LUGAR? QUEM É QUE INFORMOU JAIME GAMA PREVIAMENTE DA LIBERTAÇÃO DE FÁTIMA FELGUEIRAS?
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Pedro C. Azevedo
às
14:32
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Palavras de Jorge Coelho, em Sintra, (cito de cor):
"Assim que o PS ganhar as eleições em Sintra, vai-se sentar, imediatamente, com os membros do governo, para resolver os problemas de Sintra!"
É esta a democracia portuguesa...
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Pedro C. Azevedo
às
14:26
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Aceitando o repto de Paulo Gorjão, no post 1210, do Bloguítica:
PODE O PÚBLICO (jornal) SFF ESCLARECER COM QUEM É QUE FÁTIMA FELGUEIRAS MANTEVE CONTACTOS NO SECRETARIADO NACIONAL DO PS? QUANDO É QUE ESSES CONTACTOS TIVERAM LUGAR? QUEM É QUE INFORMOU JAIME GAMA PREVIAMENTE DA LIBERTAÇÃO DE FÁTIMA FELGUEIRAS?
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Pedro C. Azevedo
às
13:45
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Ontem, no Prós e Contas, da RTP1, o representante do sindicato dos magistrados do Ministério Público, António Cluny, acusou o governo de estar a atacar os magistrados como retaliação a algumas investigações que estão a ser feitas ao poder político.
Convidado a concretizar essa afirmação, após a (natural) indignação do ministro da Justiça, António Cluny limitou-se a dizer que era essa a opinião dos seus colegas magistrados, apesar de não ser a sua. Ou seja, não apresentou qualquer prova ou facto objectivo, nem consubstanciou minimamente o que tinha dito, limitando-se a basear a sua afirmação em conversas de corredor. Apesar disso, não se eximiu de lançar esta grave acusação, que, a ser verdade, colocaria em causa o próprio Estado de Direito e, como consequência, o poder democrático.
Tal leviandade nas afirmações tem especial gravidade se pensarmos que é o MP quem, por lei, tem o dever de acusar alguém que cometeu um crime, após ter reunido as respectivas provas.
P.S. Certamente que, como eu, muitos portugueses terão ficado arrepiados ao ouvir o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, no mesmo programa.
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Pedro C. Azevedo
às
13:12
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Aceitando o repto de Paulo Gorjão, no post 1210, do Bloguítica:
PODE O PÚBLICO (jornal) SFF ESCLARECER COM QUEM É QUE FÁTIMA FELGUEIRAS MANTEVE CONTACTOS NO SECRETARIADO NACIONAL DO PS? QUANDO É QUE ESSES CONTACTOS TIVERAM LUGAR? QUEM É QUE INFORMOU JAIME GAMA PREVIAMENTE DA LIBERTAÇÃO DE FÁTIMA FELGUEIRAS?
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Pedro C. Azevedo
às
11:34
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Inexplicavelmente, só soube disto (Ricardo Rio colado a Mesquita Machado nas intenções de voto, em Braga), hoje, pelo Blasfémias, mas, mesmo que tenha sido fruto do acaso, já serviu para melhorar em muito a minha disposição nesta segunda-feira.
Claro que, como não estamos nos arrabaldes de Lisboa e Mesquita Machado ainda se encontra arredado dos tribunais, nenhum órgão de comunicação social nacional dedica algumas linhas ao assunto.
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Pedro C. Azevedo
às
11:22
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Co Adriaanse, no site Mais Futebol:
«Tenho 58 anos e não vou mudar», explicou o técnico, acrescentando posteriormente: «Os adeptos terão de esperam. Se começaram a assobiar, a acenar lenços brancos, eu vou embora. São os adeptos que decidem. Se acharem que não sirvo, então a direcção cometeu um erro, porque sabiam como eu era quando me foram buscar. Se quiserem, eu vou-me embora e podem ir buscar outro, mais seguro, mais defensivo. Há muitos treinadores assim, a jogar com poucos avançados, e também conseguem bons resultados dessa forma».
Acho que a derrota do Porto com o Artmedia merece uma grande reflexão por parte do grupo de trabalho, de modo a avaliar o que está bem e o que deve ser corrigido. Mas o desprendimento demonstrado pelo técnico holandês é um bom exemplo e, pelo menos, demonstra confiança no seu trabalho. Aliás, é bem contrastante com o triste exemplo de Peseiro, no Sporting.
Por outro lado, se o Porto for rumo ao precipício, ele pode sempre dizer que estavam todos devidamente avisados…
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Pedro C. Azevedo
às
17:33
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Joaquim Cerejeira
às
14:27
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Faleceu um dos maiores vultos do Direito português, João de Matos Antunes Varela. (via Blasfémias)
Lamentavelmente, nenhum órgão de comunição social português dedicou um ínfimo espaço à notícia da morte do pai do nosso Código Civil e de um dos mais insignes juristas do seu tempo.
Talvez se soubesse marcar livres...
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Pedro C. Azevedo
às
16:20
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Este post de Pedro Magalhães, no Margens de Erro, sobre a interpretação abusiva que se fez à sondagem publicada no Correio da Manhã.
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Pedro C. Azevedo
às
11:14
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Ontem, ao ouvir Manuel Maria Carrilho a prometer a criação 500 empresas, que assegurariam mais de 8 mil novos postos de trabalho em Lisboa, lembrei-me das delirantes propostas de Vale e Azevedo, como o famoso empréstimo obrigacionista, antes de ser eleito presidente do Benfica. O tom utilizado e a substância das propostas eram exactamente os mesmos…
P.S. Concordo com o Joaquim. O resultado das autárquicas não deve ter qualquer significado nacional. Foi um precedente grave que se abriu com Guterres. Nas eleições autárquicas deve-se avaliar a actuação dos respectivos executivos camarários e não o governo.
Por
Pedro C. Azevedo
às
10:53
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Joaquim Cerejeira
às
21:34
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O mesmo povo que atestava a sua superioridade intelectual sobre os norte-americanos, a propósito da eleição de George W. Bush, é o mesmo que recebeu, em triunfo e êxtase, a foragida Fátima Felgueiras.
Essa é que é a dura realidade. O povo português, que todos gostam de apelidar de sábio e inteligente, na hora das eleições, é inculto, sem qualquer espírito cívico ou democrático, sem a mínima ideia do que é cidadania.
Desenganem-se aqueles que pensam que isto só acontece por ser em Felgueiras. O mesmo seria perfeitamente possível em cidades tão longe dos centros como Braga, Gondomar, Matosinhos ou Oeiras. Quem frequenta os sítios mais sofisticados do Porto e Lisboa, não conhece o que os rodeia, bem mais próximo deles do que imaginam.
Os portugueses avaliam aqueles que os governam de uma forma bem mais directa e imediata do que aquilo que os nossos líderes de opinião nos gostam de fazer crer.
Sócrates ganhou as eleições por maioria absoluta porque mentiu e disse que não aumentaria os impostos. Todos pensaram que o tempo das facilidades iria regressar. Por isso, agora, lhe falta a legitimidade para avançar a fundo. Por isso os professores, os juízes e os militares gritam que foram enganados, desesperados por perderem os seus privilégios injustificados.
Da mesma forma, um autarca é quase sempre visto como aquele que dá dinheiro, que aprova os projectos porque o conhecemos, lhe damos uma palmadinha nas costas quando o encontramos ou porque nos deve um favor. O autarca é quase sempre a face mais simpática do poder, pois é aquele que reivindica para a nossa terra. E, a partir daí, tudo o que vier é bom, por muito dispendiosa que seja a obra. Quem faz as leis e cobra os impostos são os malandros da capital, mas quem nos dá dinheiro e obra feita é o “Sr. Presidente”.
A juntar a tudo isto, vivemos num país hiper centralizado, onde, como já aqui referi, tudo se passa em Lisboa e alguma coisa (pouca) no Porto. Daí que as outras regiões clamem desesperadamente por atenção e se agarrem a qualquer bandeira que possam ter, por piores que sejam as razões. Por isso é muito difícil um presidente da câmara, que se torne visível a nível mediático, perder eleições em Portugal. Fátima Felgueiras, Mesquita Machado, Narciso Miranda e Valentim Loureiro, entre muitos outros, são as faces mais visíveis das suas cidades. E, numa sociedade centralizada, em que ser conhecido e aparecer na televisão justifica tudo, tal facto é extremamente importante e confere-lhes uma notoriedade muito difícil de combater.
Fátima Felgueiras, para muitos na sua terra, teve o condão de pôr a cidade no mapa, torná-la falada, alvo do interesse nacional e cliente habitual dos meios de comunicação social.
Ninguém duvide que, ontem e anteontem, a imprensa e a televisão, fizeram mais por Fátima Felgueiras do que cem comícios, vinte debates e quinze espaços de tempo de antena.
Entretanto, a nossa democracia vai caminhando para o estado de coma…
Por
Pedro C. Azevedo
às
16:39
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Maria João Lopo de Carvalho, assessora da vereadora da educação da Câmara Municipal de Lisboa, Helena Lopes da Costa, é sócia gerente da empresa que irá ser responsável pelas aulas de inglês em cerca de um quarto das escolas do 1º Ciclo do ensino básico de Lisboa.
A senhora não viu aqui qualquer problema de incompatibilidade ou mesmo de conflito de interesses.
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Pedro C. Azevedo
às
13:12
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A triste verdade é esta: para uma grande parte dos portugueses (espero que não seja a maioria...) as práticas de corrupção e de tráfico de influências são perfeitamente legítimas desde que os beneficiem de alguma maneira. Só assim se explicam os casos de que Fátima Felgueiras é só o exemplo mais recente. Esta atitude, totalmente desadequada numa sociedade medianamente civilizada, só pode ser explicável por algum factor presente de forma generalizada na sociedade que cause esta inversão de valores. Com efeito, não é por acaso que as sociedades humanas classificam alguns comportamentos de "maus" ou "condenáveis" e outros de "bons" ou "louváveis". Isto ocorre porque, assim que os primeiros hominídeos se juntaram em pequenos grupos perceberam que dependiam uns dos outros para sobreviver e comportamentos como a traição, o roubo, a agressividade e a mentira não beneficiavam a coesão do grupo. Os elementos do grupo que assim procedessem eram marginalizados pois punham em causa a sobrevivência dos outros. Existe, assim, uma espécie de "código de conduta" social tácito, que é aprendido durante os primeiros anos de vida e que, ensinando os comportamentos e os valores mais adequados, permite a integração na sociedade e a convivência saudável entre as pessoas. Os desvios neste processo ocorrem frequentemente, muitas vezes por doença mental ou do comportamento, mas tendem a ser casos isolados que, infelizmente até são indevidamente marginalizados pela sociedade. Isto tudo para dizer que, ao contrário, o que se passa com parte da população portuguesa é que parece haver um desvio generalizado em relação às regras básicas de interacção social que condenam a corrupção, tráfico de influências, abuso de poder e outros comportamentos que já integraram o dia a dia de muitos portugueses.
Por
Joaquim Cerejeira
às
21:37
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Fátima Felgueiras acabou por demonstrar que fugir à justiça compensa (pelo menos para alguns). Desde que tenha bons contactos (nomeadamente conhecer alguém que o avise antes das decisões serem tornadas públicas), não hesite, fuja…
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Horácio L. Azevedo
às
16:25
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Ler o post de Ana Gomes (felizmente em Bruxelas) sobre esta mulher corajosa regressada de um longo exílio.
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Horácio L. Azevedo
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16:18
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Ler o editorial de José Manuel Fernandes no Público (link não disponível).
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Horácio L. Azevedo
às
16:08
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“Justiça Cega”, por Eduardo Dâmaso, no DN.
Eu apenas diria que, mesmo formalmente, a decisão de ontem de mandar em liberdade Fátima Felgueiras deixa muitas dúvidas.
Como é que, sobre alguém que já fugiu, se pode considerar que não existe perigo de fuga pelo facto de ter regressado? Principalmente se tivermos em conta que tem sempre a possibilidade de voltar a fugir para um país de onde não pode ser deportada.
O que acontecerá se Fátima Felgueiras, eventualmente, for condenada e regressar ao Brasil para continuar o (inútil) tratamento de estética?
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Pedro C. Azevedo
às
11:29
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As eleições autárquicas portuguesas são um espectáculo deprimente, nelas vemos o que de pior foi produzido pela nossa democracia: caciques, demagogos, suspeitos de corrupção, isto para usar eufemismos. Hoje mais uma página negra digna de um país de terceiro-mundo, é triste ter que assistir ao desplante de Fátima Felgueiras aproveitar a lei para ir fugindo à justiça, mas mais triste é saber que provavelmente ainda ganha as eleições. Triste povo o nosso…
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Horácio L. Azevedo
às
23:02
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Joaquim Cerejeira
às
21:49
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Joaquim Cerejeira
às
20:42
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Já aqui falei do problema dos direitos adquiridos, que impede toda e qualquer reforma que se pretenda fazer neste país, mas, a propósito da contestação que grande parte da nossa função pública se prepara para fazer ao governo, pelo corte de alguns previlégios e pelo fim da multiplicidade de regimes excepcionais que por aí vigoravam, devo dizer que tal facto apenas mostra que os sindicatos, pese a importância que têm numa democracia, são uma das principais razões do imobilismo do nosso país. Eu percebo que a função deles é defender a posição dos trabalhadores que representam, mas o radicalismo das suas posições é quase sempre difícil de compreender.
É a velha máxima dos direitos adquiridos e dos previlégios inalienáveis, tão ao gosto de homens como Carvalho da Silva. O mesmo que, juntamente com os membros do actual governo, criticou o novo Código do Trabalho, que como se pode ver agora nos relatórios internacionais em nada beliscou a forte posição que os trabalhadores detêm no nosso ordenamento jurídico.
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Pedro C. Azevedo
às
12:19
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Acho piada àqueles que têm criticado Cavaco Silva por ainda não ter anunciado a sua eventual candidatura. E ainda mais piada acho quando apelidam essa actuação de antidemocrática, por (dizem) não se poder discutir com tempo o modelo presidencial. E nem um possível desespero pelas últimas sondagens pode justificar tão peregrina ideia.
Em minha opinião, nada mais natural que Cavaco espere pelo final das eleições autárquicas. Independentemente da opção táctica que lhe é totalmente legítima, a bem da nossa democracia, é desejável que no período de campanha eleitoral autárquica se discuta os problemas e as propostas dos seus candidatos. Querer que agora se discutisse as eleições presidenciais era um profundo desrespeito pelo poder local e pelos seus candidatos. Isso sim é que poderia ser chamado de antidemocrático.
Os outros candidatos presidenciais apenas avançaram porque acharam que isso seria benéfico para os seus interesses pessoais e para a dinâmica da sua campanha.
Soares viu-se obrigado a avançar em Agosto para calar e afastar o mais rapidamente o seu amigo de longa data, Manuel Alegre. Ao contrário da ideia que quis passar, Soares impôs-se ao partido e ao país.
Jerónimo de Sousa e Louçã avançaram para, assim, poderem ganhar uma tribuna até Janeiro, visto que os seus candidatos autárquicos não conseguem grande visibilidade, em consequência da dimensão dos próprios partidos. Ora, num período de agitação eleitoral como o que vamos viver até Janeiro tal facto é crucial para manter bem vivo o seu eleitorado.
De Outubro até Janeiro não faltará tempo nem oportunidade para se discutir o país e as eleições presidenciais que se avizinham, pelo que, nesse aspecto, a democracia estará assegurada. Isto se o propósito dos candidatos for mesmo discutir ideias, porque, pela amostra que se tem visto dos candidatos que já andam no terreno, o ataque pessoal tem falado mais forte.
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Pedro C. Azevedo
às
12:16
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Foi lindo o debate de ontem!
Esteve ao nível de um "Donos da Bola" de antigamente, quando tinha aquele Jorge Schnitzer aos comandos...
É impressionante como não se há-de falar em mais nada do que se passou durante aquelas horas de animada conversa, a não ser do cumprimento que não houve nem no início nem fim.
E convinha que se soubesse que havia um candidato que estava por dentro dos dossiers e outro que continua a contar apenas com a imagem pública que ele pensa que tem (só porque sacou uma gaja que já apresentou o "Chuva de Estrelas"!) e que desconhece completamente as linhas com que se cose. Felizmente, sempre que o Carrilho aparece, depreende-se facilmente que não tem nada de substancial para dizer, pelo que já ninguém precisa de ser esclarecido quanto a este facto.
E como, ainda por cima, também foi ele a evitar o cumprimento, também por aqui foi ele a ficar mal na fotografia - apesar de poder sempre haver quem entenda este acto como uma demonstração de carácter - Definitivamente o PS escolheu muito mal o seu candidato à maior câmara do País. Se é que teve alguma hipótese de escolha...
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João Pedro Martins
às
00:50
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Em minha opinião, o art. 171º, nº 2, da nossa Constituição, é claro como água:
Em caso de dissolução, a Assembleia então eleita inicia nova legislatura cuja duração será inicialmente acrescida do tempo necessário para se completar o período correspondente à sessão legislativa em curso à data da eleição.
Esta ainda é a mesma sessão legislativa, iniciada no passado mês de Abril e que acabará em 14 de Setembro de 2006.
P.S. Esta posição em nada tem que ver com a questão da interrupção voluntária da gravidez.
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Pedro C. Azevedo
às
18:00
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Joaquim Cerejeira
às
17:51
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O Primeiro-ministro e ministra da Educação foram hoje vaiados na Figueira da Foz por professores que se manifestavam contra a política educativa do Governo.
Confesso que li esta notícia sem qualquer espanto, até porque outra coisa não seria de esperar de um Governo que, de socialista, nada tem. Aliás, outra coisa não seria de esperar se confrontarmos todas as promessas eleitorais com as medidas que têm vindo a ser tomadas dias após dia pelo Governo de José Sócrates.
Todos os sectores do País, desde a Justiça à Educação, passando pelas forças armadas e pela função pública, começam a apontar as suas catapultas contra as muralhas do Governo. Além disso, os jobs for the boys são cada vez mais frequentes e escandalosos. Só espero que as muralhas sejam fracas…
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Marco Gonçalves
às
15:45
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Vital Moreira, no Causa Nossa, insurge-se contra aqueles que se opõem à gestão dos Centros de Saúde por parte das autarquias. Falando dos benefícios da descentralização.
A grande questão é que o Estado central funciona mal, mas a administração local, pura e simplesmente, não funciona. Pelo menos democraticamente falando. Basta ver o que acontece com os auxiliares de educação, cuja colocação é da competência das autarquias. Conheço muitos professores que me dizem que esse auxiliares são todos directamente colocados pelos vereadores, ao sabor de conhecimentos e trocas de favores.
A administração local é um cancro que neste momento contamina toda a democracia. Presentemente, reforçar-lhe os poderes, apenas representa mais oportunidades para criar mais clientela, e assim perpetuar ainda mais o mandato de quem está à frente.
Seria curioso avaliar quantos agregados familiares é que, numa cidade como Braga, por exemplo, dependem directa ou indirectamente da câmara, através de cargos de administração pública local, empresas municipais e afins.
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Pedro C. Azevedo
às
12:28
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Hoje começa o novo ano judicial, com promessa de várias frentes de batalha entre os agentes da Justiça e o governo. Uma das questões que mais polémica tem levantado é a da diminuição das férias judiciais.
Compartilho da opinião daqueles que dizem que a medida não resolve nenhum problema grave na nossa justiça, que tão mal funciona, e que foi apresentada de uma forma demagógica, quase num estilo de “caça às bruxas”.
É verdade que os dois meses em que os tribunais estão fechados, e em que os processos e os prazos se suspendem, com excepção dos considerados urgentes, não correspondem a dois meses de férias por parte de magistrados, advogados e funcionários dos tribunais. Esse tempo é aproveitado para estudar mais profundamente alguns processos, actualizar expediente e redigir sentenças atrasadas, derivadas do excesso de processos que a grande maioria dos juízes enfrentam. O período de “férias judiciais” corresponde ao encerramento dos tribunais, mas não a férias dos seus agentes.
É também verdade que a lei foi apressada e, nalguns aspectos, não se evitou o ridículo, como aquela peregrina ideia do ministro da Justiça de colocar simples licenciados em Direito a julgar processos na segunda quinzena de Julho e primeira quinzena de Setembro.
No entanto, analisando a situação, penso que na sociedade em que vivemos e numa economia de mercado, cada vez mais concorrencial, o país não se pode dar ao luxo de ter os seus tribunais fechados dois meses, com excepção de processos urgentes. É muito tempo sem condenações, penhoras e sujeição ao cumprimento de obrigações.
Além disso, como em todas as actividades, existe sempre algum relaxamento no período imediatamente anterior e posterior ao encerramento, por isso, na prática, os tribunais deixam de funcionar com normalidade durante mais tempo do que apenas aqueles dois meses.
Acho, por isso, que a redução tem razão de ser, ainda que, e quanto ao que aos verdadeiros problemas da nossa justiça diz respeito, seja apenas cosmética, com poucos resultados práticos. Não justifica, de maneira nenhuma, o orgulho que o ministro da Justiça tem revelado. Num sistema judicial que funcionasse, certamente que notar-se-iam efeitos imediatos, mas no nosso, pouco ou nenhum efeito se irá produzir, pelo menos relevante.
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Pedro C. Azevedo
às
16:24
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Manuel Pinho fez o habitual desmentido sempre que existem ligações perigosas entre uma empresa pública e membro(s) do partido no poder, a propósito do caso Vitorino, focado neste post.
Argumentou que a GALP é uma empresa com "autonomia de gestão", com liberdade de escolher os seus colaboradores e aqueles que lhe prestam serviços. Autonomia de gestão essa que está alicerçada no facto de contar, na sua administração, com nomes tão estranhos ao socialismo como Murteira Nabo e Fernando Gomes.
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Pedro C. Azevedo
às
11:36
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César Peixoto fez esta declaração arrepiante, em jeito de desculpa (!?), sobre o facto do Porto ter sofrido o terceiro golo contra o Rangers, após ter ficado reduzido a dez elementos, por lesão do perdulário Sokota:
P Concorda que, após a saída do Sokota, o FC Porto poderia ter tentado manter a bola e segurar o empate em vez de atacar?
R Se calhar. O FC Porto estava a tentar fazer o terceiro golo, mas talvez alguns jogadores não se tenham apercebido que estávamos com um elemento a menos. O Sokota saiu numa altura em que o jogo estava muito intenso.
Será que ele não percebe que isso demonstra uma total descoordenação por parte dele, dos colegas e do treinador?
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Pedro C. Azevedo
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10:55
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Com o excesso de licenciados em Direito e de advogados que existe por todo o país e dado que o advogado tem competência para praticar todos os actos próprios de um solicitador, porque não acabar com esta profissão?
Os consumidores só sairiam beneficiados, já que teriam pessoas bem mais qualificadas a prestar-lhes os mesmos serviços que anteriormente eram prestados pelo solicitador.
Há muitos anos atrás, quando a advocacia era uma profissão exercida por apenas alguns, ainda se podia perceber a ideia do solicitador, mas, nos tempos que correm, a figura é totalmente dispensável.
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Pedro C. Azevedo
às
18:24
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Independentemente de não nutrir nenhuma admiração por Santana Lopes, imagine-se o que se escreveria ou diria se fosse ele o protagonista deste “caso Vitorino”.
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Horácio L. Azevedo
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18:05
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Hoje começo a minha actividade neste magnífico blog.
Espero que as minhas modestas palavras permitam alargar horizontes…
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Marco Gonçalves
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18:02
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Esta notícia no Jornal de Negócios mostra a habitual promiscuidade entre os governos em exercício e os escritórios de advogados de Lisboa. (via Bloguítica)
O homem que coordenou o programa de Sócrates foi agora nomeado como representante do Estado português, num negócio de milhões.
Sócrates continua a espalhar presentes pelo partido…
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Pedro C. Azevedo
às
15:50
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João Pedro Martins
às
23:33
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Tem gerado contestação a nomeação de Guilherme de Oliveira Martins para presidente do Tribunal de Contas. De facto, nada mais conveniente do que ter um camarada e ex-colega a fiscalizar as contas do próprio governo.
Não quero colocar a honra e profissionalismo da pessoa em causa, mas penso que sempre demonstrou demasiada proximidade ao partido, quer no governo, quer na oposição, para estar num lugar que exige total isenção.
No entanto, não concordo com Rodrigo Moita de Deus, em O Acidental, quando diz que o TC era um dos poucos organismos de fiscalização que realmente funcionava. É que faz parte da natureza do TC não funcionar.
Passo a explicar, os brilhantes e certeiros relatórios que de lá saem nunca têm qualquer efeito útil e pecam sempre por vir atrasados no tempo, quando já nada se pode fazer. Nem sequer têm levado a qualquer investigação ou responsabilização pelo facto consumado.
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Pedro C. Azevedo
às
16:05
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Ontem não tive oportunidade de acompanhar o debate no Prós e Contras, na RTP 1, sobre a nossa realidade autárquica.
No entanto, do pouco que assisti, penso que se tornou claro que é necessário alterar o modelo de financiamento das nossas autarquias. Neste momento, os orçamentos autárquicos dependem em demasia, às vezes cerca de 60%, da construção e dos impostos sobre imóveis (IMI – antiga Contribuição Autárquica – e IMT – antiga SISA). Isso além de favorecer a corrupção e tráfico de influências para a criação de áreas de construção, concessão de licenças, levou-nos ao resultado paisagístico que apresentam a maioria das cidades portuguesas.
Actualmente, uma câmara que seja responsável e tente proteger zonas verdes e implementar zonas urbanas de baixa densidade de construção sai claramente prejudicada em relação àquelas que aprovam tudo o que é projecto imobiliário.
Os municípios que apadrinham a construção desenfreada acabam por arrecadar muito mais receita, distorcendo o verdadeiro interesse público e hipotecando o futuro, em troca de resultados e rendimentos imediatos. Ninguém duvide que o IMI e IMT têm sido justificação fácil para muitas das atrocidades urbanísticas que se vão cometendo.
Daí que talvez fosse bom começar a pensar em financiar os municípios através do imposto sobre o rendimento das pessoas (actualmente apenas existe a derrama sobre o IRC), já que obrigaria a fomentar o verdadeiro investimento público por parte das nossas autarquias, que seriam tanto mais ricas quanto mais ricas e desenvolvidas fossem as suas populações, ao contrário de agora, que são tanto mais ricas quanto mais deixem construir. Poderia ser que, assim, parássemos de assistir a um modelo de crescimento baseado na construção civil e àquelas obras faraónicas, como estádios, pavilhões e afins, que têm marcado os mandatos dos nossos autarcas.
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Pedro C. Azevedo
às
12:18
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Os adeptos portistas têm boas razões para andarem confiantes. Co Adriaanse tem demonstrado que é um bom treinador, que sabe o que quer e que consegue transmitir isso aos seus jogadores.
O Porto tem apresentado uma qualidade de jogo que nunca se viu na época passada e que, esteticamente, não se lhe via desde a primeira temporada completa de Mourinho.
Pese embora algumas dúvidas quanto ao seu comportamento defensivo, o Porto chega a sufocar a equipa contrária com as suas movimentações atacantes e a sua pressão constante. É verdade que nenhum dos adversários era especialmente credenciado mas, convém não esquecer, na época passada, todos os adversários do Porto pareciam obstáculos intransponíveis.
Do meio campo para a frente o onze é de luxo, resguardado com boas soluções no banco (mesmo com os devaneios de McCarthy). Aliás, devo dizer que, ao contrário do que vaticinava, Alan tem demonstrado ser um bom jogador.
Aguardemos, mas, certamente, que o jogo de amanhã contra o Rangers, campeão escocês, poderá dar mais algumas indicações quanto ao real valor da equipa e, essencialmente, quanto à fiabilidade da sua defesa.
Por outro lado, os adeptos benfiquistas têm verdadeiros motivos para andarem preocupados. Além de quase não pontuar, a equipa está longe de apresentar um modelo de jogo definido. Mais do que isso, Koeman parece não conhecer os jogadores e tem demonstrado muita desorientação, tentando implementar um esquema táctico que pouco ou nada testou na pré-época. A juntar a isso, cometeu o habitual pecado de treinadores à beira do precipício de introduzir jogadores no onze inicial sem que estes estejam minimamente identificados com a equipa.
O que já não se entende é a nostalgia de alguns analistas em relação a Trapattoni. O treinador italiano fez um campeonato medíocre, que só foi premiado porque deparou com um Porto totalmente despedaçado, desorganizado, sem ponta por onde se lhe pegasse. Basta ver que, mesmo assim, a alma penada do campeão europeu chegou à última jornada em condições de ser campeã. E se formos ver a qualidade de jogo do Benfica da última época, constatamos que a maior parte das vezes valeu lenços brancos furiosos dirigidos das bancadas para o banco.
Aliás, basta ver a classificação do Estugarda (actual clube de Trapattoni) no campeonato alemão… último terço da tabela, sem qualquer triunfo,em quatro jogos disputados.
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Pedro C. Azevedo
às
18:05
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Joaquim Cerejeira
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14:32
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Depois de ver o que aconteceu ontem em Tróia, com o teatral esforço do nosso Primeiro-Ministro, apenas penso o bem que o uso de explosivos poderia fazer na esmagadora maioria das nossas cidades...
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Pedro C. Azevedo
às
11:58
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Olhando para a última sondagem publicada hoje no Público, e apesar do reforçado optimismo dos apoiantes de Mário Soares, com Vítor Ramalho à cabeça, quase que se pode dizer que, afinal, quem pode impedir o passeio triunfal de Cavaco não é Soares, mas os outros candidatos da esquerda.
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Pedro C. Azevedo
às
11:43
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Joaquim Cerejeira
às
15:24
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Há uns anos ainda pertenci a uma jota partidária. Hoje olho para aquelas organizações com repulsa. Não vejo mais do que um trampolim para muitos medíocres alcançarem lugares que nunca atingiriam quer pelo estudo quer pelo mérito pessoal. Quando olhamos para o elenco governativo ou para alguns quadros da função pública lá os vemos. Nenhum currículo, nenhuma profissão ou actividade fora da politica. E a situação só tende a piorar…
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Horácio L. Azevedo
às
14:25
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Hoje, quando vinha trabalhar e olhava para o ar apressado de alguns, sofrido de outros e impotente de uns quantos, dei por mim a pensar em Armando Vara...
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Pedro C. Azevedo
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11:20
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Os novos cartazes da candidatura de Ricardo Rio à Câmara Municipal de Braga, a meu ver, têm uma qualidade pouco comum nas candidaturas autárquicas. Sobretudo se pensarmos que vêm do lado da oposição de um concelho que é dominado há cerca de 30 anos pela mesma força política, sendo esta tão democraticamente sufocante, com as dificuldades que isso provoca na angariação de fundos para uma campanha eleitoral por parte de quem lhe quer fazer frente.
O fundo branco (numa cidade tão visualmente poluída) é apelativo e a aposta apenas em palavras-chave como “Segurança”, “Urbanismo”, entre outras, ao mesmo tempo que auxilia a leitura, impõe temas de campanha e pode levar os bracarenses a olhar para o que têm à sua frente e ao seu lado.
É certo que é praticamente impossível desalojar alguém como Mesquita Machado, mas nunca uma candidatura autárquica do PSD (aqui em coligação com o CDS/PP) em Braga, revelou tanto dinamismo e espírito de missão.
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Pedro C. Azevedo
às
16:28
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O PCP organizou a festa do Avante sem obedecer às novas regras previstas na nova lei de financiamento dos partidos. Como consequência, além de uma multa, os comunistas poderão ver-se obrigados a entregar ao Estado o dinheiro arrecadado.
Será que estamos prestes a assistir à nacionalização da festa do Avante?
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Pedro C. Azevedo
às
11:05
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Joaquim Cerejeira
às
22:16
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Sempre que algum Valentim, Felgueiras, etc. tem algum insulto ou desfaçatez para proferir, lá vai a nossa comunicação social marcar presença. Ainda ontem tivemos o prazer de ouvir o Major Valentão a berrar pela enésima vez…
Com a proximidade das eleições autárquicas não há dia que não tenhamos que ouvir ou ler umas quantas boçalidades. Será que esta Galeria de Horrores seria possível num país verdadeiramente civilizado?
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Horácio L. Azevedo
às
15:03
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Ao ouvir as sempre sensatas e inteligentes palavras europeias sobre os sempre irresponsáveis e desprevenidos americanos quase juraria que a Europa tem um sistema infalível anti-furacões, tufões e toda a espécie de fenómenos da natureza.
A verdade é que, felizmente, não me lembro de nenhum furacão que tenha atingido o continente europeu. Será mérito dos grandes líderes europeus ou simplesmente a mão de Deus?...
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Pedro C. Azevedo
às
10:57
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Joaquim Cerejeira
às
18:20
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Depois de umas longas férias propositadamente afastadas (dentro do possível) da actualidade noticiosa, regresso a este blogue.
Sinceramente fico muito satisfeito que o Joaquim Cerejeira tenha voltado. Mais satisfeito ainda quando constato que está disposto a tornar a sua contribuição muito mais que apenas pontual.
De resto, devo dizer que o panorama português não melhorou (infelizmente) desde a última vez que aqui escrevi. O mês de Agosto não nos deu grandes motivos de satisfação.
Depois do assalto feito à Caixa Geral de Depósitos logo no início do mês, todos assistimos da pior maneira possível, mesmo à força diria, à já habitual destruição de mais uma grande parte da nossa área florestal e Soares avançou para a mais desinteressante e incompreensível candidatura presidencial.
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Pedro C. Azevedo
às
10:34
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Joaquim Cerejeira
às
21:33
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Joaquim Cerejeira
às
21:10
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Actualmente, segundo o actual sistema de funcionamento da Administração Pública, a avaliação da qualidade dos serviços é feita de cima para baixo, isto é, as chefias analisam uns quantos dados obtidos pelos próprios serviços e verificam se os objectivos estão ou não a ser atingidos. Se consideram que sim, fica tudo na mesma (é o que acontece na maioria dos casos). Se, por outro lado, se detecta alguma falha tenta-se corrigi-la com normas ou orientações aos funcionários, que raramente percebem o sentido e o alcance dessas medidas e que, por vezes, as boicotam. Por outro lado, não existe qualquer benefício para os funcionários de um Serviço que seja eficiente. Pelo contrário, normalmente esse Serviço é mais procurado pelo público e tem mais quantidade de trabalho do que outro que funciona mal. O que fazer? Continuar a confiar na boa vontade dos funcionários esperando que eles cumpram as suas funções o melhor possível ou introduzir medidas concretas que beneficiem os Serviços eficientes e organizados?
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Joaquim Cerejeira
às
16:00
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Joaquim Cerejeira
às
16:27
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