2.5.07
Outros horizontes
"Ultrapassagens", por Paulo Gorjão, no Bloguitica.
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Horácio L. Azevedo
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16:12
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Marcadores blogues
Chelsea de Mourinho
José Mourinho é um dos melhores do mundo e não são os desaires acumulados nos últimos dias que poderão pôr isso em causa.
No entanto, custa ver um treinador que foi campeão europeu com um meio-campo onde havia lugar para Deco, Carlos Alberto e Alenichev, totalmente rendido ao futebol de corredores de fundo...
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Pedro C. Azevedo
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10:16
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Marcadores futebol, José Mourinho
1.5.07
Assessores

Apesar de já não ser novidade, fica aqui o registo. João Morgado Fernandes, ex-director adjunto do DN e autor do french kissin', é agora assessor do ministro Mário Lino. Assim, tudo é mais claro...
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Horácio L. Azevedo
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11:09
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Marcadores jornalismo, media
30.4.07
Boa gestão
António Tavares Teles n'O Jogo de Sábado: "(...) Quanto ao Sokota: o croata, que foi para o dragão ao chamado custo zero, ainda tem pelo visto 2 milhões de euros para receber!"
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Horácio L. Azevedo
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23:00
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27.4.07
Vergonha na cara

Ouvir hoje na TSF, a proeminente bloquista Joana Amaral Dias falar sobre autarcas arguidos e câmaras ingovernáveis, lembrou-me que Salvaterra de Magos não deve ficar em Portugal. Até já me esquecia de superioridade moral do Bloco.
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Horácio L. Azevedo
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11:36
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Marcadores autarquias, política
Simplex na Justiça
O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga encontra-se praticamente paralisado há um mês, devido a problemas com o sistema informático.
Como nos tribunais administrativos e fiscais a desmaterialização processual está muito avançada, o seu normal funcionamento está intimamente ligado à operacionalidade das aplicações informáticas. De momento, o TAF de Braga encontra-se praticamente impedido de juntar novos documentos aos processos pendentes e dar seguimento aos processos que entram.
Tal facto, já de si grave, numa Justiça que deveria ser célere e pronta, assume contornos ainda mais dramáticos se nos lembrarmos que, com as constantes investidas do legislador nas garantias dos contribuintes, os tribunais são o último garante que lhes resta para combater uma administração fiscal que passou de uma inércia indolente para uma hiperactividade radical.
P.S. - O TAF de Braga abarca, territorialmente, todos os processos das comarcas de Amares, Arcos de Valdevez, Barcelos, Braga, Cabeceiras de Basto, Caminha, Celorico de Basto, Esposende, Fafe, Felgueiras, Guimarães, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Valença, Viana do Castelo, Vieira do Minho, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Famalicão,Vila Verde e Vizela.
Dada a limitação geográfica, não merece qualquer referência nos meios de comunicação nacionais...
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Pedro C. Azevedo
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10:33
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Marcadores justiça
26.4.07
Eufemismos
Reacção do director do Teatro Plástico, Francisco Alves, um dos líderes do grupo de pessoas que ocuparam o Rivoli em protesto contra a atribuição a Filipe La Féria da exploração daquele espaço durante quatro anos, à dedução de acusação pelo Ministério Público:
"Sempre pensei que a queixa fosse arquivada, até porque a ocupação foi apenas o prolongamento de um acto teatral"
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Pedro C. Azevedo
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18:33
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Marcadores Rivoli
O Túnel II

Vá lá, anda o país siderado com a abertura de um túnel. E quando abrem os telejornais com a chuva na capital? Parolices...
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Horácio L. Azevedo
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16:00
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Marcadores Lisboa
O Túnel
A julgar pela cobertura mediática, parece que foi inaugurado um túnel que atravessa o país, do Minho ao Algarve, melhorando a qualidade de vida de dez milhões de portugueses...
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores capital, Centro, Lisboa, Macrocefalia, Norte, Portugal, Sul
24.4.07
Outros horizontes II
"Entre Moura e Loureiro", por Luís Januário, n' A Natureza do Mal.
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Horácio L. Azevedo
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22:13
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Marcadores blogues
Outros horizontes
Sobre o recém-redescoberto demónio da extrema direita, ler "Há vida para além dos socialismos e dos nacionalismos", por Rodrigo Adão da Fonseca, n´O Insurgente.
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Pedro C. Azevedo
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18:58
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Boris Ieltsin

O mundo despede-se de Boris Ieltsin.
Ficará merecidamente na História, mas não conseguirá escapar a comentários ambíguos e opiniões divergentes.
Acima de tudo, será lembrado por, em tempo recorde, ter transformado uma ditadura comunista numa democracia decadente, bem espelhada no seu declínio físico, no momento de despedida do poder.
Após ter ajudado a libertar a Rússia do tenebroso domínio comunista, acabou por entregá-la nas mãos do sombrio Vladimir Putin.
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Pedro C. Azevedo
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13:33
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Marcadores Boris Ieltsin, Rússia
23.4.07
Protagonismos
Qual a necessidade que equipa médica responsável por Eusébio tem de fazer sucessivas conferências de imprensa à hora dos telejornais, num caso aparentemente normal e em que tudo corre como o previsto?
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Pedro C. Azevedo
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20:15
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Portas reloaded
A melhor forma de avaliar o verdadeiro peso político que Paulo Portas ainda tem em Portugal é a indiferença que o seu anunciado, preparado, cozinhado, esperado (...) regresso provocou no país.
Os mais interessados na mais recente versão portista deverão mesmo ser os mais atentos às novas tendências da moda...
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Pedro C. Azevedo
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18:42
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Marcadores CDS/PP, Paulo Portas
22.4.07
Velhas oportunidades

(via Avenida Central)
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Horácio L. Azevedo
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23:54
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21.4.07
Candidatos arguidos
Em Portugal, qualquer detentor de cargo de poder a contas com a justiça nunca se sente minimamente encorajado a abdicar do seu lugar. É sua convicção (e talvez com razão) que a sua manutenção no cargo, e por conseguinte poder, é uma garantia contra uma eventual condenação.
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Horácio L. Azevedo
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20:57
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Marcadores apito dourado, justiça, política
Velhos costumes
A campanha Novas Oportunidades é a mais fiel imagem de um país bacoco e provinciano, onde o sucesso não se mede pelo facto de sermos bons ou os melhores naquilo que fazemos, mas sim por sermos apontados na rua, por conduzirmos um carro de luxo que provavelmente nunca irá ser pago e podermos ostentar um título quando atendemos o telefone, recebemos uma carta ou puxamos do cartão de crédito.
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores Novas Oportunidades
20.4.07
Fair-play
Independentemente da frustração que, hoje, certamente, acompanha grande parte dos adeptos bracarenses, numa coisa Jorge Jesus tem tido razão ao longo desta época. É tempo de acabar com a fantochada do fair-play português de atirar a bola para fora sempre que um jogador cai no chão e que apenas serve para deixar passar o tempo e quebrar o ritmo de jogo ao adversário.
Na esmagadora maioria das vezes, o mesmo jogador que se contorce agoniado com dores, estatelado no relvado, reestabelece-se magicamente mal ultrapassa a linha limite do campo. E depois é vê-lo a correr desenfreadamente até que algum colega se lembre de fazer o mesmo...
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Pedro C. Azevedo
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12:21
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Marcadores futebol
18.4.07
A publicidade não tem só coisas boas
Dezenas de elementos da extrema-direita foram hoje detidos pela Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa, alguns em flagrante delito, na posse de armas proibidas, numa operação que envolveu dezenas de buscas.
Afixar cartazes e chamar a atenção também pode levar a isto.
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Pedro C. Azevedo
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16:51
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Marcadores PNR
17.4.07
Se eu fosse ele...
Se eu fosse ele, utilizaria todas as ferramentas ao meu alcance para que não se divulgasse.
Se eu fosse ele, prometeria que a instituição não iria fechar portas.
Se eu fosse ele, e uma vez já lançada a ameaça, proporia o lançamento de um facto ridículo e transformá-lo-ia, aos olhos da opinião geral, na divulgação que iria ser feita.
mas uma coisa tenho a certeza: eu nunca seria ele!
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José Augusto Lucas
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Marcadores sem marcador
As cidades do séc. XXI
Uma das grandes marcas da nossa péssima gestão autárquica é a total ausência de novas áreas de interesse ou de valor na maioria das nossas cidades.
Olhando para Braga e para a incontornável gestão de Mesquita Machado dos últimos trinta (!?) anos, constatamos que, descontando o centro histórico, que já existia, com algumas das suas (mesmo assim, discutíveis) obras de conservação e um estádio cujo cinzento das cadeiras leva sempre a melhor sobre o vermelho das camisolas, não foi criada nenhuma zona urbana que trouxesse valor acrescentado à cidade ou a tornasse mais apelativa.
Os novos bairros criados estão condenados a transformar-se em amontoados de prédios devolutos, sufocados por ruas estreitas e engolidos pela própria sombra.
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Pedro C. Azevedo
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18:43
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Marcadores autarquias, Braga, Mesquita Machado
O comboio do comércio mundial? Também já passou...
O governo lá vai propagandeando a subida, em valor absoluto, das nossas exportações. O problema é que muitos outros países estão também a aumentar esse valor, fazendo com que (em mais uma vertente) a nossa competitividade esteja a baixar...
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José Augusto Lucas
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Marcadores comércio mundial, economia
16.4.07
Outros horizontes
Sobre o cartaz e o contra-cartaz, ler "Castigando os costumes", por José Pacheco Pereira, artigo do Público do último Sábado, em linha, no Abrupto.
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores Gato Fedorento, PNR
12.4.07
Comentador selectivo
Penso que ninguém encarna o papel de comentador selectivo do regime como Vital Moreira. Praticamente só escreve sobre assuntos que convêm ao partido do governo. Quando o vento não corre de feição, remete-se ao mais ensurdecedor silêncio. Conhecendo a dureza e o rigor que muitas vezes empresta aos seus comentários, é curioso ver a infinita complacência que demonstra perante as socratices.
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Horácio L. Azevedo
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19:39
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Marcadores Vital Moreira
Reforço presidencial
Obviamente que Paulo Gorjão tem razão, mas o mais engraçado é que, ao contrário dos horríveis temores soaristas, duvido que Cavaco Silva o queira.
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Pedro C. Azevedo
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19:09
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Marcadores Cavaco Silva
A apologia de Sócrates
José Sócrates não apresentou qualquer facto novo, ontem à noite, na entrevista à RTP1, limitando-se a reproduzir o que já tinha dito, ele próprio ou o seu gabinete.
A prova de um currículo académico faz-se, essencialmente, por via documental. Ora essa prova está inquinada desde início, tendo sido os seus contornos duvidosos que suscitaram toda esta polémica.
O primeiro-ministro baseou-se unicamente nos documentos que já eram do conhecimento público e que motivaram todo este processo. Ainda ameaçou mostrar os alegados recibos de pagamento de propinas, mas rapidamente voltou a enfiar os papéis na sua pasta e não sem antes referir que provavelmente a UnI não os teria. A verdade é que ali poderia estar qualquer recibo, até mesmo a lista de compras do palácio de S. Bento, que ninguém saberia.
Aliás, até houve uma contradição. Depois de dizer ao Público que não se lembrava de quem tinham sido os seus professores, ontem já se recordava das aulas de Luís Arouca.
Aqueles que se consideram esclarecidos fazem-no porque acreditam na palavra de Sócrates, nada mais.
Pese embora tudo isto e de todo o constrangimento de se ver obrigado a explicar os seus actos como se estivesse a ser julgado, pode-se dizer que José Sócrates conseguiu, pelo menos, amansar um pouco as águas. O seu percurso académico é nebuloso, mas essa nuvem não chega para colocá-lo definitivamente em causa e o facto de ter dado a cara já constitui, por si só, um bom sinal para o seu eleitorado.
O pior desta polémica será quando sair do poder. É que para já as pessoas podem sempre tratá-lo por sr. primeiro-ministro. E depois, como vai ser?...
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Pedro C. Azevedo
às
17:12
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Marcadores diploma de Sócrates
Conversas de café
Dois amigos em conversa, enquanto tomam o pequeno almoço:
- Ouvi dizer que estás a trabalhar noutra empresa...
- É verdade, troquei.
- Ai sim, porquê? Pagam-te melhor?
- Não, fica perto da anterior...
- Ah...
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Pedro C. Azevedo
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00:45
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Marcadores Trocas
11.4.07
Pinto da Costa
Também eu, tal como Carlos Abreu Amorim, assino por baixo.
«Sexta-feira, Jorge Nuno Pinto da Costa vai anunciar que se recandidata para mais três anos à frente do FC Porto, disposto a cumprir assim 28 anos consecutivos de presidência. Por razões de ordem interna e não externa, por razões que nada têm que ver com o Apito Dourado mas, sim, com renterias e mareques (...), voto contra.
E acho que, por maior que seja o reconhecimento e a gratidão, 25 anos chegam. No futebol e em tudo o resto.»
Miguel Sousa Tavares
A Bola, 10. 04. 2007
Por
Pedro C. Azevedo
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12:27
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Marcadores FC Porto, Pinto da Costa
10.4.07
Afinal porquê tanta polémica à volta da UnI?
Pelos vistos, o nosso primeiro ministro não precisava de tanta interacção com a Universidade Independente: já era licenciado antes disso...
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José Augusto Lucas
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12:01
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Marcadores José Sócrates, licenciatura, Universidade Independente
Os interesses da criança
Partindo do princípio que a Esmeralda ainda é demasiado nova para ver o programa Fátima, na SIC, e ler o Diário de Notícias e as causas de Fernanda Câncio, quem e com que interesse lhe terá posto a ideia de que o seu pai biológico pertence à categoria dos maus deste mundo?
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Pedro C. Azevedo
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10:38
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Marcadores Caso Esmeralda
9.4.07
6.4.07
Outros horizontes
"No entanto, ó exageros de bondade lusitana, de tanto defenderem que «um curso superior não é necessário», alguns comentadores começam por dar um mau exemplo às gerações vindouras. Não é necessário um curso superior? Como não é necessário um curso superior? Uma coisa é ser tratado por Sr. Dr., Sr. Eng.º, o que for; outra, diferente, é a desvalorização do estudo propriamente dito."
"A questão académica", por Francisco José Viegas, na Origem das Espécies.
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Horácio L. Azevedo
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12:10
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Marcadores blogues
5.4.07
O diploma de Sócrates II
Por
Pedro C. Azevedo
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12:08
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Marcadores diploma, José Sócrates, Universidade Independente
From Here We Go Sublime, The Field
Por
Horácio L. Azevedo
às
00:19
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Marcadores música
4.4.07
Pressões
No dia em que o Público publicou a investigação sobre a licenciatura de Sócrates, só pude ler o jornal à noite. Na altura interroguei-me por que razão nenhum meio de comunicação social tinha feito referência à notícia (tinha ouvido a TSF, por exemplo). Esta semana percebi a razão.
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Horácio L. Azevedo
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21:55
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Marcadores jornalismo, media
O diploma de Sócrates
Só mesmo em Portugal é que um primeiro-ministro se pode dar ao luxo de fingir que nada disto se está a passar...
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Pedro C. Azevedo
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10:26
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Marcadores diploma, José Sócrates, Universidade Independente
3.4.07
Mp3, DRM, CDs, etc.

O Público de hoje noticia o acordo entre a Apple e a EMI que possibilitará a venda no iTunes de ficheiros mp3 sem protecção de cópia. Salienta-se o facto de a venda de CDs caírem a pique, ano após ano, o que me parece uma viagem sem regresso. Penso, simplesmente, que os lucros que provinham da venda de música nunca mais serão os mesmos. Seja qual for a solução mais ou menos imaginativa que adoptarem, os lucros terão que arranjar nova fonte. A maior parte das pessoas nunca mais pagará cerca de 20 euros por uma dúzia de músicas.
Lembro-me que, quando surgiu o mp3, ainda sem banda larga, achava que o facto de não representarem um acréscimo na qualidade sonora (bem pelo contrário), faria com que não fosse adoptado como formato definitivo.
Como hoje escrevia Nuno Pacheco, no Público: "Tudo o que respeita aos sucessivos formatos de alta-fidelidade sonora ou visual (HDCD, SBM, K2, SACD, DVD-A, HD-DVD, Blu-Ray) interessa quase em exclusivo a séniores, acima dos 35 ou 40 anos. Nos sub-30 o que conta é, mais do essa corrida ao aperfeiçoamento, a corrida ao espaço disponível."
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Horácio L. Azevedo
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17:47
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Marcadores mp3, música, tecnologia
Publicidade valiosa
No Público de hoje:
José Mourinho é apenas um dos "catedráticos" que reconhecem a evolução deste defesa-central e, após o jogo que o futebolista fez na Luz, deixou escapar a confissão: "Estou apaixonado pelo Pepe há muito tempo".
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Horácio L. Azevedo
às
17:44
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Microsoft Office 2007
Principais pontos fortes
- maneabilidade dos menus (após período de adaptação)
- funcionalidades extremamente user friendly
- acessibilidade a partir de softwares da concorrência (linguagem xml)
- integração com feeds e total sincronização com sharepoints
Principais pontos fracos
- novo formato não pode ser acedido com versões anteriores do office (ruptura total de linguagem)
Esta versão do Office encontra-se bastante completa. A Microsoft não andou a dormir e foi de encontro a muitas necessidades dos consumidores, criando uma ferramenta que representa um enorme salto qualitativo relativamente à anterior versão.
Menus algo confusos ao início mas, após alguma habituação, aceder ao 2003 é chamar pela improdutividade.
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José Augusto Lucas
às
16:04
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Marcadores microsoft, tecnologia
Perigos centralizadores
O governo prepara-se para encerrar 28 tribunais, devido à baixa movimentação processual, sendo a maioria deles no interior.
O Estado também deve reger a sua actuação por princípios de eficácia e eficiência, adoptando políticas de redução de custos e de maximização de recursos. No entanto não pode cair na tentação de enveredar por uma gestão meramente empresarial.
Não conheço o estudo que aconselha o encerramento dos tribunais nem ponho em causa a sua bondade, mas este governo tem assumido uma postura centralizadora, que se tem traduzido no empobrecimento do resto do país face a Lisboa.
O interior de Portugal é reconhecidamente uma região com gravíssimos problemas estruturais que favorecem a emigração e a sua desertificação. Deste modo, sempre que falamos de serviços do Estado e do seu custo por utilizador, é óbvio que os serviços localizados nesta região saem penalizados. Fechá-los, pura e simplesmente, será cair numa tentação fácil que apenas irá tornar mais pobre e ainda menos apelativa a região e que, gradualmente, levará ao desaparecimento das suas povoações, tornando definitivamente Portugal num país à beira-mar plantado.
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Pedro C. Azevedo
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11:52
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Marcadores centralização, interior, Portugal
2.4.07
SIC Benfica
Numa reportagem que não envergonharia o futuro, sempre adiado e anunciado canal Benfica, a SIC descobriu que os adeptos do Porto são todos um arruaceiros e energúmenos.
Toda a peça foi acompanhada de uma mensagem de rodapé que indicava que um adepto do Porto teria sido detido por agressões à polícia. Relembre-se que, pelo menos, três mil adeptos do Porto se deslocaram ao estádio do Benfica.
Os jornalistas esforçaram-se por mostrar imagens de adeptos portistas em modo de destruição. No entanto, por azar, as únicas imagens que conseguiram passar foi a de adeptos benfiquistas em acelerada corrida, fugindo de uma carga policial. No mais, apenas apareceu a habitual confusão, geral a qualquer concentração de pessoas, com os inevitáveis empurrões e com os dispensáveis cânticos insultuosos, que são gerais a todas as claques de qualquer clube.
Devo dizer que sou contra a existência das claques e que, em última análise, cada um deve ser responsabilizado pelos próprios actos. Porém causou-se total espanto como é que numa reportagem sobre alegada violência num jogo de futebol profissional, e em que, essencialmente, estava em causa o arremesso de petardos, nenhum jornalista procurou saber junto do clube organizador por que razão decidiu unilateralmente colocar a claque portista num andar superior do estádio, contrariando as mais elementares regras de segurança.
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Pedro C. Azevedo
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15:46
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1.4.07
2ª parte
Segunda parte miserável do Porto, Jesualdo assistiu impávido.
Arbitragem bem caseira.
Renteria, como se contrata uma nulidade destas?
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Horácio L. Azevedo
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22:13
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Marcadores futebol
1ª Parte
O Porto está a jogar melhor e merece estar a vencer.
O árbitro já perdoou dois cartões amarelos ao Benfica e foi sempre solícito em mostrá-los aos jogadores portistas.
Quem terá sido o inteligente responsável por colocar os adeptos portistas no andar superior do estádio?
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Horácio L. Azevedo
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21:07
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Marcadores futebol
7 minutos
O Benfica já pode agradecer ao árbitro um cartão amarelo e um canto. Começa bem...
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Horácio L. Azevedo
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20:27
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Marcadores futebol
30.3.07
O cartaz
Quanto ao polémico cartaz do PNR, penso que o mesmo deve ter o tratamento condizente com a sua verdadeira dimensão.
Trata-se de um mísero cartaz, perdido algures no meio de uma rua de Lisboa, pela qual a esmagadora maioria dos portugueses nunca passará.
Aliás, se o mesmo cartaz tivesse sido colocado numa rua de uma qualquer outra cidade do país (talvez com excepção do Porto), provavelmente não passaria dos rodapés que diariamente enfeitam os jornais televisivos.
Trata-se apenas de um bom assunto para os habituais caça-fantasmas...
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Pedro C. Azevedo
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15:20
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Marcadores fantasmas, imbecilidade, PNR
29.3.07
Outros horizontes
Abandonados, ainda que momentaneamente, os delírios anti-portistas, ler "Donde se não cuida salta lebre", por Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado.
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Pedro C. Azevedo
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16:15
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Marcadores blogues
Ensino superior privado
O caso da Universidade Independente deveria motivar uma profunda reflexão sobre o ensino superior privado em Portugal.
As universidades privadas portuguesas, com excepção da Universidade Católica (que goza de um estatuto especial), nunca conseguiram granjear prestígio e reconhecimento suficientes para poderem concorrer com as universidades públicas.
Sempre foram olhadas apenas como um via alternativa de acesso ao ensino superior para aqueles que, por via das notas mais baixas, não conseguiam entrar no sector público.
Assim, além da oportunidade de enriquecimento que deram a muitos professores, acabaram por, acima de tudo, ser responsabilizadas e reconhecidas pelo sobrelotação de muitas áreas do mercado do trabalho, essencialmente, na área do Direito, Economia, Medicina Dentária e Arquitectura, democratizando o acesso àquelas profissões, pese embora o aspecto contraditório do alto preço que esse acesso representava, reflectido no valor das propinas a pagar.
O caso Moderna alertou para o facto de, por debaixo das respeitáveis vestes académicas, se esconderem negócios obscuros e passarem interesses pouco condizentes com o materialmente desprendido mundo universitário.
No entanto o que se tem passado com a Universidade Independente e as sucessivas trocas de acusações entre os seus responsáveis levam-nos a abrir uma página nova quanto ao escopo visado pela criação das universidades privadas. O enriquecimento de currículos de pessoas cujas vidas sempre tinham, voluntariamente, seguido rumos mais empíricos, mas a quem a muito portuguesa necessidade de títulos obrigava a colocar um Dr. ou Eng. antes de, pomposamente, assinar o nome.
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Pedro C. Azevedo
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14:46
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Marcadores Ensino superior privado, Universidade Independente
28.3.07
Vamos lá dimensionar o que nos rodeia...
Central Fotovoltaica de Serpa - "A maior central fotovoltaica do mundo"
- Potência total: 11 Mw
- Produção anual: 20 Gwh/ano
- Capacidade de abastecimento de electricidade: 8.000 habitações
Barragem do Carrapatelo - Uma barragem perfeitamente comum (mesmo à escala de Portugal
- Potência total: 338 Mw
- Produção anual: 949 Gwh/ano
- Capacidade de abastecimento de electricidade: 380.000 habitações
Barragem La Grande Complex (Quebec, Canada) - A maior barragem do mundo
- Potência total: 16.021 Mw
- Produção anual: 106.883 Gwh/ano
- Capacidade de abastecimento de electricidade: 42.700.000 habitações
(fonte: Wikipedia e jornal Público)
Como já afirmei neste blogue, sou um apoiante das energias limpas. Mas não me tomem por parvo com frases do género "em 2020, 45 por cento da energia nacional terá que ser produzida a partir de renováveis" (Manuel Pinho in Publico). Como contribuinte, e como gestor, atribuo irracionalidade (incompetência? demagogia?) a esta política (/esta frase) se estivermos a falar neste tipo [ineficiente]de energias renováveis...
Por
José Augusto Lucas
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23:36
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Marcadores energias
Uma questão de escola
Desabafo de uma aluna da Universidade Independente, no Público de hoje:
"Em vez de uma licenciatura parece que estamos a tirar um curso de ladroagem."
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Pedro C. Azevedo
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13:04
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Marcadores Universidade Independente
27.3.07
Combater o mar
Sinceramente, não consigo entender a confiança daqueles que pensam que o problema da Costa da Caparica se resolveria com a construção ou reforço de paredões.
Desde há muito que combater o mar e a erosão por ele provocada tem sido uma guerra perdida. Apesar da irresponsabilidade dos nossos governantes, o futuro deverá obrigatoriamente passar por afastar as construções do mar, de modo a evitar a sua destruição.
A verdade é que quando o oceano deseja, avança, e há pouco que o Homem possa fazer para o evitar. Colocar rochas e pedregulhos, quando muito, pode ajudar a retardar a retirada, mas nunca conseguirá ser solução ou travar o avanço das águas.
Quer isto dizer que, ou muito me engano, ou apenas Moisés poderia fazer alguma coisa pelo parque de campismo da Costa da Caparica.
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores Antigo Testamento, Costa da Caparica, erosão marítima
26.3.07
O típico dia de Primavera
Quem ler os jornais de hoje, pensa que acordou noutra dimensão, estando condenado a viver numa realidade paralela àquela que conheceu e onde sempre viveu:
Salazar ganhou uma votação telefónica, sendo considerado o maior português de sempre, tendo Álvaro Cunhal ficado em segundo lugar.
O PNR, partido da extrema-direita, prepara-se para concorrer, apoiando uma das listas, à associação académica de uma faculdade da Universidade de Lisboa, sendo a outra lista única oponente apoiada pelo PCP.
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores Álvaro Cunhal, PCP, PNR, Salazar
24.3.07
23.3.07
Está-lhe no sangue...
O país acordou hoje entusiasmado com uma portuguesa, tenista de 14 anos, considerada uma das atletas mais promissoras da modalidade.
A menina vive há quatro anos nos E.U.A. e chama-se Michelle Larcher de Brito.
Ou muito me engano, ou o jeito para o ténis não deve vir do lado Brito...
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores Michelle Brito, ténis
Onde pára a polícia?
Este caso é verdadeiramente inacreditável.
Uma foragida à Justiça abandona tranquilamente o local onde se encontra escondida, juntamente com uma criança que (de acordo com a última decisão judicial) se encontra sequestrada, cumpre uma ordem de um tribunal, em local público, e regressa sossegadamente ao local que lhe serve de esconderijo.
Saliente-se que, entretanto, a comunicação social teve conhecimento antecipado da diligência e teve oportunidade de fotografar e acompanhar a foragida.
No meio de tudo isto, ninguém se lembrou de avisar a polícia, nem esta pensou que poderia estar ali uma boa oportunidade para deter a senhora.
Por
Pedro C. Azevedo
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Marcadores Caso Esmeralda, justiça, república das bananas
22.3.07
Outros horizontes
"O estado do direito" e "Um nome interessante "(*), por João Gonçalves, no portugal dos pequeninos.
(*) leitura obrigatória.
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Horácio L. Azevedo
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Cesarianas
Hoje o Público noticia que Portugal terá o dobro da taxa de cesarianas preconizada pela OMS, 32% vs 15%. Esta taxa aconselhada parece-me claramente irrealista e nunca será atingida.
Independentemente das indicações médicas das cesarianas que não vou aqui discutir, neste caso, não se pode desprezar a questão médico-legal e isso só os obstetras podem falar, pois são eles que se sentam no banco dos réus.
Um estudo realizado nos EUA, Lockwood (2002), revelou que um obstetra é em média processado 2,5 vezes durante a sua carreira e 75% já tinham sido processados pelo menos uma vez. Claro que a nossa realidade é diferente, mas o caminho aponta nesse sentido. A comunicação social sensacionalista também tem feito o seu papel. Como foi também foi referido, 50% dos casos de má prática médica que chegam a tribunal, são de Obstetrícia.
Quando tudo corre bem, o médico é maior, quando há algo que não corre como o esperado (muitas vezes de forma totalmente imprevisível) lá vêm as acusações.
Não são só os treinadores de futebol que passam de bestial a besta num ápice...
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Horácio L. Azevedo
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22:13
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Marcadores cesariana, Ginecologia e Obstetrícia
Sócrates e o Público
Depois do tom hagiográfico do semanário Sol veio a investigação do jornal Público sobre a licenciatura de José Sócrates. E ainda bem, não me digam que há assuntos que não se podem investigar. Discordo em absoluto da indignação demonstrada em alguns blogues. E também não se deve confundir o que está verdadeiramente em causa. Não é a questão de Sócrates ser licenciado ou não, mas sim os meios com que obteve a sua qualificação.
A indignação selectiva deste blogue já era previsível, aliás como são sempre selectivos os seus comentários, optando pelo silêncio quando os ventos não são de feição ao partido do governo.
Concordo com Paulo P. Mascarenhas, "Ai se fosse no tempo de Santana Lopes, o que se escreveria por aí....".
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Horácio L. Azevedo
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Marcadores blogues, jornalismo, José Sócrates
Licenciado ou engenheiro
Não vejo qualquer atitude menos correcta na investigação do Público sobre a licenciatura de José Sócrates.
É verdade que não existiria qualquer problema em termos um primeiro-ministro que não fosse licenciado, nem isso provaria, sem mais, falta de competência para o cargo. Aliás, conforme é referido na edição do Público de hoje, tal situação estaria longe de ser inédita, mesmo ao nível dos altos quadros da União Europeia.
Diferente é o interesse de se saber ao certo e em bom rigor a biografia e currículo do primeiro-ministro em funções e quais os passos que seguiu. Quando se contrata alguém existe essa preocupação, que deve ser ainda maior num cargo desta importância. Tratam-se de funções públicas e de representação do país ao mais alto nível.
Sabermos se é ou não licenciado, não será muito relevante. Mas já terá todo o sentido saber-se se a obtenção da licenciatura passou por métodos menos claros ou se houve alguma tentativa de enriquecer a posteriori algumas páginas menos preenchidas.
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores engenharia, José Sócrates, licenciatura
21.3.07
Pequeno poder
O que mais inquieta na guerra suja que se vive no CDS/PP (ou CDS vs. PP) é que tudo aquilo é feito pela liderança de um pequeno partido, cada vez mais insignificante na vida política portuguesa (a não ser pelas piores razões), com um futuro cada vez mais negro e incerto e que caminha a passos largos para o suicídio, de preferência, em directo nas televisões.
Imaginem o que não aconteceria se houvesse reais expectativas de ascender ao poder.
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Pedro C. Azevedo
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20.3.07
PP e Portas
Portas demitiu-se no rescaldo das últimas eleições. Nada de substancial se alterou desde então. A sede de poder e protagonismo falaram mais alto. Nesse intervalo de tempo, o seu séquito minava a actual direcção. Um líder parlamentar chegou ao cúmulo de afirmar que tudo iriam fazer para destronar o líder do seu partido!
Portas já foi a várias eleições, nunca conseguiu nada de extraordinário. Telmo, Pires de Lima, Nobre Guedes, Melo, os de sempre e sempre os mesmos seguem-no.
O PP é um partido pequeno, não tem expressão autárquica, não tem lugares nem benesses para distribuir.
Monteiro anda a fazer as cenas que se sabe, inconformado com a sua própria irrelevância.
Portas quer voltar, sempre... Tudo velho.
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Horácio L. Azevedo
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Marcadores Paulo Portas, PP
Outros horizontes
"Turismo nobre", por Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado.
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Horácio L. Azevedo
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A falta de memória
Quando se ouve o discurso messiânico e salvador de Paulo Portas e Santana Lopes quase somos levados a esquecer que ambos foram varridos do poder pelos eleitores há pouco mais de dois anos.
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores Paulo Portas, Pedro Santana Lopes, política
19.3.07
Outros horizontes
Sobre a polémica das cartas de condução angolanas e portuguesas, ler "Os novos colonialistas", por Helena Matos, no Público.
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores África, Angola, colonialismo
O Público
Passadas as primeiras edições e tendo, entretanto, decorrido já algum tempo para efectuar correcções pontuais, a verdade é que o novo Público é uma desilusão.
Tal como sucedeu com outros títulos, a direcção editorial optou basicamente por tornar o jornal mais ligeiro e superficial. Na maior parte das vezes a ideia que fica é que a simples leitura do título quase torna prescindível o corpo da notícia, tal a pobreza e escassez do conteúdo. Acaba-se sempre por ficar com a sensação de que falta ali algo, que se poderia ter ido mais longe no seu aprofundamento.
O caminho escolhido foi o de tentar cativar aquele público que procura o imediatismo e a informação rápida e directa, em detrimento daquele que está disposto em perder um pouco mais de tempo em troca de uma informação mais detalhada e profunda. Ou seja, privilegiou-se a adesão de novos leitores, esquecendo-se aqueles que sempre se mantiveram fiéis.
O grande problema, e como já muitas vezes foi referido, reside no facto de, ao nível do imediatismo e rapidez, o jornal impresso ter muito pouco a acrescentar à Internet ou à televisão. A esse nível a luta é demasiado desigual, com claro prejuízo para o papel. Deste modo, dificilmente se conseguirá seduzir novos leitores optando por essa via.
Além disso, e com a substancial redução de conteúdos, arrisca-se também a perder os leitores mais tradicionais.
P.S. Apesar de tudo, existem pontos positivos. Gosto especialmente da última página, com o pingue pongue entre Helena Matos e Rui Tavares e dos altos e baixos, com a referência às notícias do dia.
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Pedro C. Azevedo
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17.3.07
16.3.07
Outros horizontes
"A Comenda", por Eduardo Pitta, no Da Literatura.
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Horácio L. Azevedo
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Cartas de condução II
Relativamente a certificados e documentos legais, será boa ideia ter acordos de reciprocidade com países onde a corrupção faz parte do quotidiano?
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Horácio L. Azevedo
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Cartas de condução

No Inimigo Público:
-Tem a certeza de que a sua carta de condução é válida?
-(Mantorras) Sei lá. Primeiro não deixavam jogar o Mantorras. Agora não deixam guiar Mantorras. Assim o Mantorras começa a ficar desanimado, pá.
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Horácio L. Azevedo
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20:23
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15.3.07
Sócrates
Ler "O estilo e a substância", por Constança Cunha e Sá, no Público (link só para assinantes).
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Horácio L. Azevedo
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Marcadores José Sócrates
Tradição familiar
No Público de hoje, as relações familiares de uma condenada por agressão a uma professora de Bragança: "Junta-se aos dois filhos, ao marido, a um irmão e a um sobrinho, todos na cadeia. (...)
Um irmão matou um homem em Mirandela e um filho um jovem numa discoteca de Bragança. A própria foi condenada por ter batido em dois polícias e três dos seus filhos esmurraram um procurador de Bragança."
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Horácio L. Azevedo
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18:34
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Marcadores violência
O país real
A Andreia Elisabete prepara-se para, finalmente, encontrar os seus verdadeiros pais.
À sua espera estará uma família que vive no limiar da miséria, de raro sustento e onde os que já lá vivem se atropelam no pouco espaço abrigado que lhes resta.
Certamente comovida com as dificuldades de quem assim tem de viver, toda aldeia prepara-se para recebê-la queimando o pouco que poderiam oferecer nos sempre indispensáveis foguetes.
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Pedro C. Azevedo
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15:57
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Marcadores festa portuguesa, miséria
14.3.07
Ironia
Quando, no início do Diz que é uma espécie de magazine, os Gato Fedorento avisarem que o programa vai ser fraquinho, vou começar a acreditar.
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Horácio L. Azevedo
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Marcadores Gato Fedorento, humor
Outros horizontes
O regresso da histeria nacional, em "Andreia Elisabete", por João Gonçalves, no portugal dos pequeninos.
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores blogues
13.3.07
Elogio!?!
Com uma destemida autoridade, Fernando Santos veio ontem dizer que o central benfiquista David Luiz lhe faz lembrar Ricardo Carvalho, nos tempos em que o treinou no FC Porto.
Os mais distraídos até poderão ser levados a pensar que foi Fernando Santos quem lançou o agora defesa do Chelsea. No entanto depois destas declarações, não se augura nada de bom ao central brasileiro nas mãos de Santos. É que Ricardo Carvalho apenas foi utilizado por uma vez por Fernando Santos, quando este treinava o Porto, acabando sempre por ser dispensado (Farense, Setúbal e Alverca) e preterido por (imaginem!?!) João Manuel Pinto. E isto quando aqueles adeptos que acompanhavam com maior atenção o dia-a-dia portista não hesitavam em colocar Ricardo Carvalho como um dos mais promissores defesas portugueses.
Até Octávio Machado teve vistas mais largas que o engenheiro.
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Pedro C. Azevedo
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15:40
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Marcadores futebol
O DN em mudança

Esta capa e a referência às nomeações do governo demonstram bem o fim do reinado de António José Teixeira.
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores comunicação, Diário de Notícias, media, propaganda
12.3.07
Novo alvo
"António Salvador, presidente do Sp. Braga, avisou esta tarde, antes da comitiva partir para Londres, que «os jogadores terão de ter outra postura, jogar mais e melhor do que fizeram ontem à noite em casa diante do Beira-Mar» para a Liga portuguesa. "
Como já vai no terceiro treinador, é melhor mudar o alvo...
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Horácio L. Azevedo
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16:16
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Interesses
O ministro Mário Lino afirmou que a construção do novo aeroporto da Ota antes de 2017 é "um compromisso pessoal".
Aí está o grande problema. Todos ficamos com a ideia que os grandes investimentos da Ota e TGV são mais projectos pessoais do que nacionais.
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Pedro C. Azevedo
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13:42
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11.3.07
Segunda impressão
Continuo a manter o que escrevi aqui.
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Horácio L. Azevedo
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23:05
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Sócrates ao Sol
O jornal Sol publicou ontem uma hagiografia de Sócrates. Portugal é mesmo um país de sorte! De tempos a tempos o destino escolhe-nos como berço de grandes homens.
Um arco-íris surgiu quando Kim Jong-il nasceu. Só ficou por saber, qual o fenómeno da natureza que assinalou o nascimento do nosso primeiro, terá sido o Sol?
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Horácio L. Azevedo
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15:36
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Marcadores jornalismo, José Sócrates, Sol
10.3.07
Outros horizontes
"Mesquita para o santuário, já", por Carlos Abreu Amorim, no Blasfémias.
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Horácio L. Azevedo
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8.3.07
7.3.07
5.3.07
4.3.07
Outros horizontes
"Anti-ciência", por Pedro Morgado, no Avenida Central.
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Horácio L. Azevedo
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16:38
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Marcadores blogues
3.3.07
Outros horizontes
"O Império Contra-Ataca", por João Gonçalves, no portugal dos pequeninos.
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Horácio L. Azevedo
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Futebol português
Escreve António Tavares Teles n'O Jogo:
"Sexta-feira de manhã: O PATO recebe o seguinte SMS:
“Ontem ao fim da tarde tentaram enganar o Dame no sentido de assinar um novo contrato com a Académica, dizendo ao senegalês que aquele era o contrato para um novo automóvel. Isto passou-se nas instalações do 'stand' do vice Luís Godinho. O jogador descobriu a armadilha e foi o bom e o bonito. Até notária estava contratada pelo vice. Como é possível, Académica?!”.
E, no final do SMS, um número de telefone, de cujo titular O PATO conhece de resto o nome.
Notícia espantosa, é claro. Só que – após ter procurado confirmação para ela – notícia verdadeira, teve de concluir O PATO.
Pelo que, tal como o autor do SMS, não pode deixar de exclamar:
Como é possível Académica?!!!
Ou então: para onde caminhas, Briosa?!!!"
Adenda: Um clube da primeira liga tenta ludibriar um jogador profissional. Não será isto notícia para a capa de um jornal desportivo? Ninguém investiga? O jornalismo desportivo é mesmo um mundo à parte.
(post editado às 21:32)
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Horácio L. Azevedo
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Marcadores Académica, futebol, jornalismo
2.3.07
O regresso do PP
Como já se esperava desde o seu aparente abandono, Paulo Portas anunciou a sua candidatura à liderança do CDS/PP.
Com o habitual ar grave e solene e com a sua preparada pose de Estado, o ex-ministro do Mar apresentou-se como o salvador da oposição, prometendo uma nova vida não só ao partido como ao centro-direita. À boa maneira de Hugo Chávez entregou-se nas mãos do povo, neste caso, dos militantes. O culto da personalidade no seu máximo expoente.
A verdade é que Portas já percorreu todo o espaço à direita do PS, já foi conservador, anti-europeísta, ensaiou nas últimas legislativas uma postura economicamente liberal, contrastando com muitos dos seus actos enquanto ministro, enquanto defendia intransigentemente os valores mais tradicionais da sociedade. Agora chegou a vez do centro-direita, tentando cavalgar a onda de um PSD adormecido e desorientado, nunca refeito da fuga de Barroso e dos tempos de Santana.
Conta para isso com os seus fiéis e subservientes guerrilheiros, os mesmos que nunca deram um minuto de descanso a Ribeiro e Castro, de modo a que a sombra do verdadeiro líder nunca desaparecesse.
Tem contra ele tudo que fez até hoje.
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores CDS/PP, Paulo Portas, política














