20.6.07

Outros horizontes

Subscrevo totalmente Paulo Gorjão, em Rui Rio: Mas o que é isto?, no Bloguítica.

Tradições do S. João

Todos os anos, nas comemorações do S. João, o cenário repete-se, na Avenida da Liberdade, em Braga.
Apesar de ser uma das principais ruas da cidade, ano após ano, invadem-se os passeios com umas barracas medonhas, onde tudo é permitido vender. As ditas barracas, além de impedirem as pessoas de transitar, conseguem barrar totalmente as montras das lojas que, durante todo o ano, fazem ali a sua actividade. Para compor o cenário, as faixas de circulação, contíguas aos passeios, servem de local de estacionamento das carrinhas dos feirantes, perante a total passividade da polícia. Resultado: aos olhos de quem passa, a avenida mais parece um corredor de um qualquer país do terceiro mundo.
Com isto nasceu mais uma tradição. Durante este período, cada vez são mais os bracarenses que não colocam lá os pés.

19.6.07

Outros horizontes

"Leão velho", por Filipe Nunes Vicente no Mar Salgado.

Jornalismo desportivo

Portugal tem 3 jornais desportivos, fracos na perspectiva de alguém querer procurar verdadeiro jornalismo. Prisioneiros das dependências que têm dos clubes, não passam de caixa de ressonância de interesses ou servem-se de ódios declarados para vender.
É preciso ler um jornal generalista, Bruno Prata no Público, para ver uma entrevista corajosa a um dirigente desportivo, que é livre, obviamente, de responder o quiser. Após a compra ininterrupta durante 14 anos, deixei de consumir jornais desportivos.

Já não lia um exemplar do pasquim Record há vários anos. Ontem descobri que o sinistro Rui Cartaxana faz de provedor de leitor, entenda-se, uma série de fanáticos escreve umas cartas a dizer o pior do F.C. Porto, sempre com a caução do tal provedor. Tal é o disparate, até tem piada...

18.6.07

Olhando para Braga

A A.S.P.A. divulgou a lista de definitiva de maravilhas e pesadelos da cidade de Braga. Destacam-se:

Maravilhas

1. Bom Jesus do Monte
2. Sé Catedral
3. Mosteiro de Tibães

Pesadelos

1. Campo da Vinha - arranjo urbanístico
2. Centro Comercial Galécia
3. Rio Este

Analisando as listas completas, constata-se a quase inexistente contribuição da gestão de Mesquita Machado na produção de maravilhas, contrastando com a generosa e incansável participação nos pesadelos bracarenses.

Outros horizontes

O método socrático, em Lendo, Vendo, Ouvindo, Átomos e Bits, de 17 de Junho de 2007, por José Pacheco Pereira, no Abrupto.

17.6.07

Para os fãs do Lost

Um vídeo com todas as sequências relativas à queda do avião, retiradas das S1, S2 e S3.

14.6.07

Coincidências

A DREN assegurou que Fernando Charrua iria ter um processo isento e onde se poderia defender.
Por coincidência, no mesmo dia em que sai uma entrevista da sua directora, Margarida Moreira (a primeira desde que se desencadeou a polémica) e onde esta se defende de uma alegada "campanha difamatória", o professor suspenso é notificado da sua nota de culpa.

13.6.07

Destinos traçados

Para não variar, apesar do, pelo menos aparente, recuo do governo na irreversibilidade da escolha da Ota para a construção do novo aeroporto, Marques Mendes surge como um dos derrotados, uma vez que nunca referiu a hipótese Alcochete.
Para também não variar, José Sócrates sai praticamente incólume. A confirmar-se o recuo, o grande derrotado é o seu inflamado ministro Mário Lino. Caso se confirme apenas a aparência do recuo, tratou-se de mais uma brilhante jogada táctica, aliviando as costas do candidato António Costa.

11.6.07

Homenagem

No próximo dia 15 de Junho ocorrerá um jantar homenagem (aberto a quem se quiser juntar) a José Sampaio, ilustre advogado bracarense, do qual tenho a sorte e a honra de ser sobrinho.

Bragaparques em Coimbra

Por que razão um parque de estacionamento, pertencente a uma entidade privada que o explora com fins lucrativos, tem estatuto de utilidade pública e, como consequência, está isento de IMI?

Continuar a treinar


10.6.07

Porto a saque

Miguel Sousa Tavares escreveu na Terça-feira um artigo n'A Bola a relembrar o que todos os portistas sabem, que a gestão do FC Porto é tudo menos clara (para ser simpático). Lembrou que nas últimas três épocas terão entrado nos cofres do clube cerca de 175 milhões de euros. O passivo continua monstruoso e o Porto tornou-se um entreposto de jogadores de classe duvidosa (para ser simpático). Era imperativo fazer o dinheiro circular... O Porto lá emitiu um comunicado patético onde desmentiu 1% das afirmações de M.S.T.
Atente-se na lisura de procedimentos, José Caldeira, irmão de um administrador da SAD, surge mais uma vez como agente envolvido na contratação de Bolatti (como não há dinheiro tem que se voltar a comprar no escuro).
Os portistas, como portugueses, não têm nada a dizer, acham-se eternos devedores ao homem...

O porteiro


Já cá faltava...

La vie en rose


***

Mín. * Máx. *****

8.6.07

Hoje

Entrar no escritório numa segunda-feira de manhã e sair já sexta-feira à tarde.

Que venha Nadal

O que mais deve desmotivar os adversários de Roger Federer é a sua capacidade de acelerar o jogo quando quer e lhe apetece. Mesmo nos jogos mais equilibrados, existe sempre aquela sensação de que, quando for realmente necessário, a pancada vai surgir, seja em top spin, amorti, smash, vólei, numa variedade de soluções apenas ao alcance dos eleitos.
Ainda hoje, contra Nikolay Davydenko, após ter sofrido um break no terceiro set, quando jogava em velocidade cruzeiro, agarrou-se como uma lapa ao jogo de serviço do russo e só descansou quando o quebrou, à sétima tentativa. A partir daí, e com o jogo novamente controlado, foi caminhar pela terra batida até à final, mesmo atravessando um emocionante tie break, com o destino desde logo traçado.
Quando está no seu melhor (que é quase sempre), Federer joga, os outros esforçam-se simplesmente por acompanhar...

P.S. - Como não fiz ponte, achei que merecia chegar mais tarde ao escritório.

Braga para o futuro

Olhando para a actualidade informativa e conversando com as gentes de fora, existem duas marcas que se distinguem e projectam o nome de Braga para além das fronteiras da própria cidade. São elas o Estádio Municipal e a Bragaparques.
Não há dúvida que, cada uma à sua maneira e com especificidades próprias, são dos principais legados de Mesquita Machado para as gerações futuras, símbolos indissociáveis da sua gestão.