31.7.07
30.7.07
As aventuras de Marques Mendes na Ilha da Madeira
No Público de hoje:
«"Onde está esse sacana?" "É tão pequenino que ninguém o vê." "Vem ali atrás...", respondem a Jardim, com Mendes perdido entre militantes.»
«"Uma falha no meu currículo político, na minha vida, uma festa extraordinária", como reconheceu Marques Mendes.
"Isto é mesmo fantástico. É muito melhor do que imaginava", comentava Mendes para os seus colaboradores a quem passava os copos, sem ingerir qualquer bebida.»
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Horácio L. Azevedo
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15:28
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Marcadores Alberto João Jardim, Marques Mendes, política, PSD
Helena Lopes da Costa
Comecei a ouvir falar desta senhora por associação a Pedro Santana Lopes, penso que foi sua vereadora na Figueira da Foz. Acabou convidada pela SIC-N para debates semanais onde fazia par com Vicente Jorge Silva. Dela retive a vacuidade do pensamento, a ignorância confrangedora e sempre me questionei como tal personagem foi lá parar (à SIC-N é claro)!
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Horácio L. Azevedo
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15:22
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Marcadores personagens, política, PSD
Justiça célere
Foi hoje marcada a data de um julgamento que aguardava agendamento há cerca de 10 anos...
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Pedro C. Azevedo
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10:25
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Marcadores justiça
28.7.07
Jornais de fim-de-semana
"Não aparecem candidaturas vindas "de cima" porque não se prevê uma chegada do PSD ao poder a curto prazo." José Pacheco Pereira no Público.
"Uma carreira partidária é hoje uma pura carreira profissional, em que a ideologia e as convicções não contam ou quase nada contam. O objectivo de tomar (eleitoralmente) o estado, de o ocupar e do conservar não permite um debate substantivo ou qualquer ameaça, mesmo ténue, de uma divisão pública." Vasco Pulido Valente no Público.
"Vital [Moreira] elogia hoje toda e qualquer pequena ou grande medida deste governo, qual burocrata propagandista sempre atento e venerador (...) qual controleiro teórico da ortodoxia governativa." José António Lima no Sol.
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Horácio L. Azevedo
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15:24
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Marcadores política
27.7.07
Outros horizontes II
"Diário da crise no PSD escrito em rongorongo (21)" por José Pacheco Pereira no Abrupto, comentando o artigo no Público do contorcionista José Miguel Júdice.
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Horácio L. Azevedo
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17:45
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Copinhos de leite
O politicamente correcto e a formatação da sociedade pelos seus cânones continuam em progressão avançada. Só descansarão quando a sociedade for anódina, amorfa, totalmente previsível, indiferente e irremediavelmente enfadonha, como as suas vidas.
Pelos vistos, a campanha que fala dos benefícios do leite contém a frase que o leite até "tem força que chegue para o grandalhão do 6º B". Como seria de prever, saíram logo a terreiro vozes discordantes, acusando a iniciativa de promover a violência.
Penso que não há nenhum imaginário infantil que não seja povoado pela habitual história inspirada em David e Golias, onde o fraco e oprimido um dia ganha coragem e vence aqueles que o aterrorizavam e maltratavam. Quando era miúdo, li, vi e delirei com incontáveis histórias em que um dia toda a escola se revoltava e decidia dar uma lição ao delinquente que ocupava todo o seu tempo a molestar aqueles que lhe pareciam mais frágeis e inofensivos.
Apesar disso, não me transformei num maníaco sanguinário, psicopata, que resolve todos os problemas à pancada...
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Pedro C. Azevedo
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12:57
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Marcadores sociedade
Outros horizontes
A espuma dos processos judiciais, em "Justiça, apesar de tudo", por Francisco José Viegas, n´A Origem das Espécies.
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Pedro C. Azevedo
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10:05
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Marcadores blogues
26.7.07
Jornalismo
Ler no Correio da Manhã, um excerto das escutas telefónicas entre António Tavares Teles e Pinto da Costa, a combinar uma notícia falsa.
Ler "Um furo jornalístico" por Pedro Marques Lopes, no 31 da Armada. Uma reportagem surreal da revista Sábado sobre a filha mais velha do Presidente de Angola.
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Horácio L. Azevedo
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00:28
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Marcadores Angola, blogues, corrupção, futebol, jornalismo
25.7.07
Outros horizontes
A telegráfica e acutilante análise de Eduardo Pitta ao artigo de Manuel Alegre publicado no Público de hoje, em "Close Reading", no Da Literatura.
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Pedro C. Azevedo
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15:36
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Marcadores blogues
Desculpe!?!....
A directora da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), Margarida Moreira, considerou hoje que a decisão da ministra da tutela de arquivar o processo disciplinar instaurado pela sua direcção ao professor Fernando Charrua "foi bem tomada".
Pelos vistos, o processo disciplinar nasceu sozinho...
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Pedro C. Azevedo
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10:27
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Marcadores Caso Charrua, liberdade de expressão
24.7.07
Arquivado
A ministra da Educação determinou o arquivamento do processo disciplinar ao professor Fernando Charrua, fundamentando:
(...) "a aplicação de uma sanção disciplinar poderia configurar uma limitação do direito de opinião e de crítica política, naturalmente inaceitável numa sociedade democrática, uma vez que as declarações de Charrua não visavam um superior hierárquico directo" mas sim o primeiro-ministro, José Sócrates." (...)
Apenas pergunto e interpretando a contrario:
O que irá fazer José Sócrates com a sua Directora da Regional da Educação do Norte que limita o direito de opinião e de crítica política, de forma naturalmente inaceitável numa sociedade democrática?
P.S. - Obviamente, já nem sequer questiono qual a atitude mais digna que Margarida Moreira poderia tomar.
Sobre este assunto ler as dúvidas de Francisco Joé Viegas, n´A Origem das Espécies.
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Pedro C. Azevedo
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15:23
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Marcadores Caso Charrua, liberdade de expressão
Simplex vs. Notários
Não me parece que se possa exigir ao Estado que providencie emprego para uma determinada classe de profissionais. As profissões devem afirmar a sua utilidade por si, caso contrário deixam de existir. O seu aparecimento deveu-se a necessidades sociais, pelo que, quando estas cessam, nada mais natural que a profissão também desapareça.
Quer isto dizer que me causa sempre grande espanto quando uma certa classe profissional vem protestar, reclamando que o Estado através de uma qualquer medida legislativa lhes está retirar trabalho, mesmo que isso se traduza num benefício para o resto dos cidadãos.
No entanto o que está acontecer com os notários é imoral. Primeiramente, avançou-se com a sua privatização, incitando os notários a investir nos seus próprios cartórios e a contratar o seu próprio pessoal, muitas vezes aliviando os próprios quadros da função pública. Posto isto, começa-se a afastar os notários de quase todos os procedimentos e processos que lhes traziam os potenciais rendimentos que justificaram os seus investimentos. Se houvesse um medidor de boa-fé...
Para piorar a situação, tenho dúvidas que muitas das medidas do Simplex tragam as vantagens e a eficiência que se apregoa. As empresas na hora facilitam a burla e a fraude, desprotegendo os credores e os trabalhadores das empresas. A casa pronta volta a aliviar o controlo sobre a construção civil, uma das actividades que mais foge ao fisco em Portugal, e a adensa ainda mais as nuvens sobre a actividade de mediação imobiliária.
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Pedro C. Azevedo
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11:50
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Outros horizontes
"O PSD enquanto sala de espera", por Francisco José Viegas, no Jornal de Notícias.
As superiores orientações da ASAE e o totalitarismo do séc. XXI, em "Bolas de Berlim com creme", por Helena Matos, no Blasfémias (artigo de opinião do Público de ontem).
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Pedro C. Azevedo
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23.7.07
Dias de sol
Quem estava habituado a consultar as previsões da meteorologia através de sítios da internet, há alguns anos que deparava com a informação acerca dos raios ultra-violeta e sobre a sua intensidade. Diga-se que os valores de então eram exactamente os mesmos que se verificam agora. No entanto essa informação nunca era veiculada pela comunicação social que, mesmo nas vagas de calor, se limitava quase sempre a prever a nebulosidade, o vento e a temperatura.
Acontece que este ano o Verão tem sido bem menos quente e bem mais húmido que o habitual, com evidentes consequências nas idas à praia e, certamente, na compra de protectores solares. Coincidência ou não, não há dia em que o sol espreite que as televisões, as rádios e os jornais não nos atirem em pânico e até à exaustão o índice previsto de raios UV e a necessidade de se cobrir de creme protector.
Não quero com isto passar a ideia que os protectores são desnecessários. Bem pelo contrário. No meu caso são condição sine qua non para poder por o pé na areia. Mas a verdade é que este tipo de publicidade, mais ainda com o contributo desinteressado de especialistas, vale mais do que muitos minutos no intervalo da Floribela e muito mais do que meses e meses de seca. Daí a importância e o poder de quem domina a hierarquia informativa e a vontade de muita gente em criar agências de comunicação...
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Pedro C. Azevedo
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Marcadores agências de comunicação, media, sociedade
22.7.07
Desenvolvimento?
A questão da baixa natalidade é apenas um dos sintomas de um fenómeno muito preocupante que se instalou nas Sociedades ocidentais. A par da baixa natalidade temos também, e em associação, o problema da população idosa. Na minha experiência profissional um número muito significativo de pessoas idosas que observo, encaminhadas para consultas de Psiquiatria, sofrem de uma doença chamada "solidão". O estilo de vida actual é incompatível com o acompanhamento e o apoio aos idosos por parte da família. Ainda que zelosos e interessados, os filhos pouco podem fazer quando as suas obrigações profissionais os obrigam a sair de casa bem cedo e a regressar à noite. Sobre eles recai ainda o peso de educar e prestar assistência às crianças. Não admira, pois, que os idosos fiquem entregues a si próprios, passando dia após dia sozinhos. A resposta que a sociedade actual tem dado a este problema é simplesmente medicalizar a solidão: considerar que a tristeza e a perda de interesse pela vida são "depressão" e portanto, pertencem ao domínio da Medicina, devendo ser tratados como uma doença. Por outro lado, medidas como a institucionalização dos idosos em lares ou o recurso a profissionais que prestam apoio domiciliário, se podem ser, sem dúvida, uma grande mais valia em caso de idosos com significativa incapacidade funcional, parecem estar a ser usadas como mais uma resposta que a Sociedade oferece às famílias para conciliar o estilo de vida actual com a necessidade de prestar assistência aos idosos. Só que esta falsa solução não só adia como também agrava o problema. É que, para atender ao problema dos idosos solitários é necessário recrutar e organizar um sem número de serviços altamente dispendiosos, com o recurso a diversos profissionais que, por sua vez, ficam cada vez menos disponíveis para prestar assistência aos seus próprios familiares. Quer dizer, os idosos estão a ser transferidos do seu ambiente natural, da sua família e do contacto com as pessoas que lhes são afectivamente significativas para serem colocados sob uma assistência "profissional", medicalizada para permitir às suas famílias a continuação de um estilo de vida focalizado na carreira profissional e nos rendimentos económicos. Estará a sociedade actual condenada a um cenário em que as classes etárias economicamente activas, para criar riqueza, têm que abdicar do futuro?
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Joaquim Cerejeira
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Marcadores sociedade
21.7.07
Natalidade
Ontem José Sócrates anunciou algumas medidas de apoio à natalidade, em queda evidente no nosso país. Pelo que li, essas passam por um reforço do abono, principalmente às famílias mais carenciadas.
O que afirmo é de observação empírica, não tenho dados concretos, mas desta vez o alvo não parece o mais correcto. No hospital onde trabalho ocorrem cerca de 3000 partos anuais, uma amostra razoável e também já estive dois anos numa consulta de planeamento familiar. O que tenho observado, é que esta quebra na natalidade, este desejo de não ter filhos, parecem-me muito mais evidentes nas classes sociais favorecidas, como também o desejo em engravidar muito mais tardiamente. Não penso que estas medidas sejam capazes de alterar esta tendência...
Por
Horácio L. Azevedo
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17:29
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Marcadores natalidade, política, Portugal
20.7.07
Despertares
Hoje de manhã, a TSF relatava histericamente esta notícia, acompanhada da reacção sempre inflamada de uma sindicalista.
Dada a gravidade do assunto, pensei que seria destaque em todos os órgãos de informação. Mas enganei-me. Até agora, nenhum fez referência a tal facto, nem encontro o comunicado da revolta em sítio algum.
Tendo em conta o que a casa gasta, aposto que a história está mal contada...
Adenda - As confederações patronais já responderam à notícia.
Por
Pedro C. Azevedo
às
10:16
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