Directas no PSD
Luís Filipe Menezes é o novo líder do PSD.
Independentemente do pouco entusiasmo que Mendes me possa suscitar penso que o PSD caminha alegremente para o abismo. Será que não aprenderam nada com o menino-guerreiro?
Sobre tudo e sobre nada.
Luís Filipe Menezes é o novo líder do PSD.
Independentemente do pouco entusiasmo que Mendes me possa suscitar penso que o PSD caminha alegremente para o abismo. Será que não aprenderam nada com o menino-guerreiro?
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Horácio L. Azevedo
às
01:32
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Marcadores PSD
É o lugar-comum da semana. É triste ver o espectáculo que o maior partido da oposição tem dado com as suas eleições directas. Com a qualidade dos protagonistas, pouco se poderia esperar, é verdade. Penso no entanto que Mendes, apesar de todos os defeitos, tem a qualidade de não ser um sucedâneo de Santana Lopes, que é o que Menezes é. E se o PSD se tem aproximado da credibilidade zero, só falta mesmo o autarca de Gaia vir dar a estocada final.
É dificil ser oposição num país como Portugal, onde grande parte dos interesses gravitam em torno do estado. O PSD está longe do poder e o seu líder será sempre um homem só, enquanto os ventos não soprarem de feição. Se ganhar as eleições em 2009 não passasse de uma miragem, certamente que Menezes e Mendes não estariam a disputar a liderança. E isso nada tem de abonatório para o PSD.
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Horácio L. Azevedo
às
19:28
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Marcadores PSD
A Câmara Municipal de Braga prepara-se para retirar o espaço para o estacionamento automóvel na Rua D. Afonso Henriques, alargando desmesuradamente os passeios.
Quem, como eu, passa nesta rua todos os dias, dificilmente perceberá a decisão. É uma rua com poucas lojas, sendo composta, maioritariamente por escritórios e residências. Apesar de por lá andarem alguns peões, estes estavam longe de se acotovelar para poderem passar ou cruzar-se, já que os passeios que havia anteriormente cumpriam perfeitamente a sua função.
Com isto agrava-se a desertificação do centro histórico. À noite, é um deserto, onde cresce a pequena criminalidade e de onde as famílias desapareceram, abundando os indigentes, os toxicodependentes e os pequenos bandos.
Entretanto, o dono dos parques de estacionamento subterrâneos da cidade vai esfregando as mãos...
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Pedro C. Azevedo
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10:14
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Marcadores Braga
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Pedro C. Azevedo
às
14:01
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Marcadores media, Pedro Santana Lopes, vídeo
Para não variar, A Bola, paladino da verdade desportiva, faz referência, na capa, ao milagre de Fátima, mas nada diz quanto ao roubo da Amadora...
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Pedro C. Azevedo
às
12:26
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Por uma vez, estou de acordo com Pedro Santana Lopes.
Interromper a sua entrevista, em directo, como lhe fizeram ontem na SIC-N, para passar as imagens da chegada de José Mourinho ao aeroporto de Lisboa, que já se sabia que pouco ou nada ia dizer, além de jornalisticamente incompreensível, é um sinal de total desrespeito e desconsideração, mais a mais, se estivermos a falar do anterior primeiro ministro de Portugal.
A sua atitude, irreflectida ou calculada, demonstrou um desprendimento e uma audácia saudáveis, que deveriam começar a ser regra nos bastidores da política, excessivamente refém dos tempos televisivos.
Claro que Santana Lopes também deve pensar se tal aconteceria com qualquer outro ex-primeiro ministro...
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Pedro C. Azevedo
às
10:51
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Marcadores media, Pedro Santana Lopes
Jesualdo, que não aprende com os erros do passado, resolve subestimar um clube da II Liga e põe em campo um equipa sem o mínimo de entrosamento. Claro que deve dar oportunidades a quem não joga mas não precisa exagerar. No final, queixa-se que esta equipa "tinha falta de ritmo". Pois...
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Horácio L. Azevedo
às
21:30
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O PSD vive hoje um drama trágico: a sua própria existência.
Como se já não bastassem as dificuldades típicas de um partido de oposição num país pequeno e tacanho como o nosso e a imagem de um partido à deriva, que não consegue apresentar uma política alternativa ao governo de Sócrates, o espectáculo da eleição do líder tem sido vergonhoso, indecoroso e infame.
Está lá tudo, o caciquismo, órgãos jurisdicionais que parecem decidir ao sabor de quem manda, insultos, enfim, uma espiral de tumultos e casos que seguirá até não restar ponta de credibilidade a quem sair vitorioso.
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Pedro C. Azevedo
às
10:08
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Marcadores PSD
No Público de hoje, o testemunho de colegas de José Sócrates na famigerada Universidade Independente:
"(...) dois alunos lembram um episódio em que o professor António José Morais ordenou que um deles saísse das últimas mesas da sala, para que José Sócrates pudesse estar isolado. Também é recordado o facto de o governante chegar tarde e sair cedo dos exames."
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Horácio L. Azevedo
às
18:25
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Marcadores José Sócrates, Universidade Independente
A UEFA, pelos vistos, está atenta ao recente fenómeno, disfarçado de fair-play, em que os jogadores, seja para parar o ritmo de jogo seja para ganhar alguns segundos, atiram-se para o chão, contorcendo-se e simulando lesões, à espera que os adversários joguem a bola para fora do campo.
Assim, recomenda que os jogadores continuem o jogo, deixando que sejam os árbitros a pará-lo sempre que achem necessário. É de louvar, já que em Portugal esta prática há muito ultrapassou os limites do ridículo.
Noticia do jornal espanhol As
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Pedro C. Azevedo
às
15:48
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Compreendo que o programa de troca se seringas nas prisões deva ser visto à luz de experiências realizadas e, em última análise, tendo em conta que pode salvar vidas. Aliás, o problema do consumo e, consequente, tráfico de drogas tem demonstrado que não há soluções radicais e verdades adquiridas.
No entanto, não deixa de ser uma enorme derrota para o Estado admitir que nem no local onde se deveria sentir a sua autoridade e segurança máximas consegue fazer cumprir as suas regras.
No fundo, aceita-se e cala-se tudo. Os guardas prisionais corruptos, a ineficácia das políticas anti-consumo e por aí fora...
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Pedro C. Azevedo
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18:21
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Marcadores Consumo de droga, prisões
A saída de Mourinho do Chelsea pode fazer regressar à televisão e à Sport tv o melhor comentador que por lá passou...
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Pedro C. Azevedo
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17:30
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Marcadores futebol, José Mourinho, media
É com bastante apreensão que verifico, ano após ano, o aumento das vagas nos cursos de Medicina nas Universidades portuguesas. Quem conhecer o meio reconhecerá facilmente que esta medida, embora acolha elogios generalizados da população, não é mais do que a materialização de uma política mais abrangente. Com efeito, a classe médica está neste momento a ser alvo, depois dos professores e dos advogados, da estratégia de aumentar em excesso a oferta de profissionais. Isso permite ao Governo introduzir medidas no sistema de saúde que não seriam possíveis sem um enfraquecimento premeditado da classe médica. Além disso, a médio e longo prazo, poderá vir até a reduzir os custos com remunerações. A grande questão que me preocupa não é, de modo nenhum a introdução de medidas impopulares para os médicos na reforma da saúde. Antes pelo contrário, penso que elas são importantes e devem ser implementadas para por fim a abusos que todos conhecemos (e que são transversais à função pública). A minha preocupação situa-se nos efeitos graves que o enfraquecimento do poder da classe médica poderá vir a ter na relação médico-doente. Qualquer acto médico tem que ser centrado numa relação de confiança entre o doente e o médico, relegando a instituição hospitalar para um papel de suporte e de integração dos cuidados de saúde. No entanto, o que se tem vindo a assistir é uma transformação progressiva do médico num técnico que presta unicamente um serviço numa empresa (hospital) a um cliente que a ela recorre (doente). A relação médico-doente está assim a ser substituída pela relação hospital-cliente. Receio que esta alteração, embora possa ser atraente para alguns decisores políticos, não beneficie médicos ou doentes.
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Joaquim Cerejeira
às
22:00
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Se o futebol masculino anda sempre rodeado de polémica, mais que não seja por causa das arbitragens, o futebol feminino não quer fugir à regra. Assim, há quem ponha em causa, imagine-se, o sexo das ou dos (?!) participantes, no Mundial que se está a disputar na China.
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Pedro C. Azevedo
às
15:36
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Marcadores futebol feminino
Não posso estar mais em desacordo com a abordagem do meu amigo e colega bloguistico Horácio.
Como todos vamos escutando incessantemente, a selecção nacional é a única amadora nesta competição (Rugby World Cup):
O râguebi é uma modalidade em que uma pequena diferença de performance nas equipas se reflecte inequivocamente no resultado. Ao contrário do futebol, onde uma vitória de uma equipa bastante mais fraca é, ainda assim, possível, no râguebi quem está mais bem preparado ganha. Apenas equipas de nível bastante próximo podem discutir um resultado: nem que Portugal jogasse 100 vezes seguidas contra a Nova Zelandia conseguiria (com a preparação actual) vencer um jogo.
Gostaria ainda de assinalar a emoção deste último jogo (PT-NZL) e a proeza do resultado com o placard final entre Nova Zelândia e Itália: 76-14. Relembro que a Itália faz parte, já há alguns anos, do mítico Torneio das 6 Nações...
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José Augusto Lucas
às
12:31
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Marcadores rugby, selecção nacional
Nas cidades portuguesas é rara uma rua alcatroada cujo tapete esteja em boas condições para o trânsito de veículos. Os buracos e os desníveis provocados pelo aluimento ou pelas tampas de saneamento teimam em conferir um ar mais exótico às nossas ruas.
No entanto, nas poucas que ainda conseguem resistir às chuvas, à má construção ou ao abandono, ninguém resiste à tentação de colocar barreiras e lombas, fazendo com que mesmo os menos adeptos de jipes (como eu) acabem sempre por pensar na sua utilidade.
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Pedro C. Azevedo
às
18:17
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Marcadores sociedade
O aparecimento desregrado de cursos de Direito nas universidades privadas levou a que a média de acesso nas universidades públicas tenha vindo a baixar nos últimos anos, com reflexos evidentes no nível de alguns profissionais ligados ao mundo jurídico.
No entanto, e contrariando esta tendência, a Escola de Direito da Universidade do Minho obteve este ano uma subida de cerca 1,5 valores na nota mínima de candidatura mais elevada, com 152,6, a mais alta de todas as faculdades públicas do país.
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Pedro C. Azevedo
às
17:44
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Marcadores Braga, Direito, Universidade do Minho
Não sou um entendido em rugby mas estou a gostar de ver os jogos do campeonato do mundo. Mas por amor de Deus, não tentem vender as derrotas inequívocas da nossa selecção como proezas. É patético ver a nossa imprensa encontrar mérito em qualquer desempenho de Portugal.
P.S. - Fica o conselho para os jogadores de futebol, da próxima vez que cantarem o hino, têm que berrar e franzir a cara de sofrimento, é um dos novos índices de patriotismo e parece que cai bem...
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Horácio L. Azevedo
às
15:26
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Marcadores rugby
O Público de sexta-feira noticiava que a câmara de Braga aprovou a constituição de uma sociedade anónima para a realização de obras em instalações desportivas com a ajuda de um parceiro privado, sendo a autarquia detentora de 49% do capital. Isto é uma metáfora dos reais objectivos câmara de Braga, realmente vocacionada para a construção civil, que sempre pareceu o desígnio último da autarquia.
Vai ser curioso, dentro de alguns anos, verificar a quantidade de guetos, zonas urbanas degradadas que esta política autárquica ajudou a criar. Abortos urbanísticos como o Fujacal, Lamaçães, etc. já não fogem ao destino!
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Horácio L. Azevedo
às
12:49
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Marcadores autarquias, Braga
Vítor Serpa, director do jornal A Bola, é autor dos editoriais mais vazios do jornalismo desportivo português. Tal como o seu pai, Homero Serpa, autor de inenarráveis e pretensiosas crónicas no mesmo jornal, deve ser daqueles sócios do Belenenses que só pensa no Benfica. Dá sempre jeito, o Belenenses é um clube simpático, muitos árbitros usam a mesma estratégia. Geralmente, liberta-se do vácuo dos seus editoriais para incensar o Benfica, é autor de uma hagiografia de Luís F. Vieira publicada no seu jornal. Agora defende Scolari contra os intelectuais da bola. A Bola (o Record já faz parte do anedotário) é sempre cáustica a diagnosticar os males do futebol português (o F.C. Porto é a grande causa) mas um seleccionador de futebol agredir um jogador é quase um fait-divers. Principalmente quando o currículo da nossa selecção, em matéria disciplinar, é a vergonha que se sabe.
(post editado às 11:00 de 16/9/2007)
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Horácio L. Azevedo
às
11:51
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