Outros horizontes
A habitual lucidez de maradona, na análise do espectáculo desportivo, comentando o Sporting - Porto, do último domingo, em Instituto Sportinguista de Estatística, n´A Causa Foi Modificada.
Sobre tudo e sobre nada.
A habitual lucidez de maradona, na análise do espectáculo desportivo, comentando o Sporting - Porto, do último domingo, em Instituto Sportinguista de Estatística, n´A Causa Foi Modificada.
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Pedro C. Azevedo
às
12:17
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Marcadores blogues
Ouço na SIC-N, a actriz/encenadora Lúcia Sigalho a comentar o nomeação de Pinto Ribeiro para ministro da cultura: "é um jurista brilhante". No mínimo...
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Horácio L. Azevedo
às
22:45
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O segundo golo do Sporting é claramente irregular. A televisão demorou a mostrar. Os comentadores assumem com relutância. Nós sabemos como é a história ao contrário.
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Horácio L. Azevedo
às
20:40
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Marcadores futebol
A sociedade americana, como é do conhecimento de todos, é extremamente consumista e liberal, no entanto, nunca imaginei que fosse obsessiva. Estou aqui há cerca de quinze dias e já compreendi porque aconteceu esta hecatombe do sub-prime. É facílimo que um americano sem rendimentos, fiadores, imóveis, ou outro tipo de garantias, como sejam as contas poupança, peça um empréstimo para a compra de uma casa. Estas acções aconteceram de há três anos para cá, daí que ninguém saiba as verdadeiras consequências para os bancos, e aguardando pacientemente que as próximas vítimas não sejam as empresas de cartões de créditos, American Express, Visa, MasterCard, etc. No entanto, o mais grave disto, é que os governantes estimulam a economia americana com cada vez mais “injecções” de capital vindo dos países do Golfo Pérsico, logo mais consumos. Principalmente por uma questão cultural, o que me deixa mais perplexo é que ninguém pode dizer a um americano que está a gastar mais do que deve e que tem que moderar o seu consumo. Esta atitude obrigaria a uma surpreendente pergunta: “Are you a communist???”
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João Cruz Vilaça
às
18:45
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A semana passada a TVI fez uma reportagem sobre pretensos escândalos no SNS. Um dos casos era referente ao serviço onde trabalho. Após consulta do processo constatamos que não passava de uma mentira absoluta da queixosa. Invenção pura misturada com ignorância...
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Horácio L. Azevedo
às
22:02
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Marcadores jornalismo, TVI

Ainda atrasei um pouco a manhã, mas o susto da semana passada, a expressão de Federer, o desperdício do jogo de serviço que lhe daria o primeiro set e os dois breaks seguidos de Djokovic cedo mostraram que hoje não era dia.
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Pedro C. Azevedo
às
11:27
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Marcadores Roger Federer, ténis
Menezes e Santana Lopes finalmente reconheceram que a única maneira dos eleitores os compreenderem é contratando uma agência de comunicação.
Quem é que se submeterá às próximas directas, Cunha Vaz ou os associados?
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Pedro C. Azevedo
às
10:14
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Novo motor de busca que está a ser mais utilizado pelos americanos em detrimento do Google. Na minha opinião, mais intuitivo:
ask.com
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João Cruz Vilaça
às
21:37
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Marcadores Boston, motor de busca
As melhores contratações:
- Compra dos restantes 50% do passe de Lisandro López, por € 4 milhões
- Renovação do contrato de Ricardo Quaresma até 2011
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Pedro C. Azevedo
às
18:59
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Após estar aqui uma semana, começo a “embrulhar-me” nos acontecimentos desportivos desta cidade cheia de campeões. Aqui, existem três equipas que estão no topo das suas modalidades. No Basebol, os Red Sox são actualmente os campeões, o que já não acontecia desde 1918. No Basquetebol, os Boston Celtics são considerados a melhor equipa do campeonato, sendo um dos mais fortes candidatos ao título. No entanto, é no futebol Americano e mais concretamente a equipa dos New Engand Patriots (mais conhecidos por “Pats”), que suscita mais regozijo e entusiasmo. Este fim-de-semana cometeram mais uma das suas proezas, vão na sua 18 vitória consecutiva, apurando-se assim para a final, a tão conhecida SUPERBOWL, que se realizará no Arizona no dia 3 de Fevereiro onde defrontarão os New York Giants. Embora não seja simpatizante destas modalidades, não consigo ficar indiferente a esta euforia, pois, pela primeira vez, uma cidade poderá ter Campeões nas três modalidades mais importantes nos Estados Unidos. Por tudo isto, só me resta dizer “Go Pats”!!
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João Cruz Vilaça
às
23:22
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Isto passou-se na saída de Paulo Teixeira Pinto do BCP, justificando os valores envolvidos:
Em Setembro, o ex-CEO acabaria por renunciar ao lugar, que ocupava há mais de dois anos, garantindo uma indemnização à cabeça de 10 milhões de euros, o que o impede de voltar a exercer funções em instituições bancárias concorrentes. Teixeira Pinto garantiu ainda o pagamento (ao casal) de uma pensão anual vitalícia da ordem dos 500 mil euros. Ou que dá 35 mil euros por mês, 14 meses por ano.
A Caixa Geral de Depósitos, por seu lado, não só aceitou pacificamente a saída do seu presidente para a presidência de um banco rival, como ainda votou nele para esse cargo na assembleia geral de accionistas desse banco.
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Pedro C. Azevedo
às
11:04
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Se este caso tivesse ocorrido na Portela, o avião aterraria na Av. Roma...
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José Augusto Lucas
às
14:40
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Marcadores aeroporto
Ontem, quando via alguns minutos da entrevista de Pedro Santana Lopes na SIC-N, tive a oportunidade (que sorte) de ouvir pela enésima vez como o destino foi cruel com o ex-primeiro ministro, as traições, as perseguições. O Job da política nacional à espera do reconhecimento das suas inúmeras provações, Deus tenha misericórdia e acabe com o sofrimento do homem. Lamentou também a falta de representatividade do PSD na comunicação social, Pacheco Pereira e Marcelo só dizem mal do partido, o PS tem Coelho e Vitorino.
Entretanto, parece que Menezes sugeriu esse grande vulto da política que é Ribau Esteves para comentador. Esqueceu-se das vezes que temos agora que gramar com outro imperador da intelectualidade, Marco António Costa. Prefiro o macaco Adriano...
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Horácio L. Azevedo
às
20:59
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Marcadores Luís Filipe Menezes, Pedro Santana Lopes, política, PSD
Santos Ferreira - 283 votos
Miguel Cadilhe - 560 votos
Como a matemática nem sempre é simples, Santos Ferreira é o novo presidente do conselho de administração do BCP, eleito com 97,76 dos votos dos accionistas presentes.
À partida, a diferença entre o número de votos e a representatividade do capital pode parecer chocante, mas só a demagogia pura e a desonestidade intelectual podem levar a que se ponha em causa a justiça da votação. Bem diferentes são as ilações que podemos tirar de toda esta história. A iniciativa privada em Portugal não passa de uma história para adormecer meninos e enfeitar debates na televisão. Na hora da verdade, ter o beneplácito do Estado e do poder vigente é que conta, por mais forte e independente que a instituição apregoe que é.
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Pedro C. Azevedo
às
10:47
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Marcadores BCP
Ao abrir uma conta num banco americano, deparei com a simplicidade e total confiança que depositam, fazendo inveja a qualquer defensor do plano simplex do nosso Primeiro Ministro. Não exigem nenhum comprovativo de morada, contacto ou fiador, só o passaporte ou bilhete de identidade. Todo este processo leva cerca de 10 minutos e saímos do banco com tudo tratado e na mão, cartão de débito, cartão de crédito e cheques. No entanto, curioso e interessante é que podemos escolher o tipo de decoração nos cheques, cartões de débito e crédito. O assistente comercial dá-nos um catálogo, com cerca de 20 páginas (mais de 400 opções), com os mais diversos motivos, no cheque e nos cartões, com a Barbie, o emblema do nosso clube, as corridas de Nascar, os Marretas, a Pato Donald , os Invencíveis, CSI Miami, o nosso monograma, enfim, um sem número de opções. Pena foi ter escolhida a opção – sem decoração, hoje “brilhava” ao passar um cheque para pagar a conta no supermercado com a imagem do Winnie The Pooh!!!
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João Cruz Vilaça
às
01:49
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De uma só vez e no mesmo dia, o governo deixou cair duas promessas eleitorais, o referendo ao novo tratado europeu e o aeroporto na OTA, com a justificação de que as condições se alteraram.
E a verdade é que com isso conseguiu abafar a contestação que ambas medidas podiam gerar, na medida em que a consternação foi selectiva. Houve quem apenas ficasse indignado com a falta de referendo e houve quem escolhesse o novo aeroporto como motivo de choque.
Alcochete e ratificação parlamentar foram as palavras mágicas que, à la carte, acabaram por agradar a todos...
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Pedro C. Azevedo
às
15:43
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Marcadores política
"É só fumaça" por Paulo Gorjão, n'O Cachimbo de Magritte.
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Horácio L. Azevedo
às
12:56
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Marcadores blogues
Após uma despedida extremamente difícil da pessoa mais importante da minha vida e depois de uma viagem com alguma turbulência, finalmente cheguei ao meu destino, Boston, capital do estado de Massachusetts, para efectuar um velho sonho, tirar um Master Business Administration. Embora tenha uma formação essencialmente técnica, o meu percurso profissional levou-me para as áreas de gestão operacional. Não estou de acordo com muitos dos nossos ilustres gestores-engenheiros de grandes empresas portuguesas que afirmam que um bom engenheiro, se não é gestor ao fim de cinco anos do inicio da sua vida profissional, é um fracassado. Existem excelentes engenheiros técnicos e excelentes engenheiros gestores, a maior parte das vezes depende das oportunidades que surgem nas nossas carreiras. Por tudo isto, e principalmente porque gosto de economia, decidi tirar esta graduação que nos obriga a estudar casos práticos de empresas que atingiram e porque atingiram os sucessos nos seus negócios. Embora seja muito difícil estar aqui sozinho, no entanto, temos que continuar a progredir na nossa carreira e continuar a perseguir os nossos objectivos. Nada como ter uma mulher ao nosso lado que nos apoia e principalmente que nos ensina que na vida devemos lutar pelos nossos sonhos e que o comodismo é inimigo do sucesso. Espero conseguir algum tempo para escrever e contar, aqui, algumas das peripécias que, de certeza, me irão acontecer, principalmente os choques culturais entre nós, europeus, e os descendentes do “Uncle Sam”.
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João Cruz Vilaça
às
14:02
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Marcadores Boston
A apresentação da decisão preliminar do governo foi extremamente incompleta em alguns pontos:
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José Augusto Lucas
às
08:58
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Contribuindo para a histeria nacional sobre a nova lei de tabaco e apesar de, pesem embora alguns exageros, a lei chamar a atenção para alguns aspectos importantes, parece-me totalmente descabido pôr a polícia a responder a chamadas e a controlar o seu incumprimento.
Num país em que, a maior parte das vezes, os agentes da polícia são demasiado raros, penso que estes terão tarefas bem mais importantes a desempenhar...
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Pedro C. Azevedo
às
12:13
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Marcadores lei do tabaco
Portugal é um país de sonho. A lei do tabaco e a ASAE são os nossos principais problemas...
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Horácio L. Azevedo
às
18:37
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"Liberalismo de pacotilha" por Pedro Magalhães, no Público (link só para assinantes). Consultar excertos no Da Literatura.
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Horácio L. Azevedo
às
18:33
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Já é tradição televisiva nesta altura do ano a reportagem sobre as crianças-fumadoras numa aldeia recôndita de Mirandela.
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Horácio L. Azevedo
às
18:29
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Marcadores sociedade
Vasco Pulido Valente acha que Cavaco se esqueceu da lei do tabaco na mensagem de fim-de-ano.
Miguel Sousa Tavares escreveu o centésimo artigo sobre a vil perseguição aos fumadores.
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Horácio L. Azevedo
às
14:36
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Horácio L. Azevedo
às
11:31
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Marcadores Armando Vara, BCP, economia
Na edição on-line d´A Bola:
Olhanense perde Álvaro Magalhães
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Pedro C. Azevedo
às
18:51
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Retomo a ideia do último post, a verdade é que mesmo considerando as peripécias desse super-boy Vara (que entretanto até já arranjou defensores respeitáveis na blogosfera), o que preocupa nesta história é que está em curso uma investigação a uma instituição. Não é possível separar aqui o BCP da sua administração, se a administração agiu ilegalmente a própria instituição também será penalizada. Assim, como lembrou Pacheco Pereira na Quadratura do Círculo, em contraponto à versão Alice no País da Maravilhas do previsível Jorge Coelho, a solução actual para agradar o PS também será uma medida preventiva para eventuais sanções.
Pouco há para dizer sobre a actuação de Luís Filipe Menezes neste caso. Com esta visão de dividir os despojos, cada vez menos se espera da personagem.
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Horácio L. Azevedo
às
16:39
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O BCP prepara-se para ser alvo de uma auditoria por parte do Banco de Portugal.
Posto isto, a nova administração do BCP prepara-se para ter fortes ligações ao partido e ao governo em funções, nem sequer faltando um dos mais conhecidos boys nomeado por José Sócrates, Armando Vara.
Por
Pedro C. Azevedo
às
18:46
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Segundo a Agência Financeira: "Armando Vara vai acompanhar Carlos Santos Ferreira na nova administração do Millennium bcp (...)".
Certamente a competência não será o critério para tal escolha...
Ler "um BCP latino-americano" por João Gonçalves, no portugal dos pequeninos.
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Horácio L. Azevedo
às
19:59
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Marcadores economia
Até se pode compreender a frustração de António Salvador pela fraca adesão de adeptos nos jogos mais importantes do Braga, mas não me parece que menorizar constantemente o clube relativamente ao seu maior rival seja a melhor solução.
Além de hostilizar os adeptos mais fiéis, quebra qualquer entusiasmo, sempre necessário para trazer novas gentes.
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Pedro C. Azevedo
às
10:29
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Marcadores SC Braga
Uma das regras da política, sem excepção e qualquer que seja o partido no poder, é que o governante em funções apenas é responsável pelo fim e pela inauguração da obra, os atrasos e as derrapagens ficam sempre para quem foi embora.
A alternância no poder tem coisas óptimas, mesmo para os políticos...
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Pedro C. Azevedo
às
17:14
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Independentemente das certezas de que os investigadores possam ter no âmbito da Operação "Noite Branca", que país é este em que um ministro da Justiça felicita antecipadamente a polícia pela detenção de uma dúzia de cidadãos (por muito que me custe utilizar a palavra), sem que estes sejam previamente sujeitos a julgamento?
Repito, não é são as detenções que estão em causa, mas a euforia ministerial. Tudo isto no mesmo país onde Paulo Pedroso foi recebido em apoteose na Assembleia da República, após ter cessado a sua prisão preventiva.
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Pedro C. Azevedo
às
10:52
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É assim (a imagem do lado direito) que o escudo do Barcelona tem sido apresentado nalguns países muçulmanos, para não ferir o orgulho religioso das populações. Como a cruz poderia ser um símbolo provocatório do cristianismo e relembrar as cruzadas, simplesmente, optou-se por retirá-la, mesmo que isso tenha significado desfigurar um dos símbolos de maior prestígio e tradição da Catalunha.
E veio isto de uma das regiões em que não se cansa de gritar pela autonomia, que preserva a todo o custo um idioma próprio e em que orgulho em ser catalão faz parte da cartilha desde o berço.
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Pedro C. Azevedo
às
15:47
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Marcadores sociedade
Afinal, a expedição ao México era uma manobra de diversão. Parece que já descobriram a raiz do problema. A águia Vitória que se cuide...
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Pedro C. Azevedo
às
11:53
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É a ideia que nos vem à cabeça depois de vermos as ruas do centro da cidade de Braga, segunda-feira pela manhã, logo após um Domingo natalício...
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Pedro C. Azevedo
às
10:13
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Foi com preocupação que recebi a notícia da vitória do Dr. Miguel Leão nas eleições para bastonário da Ordem dos Médicos, felizmente sem maioria absoluta. Há 3 anos, critiquei aqui as invertevenções do agora candidato quando participava na campanha do Dr. José Miguel Boquinhas. Infelizmente não pude votar nestas eleições (devido ao facto de me encontrar em Inglaterra). Mas na segunda volta não pactuarei com um candidato que pretende transformar a Ordem dos Médicos num sindicato e usá-la como instrumento de acção política. O que os médicos menos precisam neste momento é de uma OM desfigurada e populista que abandone, em favor de interesses corporativos, o seu papel único de auto-regulação da prática da Medicina.
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Joaquim Cerejeira
às
11:46
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Marcadores Ordem dos Médicos, saúde

Clicar na imagem para aumentar
(Via 31 da Armada)
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Pedro C. Azevedo
às
10:49
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Marcadores China, Jogos Olímpicos
Pouco há para dizer relativamente à atitude do deputado Raúl dos Santos, um alentejano eleito pelo círculo do Porto, que usou a imunidade parlamentar para se recusar a fazer um teste de alcoolemia. A falta de vergonha e o chico-espertismo de alguns são infinitos...
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Horácio L. Azevedo
às
19:13
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Marcadores política

Talvez por pensarem que as crianças serão o único destinatário do filme é que pode explicar que a publicidade portuguesa do filme A História de Uma Abelha (que ainda não vi), omita que foi escrito e tem como voz principal Jerry Seinfeld. Trocar Jerry Seinfeld pelos criadores do Shrek até pode justificar em termos comerciais em Portugal, mas esquecer aquele é que um dos mais (se não o mais) brilhantes comediantes é revelar ignorância.
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Horácio L. Azevedo
às
19:02
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Depois de ter deslumbrado os adeptos portistas, Léo Lima continua a somar prémios...
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Pedro C. Azevedo
às
19:01
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Marcadores futebol
António José Teixeira é o novo director da SIC Notícias.
Mais um canal a fazer verdadeiro serviço público?
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Pedro C. Azevedo
às
16:19
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Só ontem tive oportunidade de ler a entrevista intimista de José Sócrates ao El País e que foi publicada na Única deste fim-de-semana.
Apenas uma dúvida: as questões foram colocadas antes ou depois do nosso primeiro-ministro responder?...
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Pedro C. Azevedo
às
11:52
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Marcadores José Sócrates
"Futebolite", por Francisco José Viegas, n' A Origem das Espécies.
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Pedro C. Azevedo
às
11:47
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Marcadores blogues
Com a normalidade das grandes equipas, o FC Porto conseguiu o apuramento para a próxima fase da Liga dos Campeões. É um motivo de satisfação para os adeptos, mas está longe de justificar grandes comemorações.
Essa tem sido a grande diferença em relação aos seus rivais internos. Habituado a um elevado grau de exigência que não desculpa os jogadores com arbitragens (mesmo quando lhe são desfavoráveis, como ontem) ou os fracassos com fatalidades do destino, o Porto tem sabido cultivar uma mentalidade que lhe permite conviver com o sucesso com naturalidade.
Hoje não há capas dos jornais onde se fala já da final ou de mais uma gloriosa epopeia. Ontem não houve especiais televisivos, onde velhas glórias já gastas falaram da marca e da instituição.
O Porto tem Quaresma, Lisandro, Lucho, Bosingwa, Paulo Assunção e Bruno Alves. O Porto passou, fez o que lhe competia e agora está entre iguais.
Por
Pedro C. Azevedo
às
10:39
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«Depois de o Tribunal Central de Instrução Criminal ter decidido pronunciar o autarca [Isaltino Morais] por sete crimes de participação económica em negócio, corrupção, branqueamento de capitais, abuso de poder e fraude fiscal, Isaltino Morais adiantou aos jornalistas que vai continuar a trabalhar "tranquilo como sempre" e "em prol do cidadão", tendo agora a possibilidade de se defender "no sítio certo".»
É importante lembrar, que Carlos Carreiras, o novo líder da distrital de Lisboa do PSD, já afirmou que deseja o regresso do bom Isaltino ao partido.
Por
Horácio L. Azevedo
às
21:10
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Marcadores autarquias, corrupção
Desculpem, mas durante o fim de semana nunca consegui levar a sério uma reunião onde alguns dos maiores ditadores, assassinos e genocidas do mundo de hoje, acompanhados das suas luxuosas e faustosas cortes, discutiram direitos humanos.
Por
Pedro C. Azevedo
às
10:17
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Marcadores Cimeira UE - África
Para lembrar que o Herman nem sempre foi o Roberto Leal. Genial!
Via 31 da Armada.
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Horácio L. Azevedo
às
00:30
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Marcadores vídeo
"Lendo Vendo Ouvindo Átomos e Bits de 8 de Dezembro" por José Pacheco Pereira, no Abrupto.
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Horácio L. Azevedo
às
13:47
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Marcadores blogues
Têm surgido algumas reacções de perplexidade por parte de alguns comentadores pelo facto da derrota de Chávez ter provocado um enorme alívio, em oposição à quase ausência de preocupação pela vitória de Putin nas legislativas russas. A verdade é que ambos ameaçam os regimes democráticos dos seus países, sendo que, à partida, a Rússia pode tornar-se um problema bem maior para o mundo do que a Venezuela.
Obviamente, este tratamento não é difícil de explicar. Chávez com as suas inanidades, declarações folclóricas e desbocadas, ao melhor estilo latino-americano, consegue muito mais facilmente a atenção dos média, despertando ódios e paixões. Como prémio, é, a par de Fidel Castro, o líder mais conhecido da América Latina. Quantos de nós se recordam do nome do seu antecessor, Rafael Caldera, sem pesquisar na internet?
Putin, mais inteligentemente, prima pela discrição, com o seu ar circunspecto, de poucas palavras. Esta postura, além de lhe conferir uma aura misteriosa e um carácter sinistro, permite-lhe escapar à atenção dos meios de comunicação social que procuram sempre o ruído e o burlesco.
Além disso, convém também não esquecer que muitos no Ocidente cresceram e viveram com a Rússia (através da ex-URSS) como sendo uma ameaça, pelo que, até por esse lado, Putin não traz grandes novidades.
Por
Pedro C. Azevedo
às
12:02
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Marcadores Hugo Chávez, Rússia, Venezuela, Vladimir Putin
Hugo Chávez já fez saber que submeterá a sua reforma constitucional a novo referendo. Aliás, calculo que seja submetido as vezes que forem necessárias até à sua aprovação. Vale a pena transcrever a reacção de um democrata, como muitos não hesitaram em chamar-lhe.
Via SIC Online
"Foi uma vitória de merda e a nossa uma derrota de coragem", afirmou Hugo Chávez num discurso pronunciado no Palácio presidencial de Caracas e transmitido pela televisão oficial VTV.
"Para mim foi a melhor derrota", porque uma "vitória pírrica (...) teria antes sido catastrófica" e "a esta altura o país estaria incendiado e nunca teria ficado claro quem ganhou".
"As dúvidas, e com razão, teriam sido dirigidas contra mim", sustentou.
Por
Pedro C. Azevedo
às
18:21
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Marcadores Hugo Chávez, Venezuela
Parece que vamos acabar por "acatar" a decisão (sobre a localização do novo aeroporto) sem nunca ter visto qualquer análise sistemática/científica sobre as alternativas existentes.
Pelos vistos, não interessa muito fazer um levantamento de critérios, uma atribuição de ponderações a cada critério, uma avaliação dos critérios para cada alternativa e um quadro conclusivo de apoio à decisão... e, não menos importante, uma explicação simples e clara (à população) do método seguido!
Os nossos governantes estão-se pura e simplesmente nas tintas para a teoria da decisão!
Por
José Augusto Lucas
às
16:43
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Por que razão qualquer medida presente que vise acautelar o futuro implica ir-nos ao bolso?...
Por
Pedro C. Azevedo
às
15:50
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Marcadores sociedade
Os apoiantes de Chávez, principalmente os mais envergonhados, têm apresentado a derrota do referendo como uma das provas que, afinal, a Venezuela é uma democracia.
Permitam-me discordar. A Venezuela ainda é uma democracia, pesem embora as tentativas do actual presidente em acabar com ela.
E, repito, as suas declarações de derrota estão longe de poder sossegar os que, aparentemente, saíram vitoriosos.
Por
Pedro C. Azevedo
às
13:38
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Marcadores Hugo Chávez, Venezuela

Quem fizesse fé no principal título do jornal Público (edição impressa) de hoje, ficaria seriamente baralhado com as expressões de alívio demonstradas pela maioria de nós..
Pelos vistos, já deram com o erro...
Por
José Augusto Lucas
às
14:38
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Marcadores jornalismo
Hugo Chávez perdeu o referendo que lhe poderia conferir poderes ilimitados e que, certamente, seria o caminho irreversível para a ditadura.
Resta saber como irá Chávez acatar a decisão do povo venezuelano. Já por diversas vezes demonstrou não ter grande apego aos valores democráticos e a tentação para valorizar os 49% que votaram a seu favor, esquecendo a maioria que o recusou, deverá ser grande.
À partida, e apesar ter dito que iria respeitar os vencedores, a afirmação do presidente dizendo que se tratava de uma vitória de Pirro não augura nada de bom...
Por
Pedro C. Azevedo
às
11:10
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Marcadores Hugo Chávez, Venezuela
O pior do acidente de ontem é que o descalabro deu-se quando Jesualdo começou a voltar à equipa habitual. Quase lhe dá a razão para as estapafúrdias mudanças efectuadas no onze.
O problema é que o Porto nunca entrou no jogo, com excepção do fantástico Lisandro, de Bosingwa e dos últimos 15 minutos da primeira parte. Mas, valha a verdade, nunca se cansou de oferecer brindes...
Por
Pedro C. Azevedo
às
10:20
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O caso da morte ocorrida após uma agressão em plena sala de espera no Serviço de Urgência dos Hospitais da Universidade de Coimbra é um episódio chocante que deve merecer uma profunda reflexão. Independentemente das conclusões da autópsia e do estabelecimento de um nexo de causalidade entre a agressão e a morte da agredida, não é admissível que episódios de violência ocorram perante a passividade de elementos da segurança do hospital. Se é certo que casos com tal gravidade são raros e excepcionais, como diz o Director do Hospital, Prof. Fernando Regateiro, quem trabalha no SU dos HUC ou de qualquer outro hospital sabe bem que a violência para com profissionais e outros utentes é um fenómeno diário. Para além da elevada tensão emocional dos utentes e do stress dos profissionais, que por si só já são favorecedores de alguma conflitualidade, acresce que um SU é um local frequentado por doentes com perturbações mentais, sobretudo toxicodependentes em crises de abstinência que facilmente se tornam agressivos. É portanto um local em que se conjugam factores que exigem atenção especial em relação à prevenção dos fenómenos de violência. Os agentes de segurança colocados no SU devem estar devidamente preparados para actuar quando necessário nestas situações. Infelizmente, receio que muitos destes profissionais não sejam mais do que porteiros que usam toda a sua autoridade para barrar a entrada aos acompanhantes dos doentes...
Por
Joaquim Cerejeira
às
19:53
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Pedro Moutinho, líder da Juventude Popular, decidiu soltar estas pérolas a propósito da comemoração do 25 de Novembro. A vacuidade dos jotas, no seu melhor...
No almoço do CDS/PP que assinalou o aniversário da operação militar do 25 de Novembro de 1975, na Amadora, Pedro Moutinho disse ser preciso "apontar com frontalidade" alguns dos principais responsáveis por actos como os "sequestros e incêndios às sedes do CDS/PP logo após a revolução de Abril de 1974 e que continuam hoje no activo".
"Falo do actual presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que mais tarde se renderia às virtudes do capitalismo. Falo também das bombas das FP 25 de Abril e de políticos actuais como Francisco Louçã, Luís Fazenda, Jerónimo de Sousa, Odete Santos e Bernardino Soares", referiu o dirigente centrista.
Segundo os registos da Assembleia da República, o actual líder parlamentar do PCP, Bernardino José Torrão Soares, nasceu no dia 15 de Setembro de 1971, tendo por isso quatro anos quando se deu o 25 de Novembro de 1975.
Já em relação às Forças Populares 25 de Abril - organização citada pelo líder da JC como estando na mesma linha política do Movimento das Forças Armadas -, não consta nenhum registo de que tenham actuado em 1975. Esta organização conotada com a extrema-esquerda terá sido formalmente fundada em 1980 (no período do primeiro Governo da AD), ano em que começou a desenvolver a sua actividade.
Por
Pedro C. Azevedo
às
10:35
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Marcadores JP, Pedro Moutinho, política
"Da Roma Portuguesa" na Avenida Central.
Por
Horácio L. Azevedo
às
11:53
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Não, nós é que somos burros que continuamos a permitir que um boçal, principescamente pago, continue a pavonear a sua má-educação. A subserviente imprensa portuguesa conseguirá, certamente, encontrar (mais) uma desculpa para o injustiçado Scolari.
Por
Horácio L. Azevedo
às
16:29
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A análise ao futebol escocês, com um pequeno apontamento ao seleccionador inglês, em "Tradução quase Simultânea do que aconteceu hoje", por maradona, n' A Causa Foi Modificada.
Por
Pedro C. Azevedo
às
09:53
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Marcadores blogues
Já sabem, nada de incomodar os meninos que hoje à noite vão fazer-nos o favor de jogar contra a Finlândia...
Por
Pedro C. Azevedo
às
11:23
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Marcadores futebol, selecção nacional
Depois da última pergunta ter acabado num empate sobre quem teria vencido o debate parlamentar, aqui fica uma nova pergunta, frequentava um restaurante sabendo que o cozinheiro era portador do HIV? Salvaguardo que discordo da decisão do Tribunal da Relação em confirmar o despedimento do cozinheiro seropositivo.
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Horácio L. Azevedo
às
19:20
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Marcadores pergunta da semana
Ontem no P2, afirmava Boaventura Sousa Santos, simpatizante das políticas de Hugo Chávez: "que tem certos aspectos excessivos que também não me agradam , coisas desnecessárias que fazem com que a opinião pública mundial seja distraída com estes fait-divers (...)"
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Horácio L. Azevedo
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19:15
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Marcadores Hugo Chávez
Como sempre acontece, com o aparecimento das primeiras chuvas, há um acidente de 100 em 100 metros na VCI e no acesso à A3, no Porto.
É assim tão difícil recordar como se conduzia há meia dúzia de meses atrás...
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Pedro C. Azevedo
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15:57
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Marcadores sociedade
'Mr Perfecto' no dejó resquicio alguno para la sorpresa y endosó al fiero alicantino un contundente 6-2, 6-3 y 6-2 con una magistral lección de tenis. (...)Un reconocimiento sincero de la superioridad manifiesta mostrada por el suizo durante todo el duelo. Porque Federer impidió que el de Jávea impusiera su guión de partido, que acabó caminando por el sendero directo que inspira el talento. A golpe de ace, de constante agresividad, de voleas definitivas y soberbios golpes ganadores de derecha y de revés.
Quem diz isto é o tradicionalmente chauvinista jornal espanhol As, depois da vitória de Roger Federer na final do Masters de Xangai, contra David Ferrer. Aliás, vale a pena ler todo o artigo, para se ter uma ideia do rolo compressor que desde sexta-feira andou de raquete em punho por aquele campo.
Entretanto, umas palavrinhas sobre o Estoril Open:
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Pedro C. Azevedo
às
11:39
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Marcadores Roger Federer, ténis
"A Caixa Geral de Depósitos (CGD) detém 13,93 por cento da PTM, segundo comunicou esta tarde o banco estatal à CMVM.
A CGD tem ainda 19,5 por cento da Visabeira que, por sua vez, controla agora 2,15 por cento da operadora liderada por Rodrigo Costa."
Eu não sou especialista em economia, mas gostava de saber se na UE é normal um banco estatal deter acções das principais empresas e bancos privados.
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Horácio L. Azevedo
às
18:42
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Vítima da vertigem mediática que parece afectar grande parte dos membros do actual governo, João Amaral Tomaz, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais e um dos membros mais competentes do actual executivo, proferiu estas inacreditáveis declarações, mandando às malvas a presunção de inocência:
“Enraizou-se a convicção de que as grandes empresas não cometem fraude, mas a realidade é diferente do que se pensa”, acrescentou.
Sem querer violar o sigilo fiscal a que está obrigado, o secretário de Estado sugeriu que se comparasse a lista das 1000 maiores empresas em Portugal com o nome das empresas que têm sido associadas à Operação Furacão, pela comunicação social.
Público
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Pedro C. Azevedo
às
09:59
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Diz-nos o Público que:
"Nenhum dos quatro-mil processos crime levantados pela ASAE foi ainda a julgamento"
Sendo a ASAE um dos símbolos do actual regime, não há dúvida que estes números não colam bem na imagem de rigor e inflexibilidade de que o organismo goza.
Palpita-me que o ministério da Justiça já deve ter a solução para mais este constrangimento estatístico. Retire-se estes processos dos tribunais, remetendo-os para um qualquer centro de mediação de litígios...
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Pedro C. Azevedo
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18:29
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Marcadores justiça
Será que ninguém explica aos bloquistas e simpatizantes, que quem vê em Hugo Chavez mais uma personagem grotesca da América do Sul, não é obrigatoriamente um apoiante de João Jardim ou simpatizante de George W. Bush (apesar das diferenças gritantes entre as personagens)?
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Horácio L. Azevedo
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18:36
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Marcadores Hugo Chávez
Pedro Sales no Zero de Conduta:
"Convém lembrar que as horas infindáveis que Chavez passa na televisão pública a fazer propaganda, só encontram paralelo nas horas infindáveis que a oposição passa nos canais privados a fazer propaganda contra o Governo."
É curioso, como em Portugal se conhece tão bem a realidade da televisão venezuelana.
"É errado, e preocupante, mas não deixa de ser irónico ver os mesmos que criticam o fim da limitação de mandatos [de Chavez] desdobrarem-se em elogios ao "espírito democrático" de Juan Carlos."
Comparar a eternização de Chavez no poder com as monarquias europeias, qualquer argumento vale à esquerda, mesmo os mais disparatados.
Afinal, os que não simpatizam com Hugo Chavez não passam de uns snobes...
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Horácio L. Azevedo
às
18:14
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Marcadores blogues, Hugo Chávez
Roger Federer decidiu juntar a um Domingo à noite ruinoso, um almoço de Segunda-feira decepcionante.
Esta semana só pode melhorar...
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Pedro C. Azevedo
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15:12
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Marcadores FC Porto, futebol, Roger Federer, ténis
O FC Porto perdeu 4 pontos na duas últimas jornadas, com a agravante de empatar jogos em que esteve a vencer. Será que não aprendeu nada com a última época?
Stepanov, depois das culpas do golo em Marselha, parece que fez um penalty completamente desnecessário. A posição de central é ingrata, os erros pagam-se caros.
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Horácio L. Azevedo
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23:31
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Joaquim Cerejeira
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20:22
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Marcadores Hugo Chávez, vídeo
Alguns bloggers de Braga têm demonstrado a sua (justa) indignação pela maneira como Mesquita Machado geriu um pretenso Orçamento Participativo e como habitualmente trata as propostas da oposição. Eu pergunto, onde está a novidade? Mesquita é presidente da câmara desta cidade desde o 25 de Abril, não lhe conheço outra forma de fazer política. Braga é uma cidade asfixiada. Quanto ao Orçamento Participativo, não brinquem com coisas sérias, Mesquita Machado sempre o praticou, os convidados é que foram sempre os mesmos. Os construtores civis participam todos os anos na elaboração do orçamento...
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Horácio L. Azevedo
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13:36
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Marcadores Braga, Mesquita Machado, política
No Público de hoje: «O regresso de Isaltino Morais às fileiras PSD foi ontem desejado pelo novo líder da distrital lisboeta. "Da minha parte, tenho todo o gosto que ele volte a ser militante do partido", afirmou Carlos Carreiras à Lusa, lembrando que essa vontade foi manifestada durante a campanha eleitoral durante a qual considerou possível que "o PSD volte a liderar a Câmara de Oeiras".»
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Horácio L. Azevedo
às
13:57
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"Uma carta de António Cunha Vaz" no Abrupto.
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Horácio L. Azevedo
às
16:09
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Marcadores blogues
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Pedro C. Azevedo
às
15:54
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Marcadores Comando, futebol, Mortal Kombat, Rambo
Devo dizer que a questão sobre quem ganhou o debate parlamentar não me parece muito correcta, uma vez que o regimento da Assembleia da República está feito para o primeiro-ministro vencer, em qualquer circunstância e quase sempre por goleada. Diferente, é sabermos se Sócrates ou Santana Lopes desiludiram.
E aí, a verdade é que estiveram ao seu nível. Nunca, nem um nem outro, foram exemplos de substância e consistência política.
Sócrates utilizou o longo tempo disponível para encostar Santana Lopes aos seus erros pretéritos, sabendo que era isso que iria passar para a comunicação social, não se preocupando minimamente em responder às questões lançadas pela oposição ou explicar devidamente o que ali estava em discussão, o orçamento de Estado. Noutros tempos, esta arrogância poderia e deveria sair-lhe cara, mas o PSD facilitou-lhe a missão, pondo-lhe à frente o personagem político português mais atormentado pelo passado.
E aí entramos em Santana Lopes. Sabendo das suas fragilidades, tentou antecipar os ataques ao anterior governo por si liderado, distanciando-se do essencial, ou seja, os dias que correm, o presente e o orçamento para 2008. Com isto, deu o flanco a Sócrates e permitiu que este fugisse às questões mais difíceis.
O resto é a habitual desigualdade de armas entre governo e oposição, perante uma comunicação social que privilegia o folclore e o sound-byte que é o habitat natural do nosso primeiro-ministro, apesar da estudada aparência austera.
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Pedro C. Azevedo
às
12:01
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Marcadores José Sócrates, Pedro Santana Lopes, política
É impressão minha, ou aquela amostra da bancada parlamentar do PSD que aparecia nas televisões é mesmo um susto? Até os indefectíveis de Santana (tirando os da bancada) têm que reconhecer que ele nunca soube escolher as companhias...
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Horácio L. Azevedo
às
22:07
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Marcadores PSD
60% dos votantes acham que o tratado de Lisboa não deve ser referendado. Quem acha que venceu o primeiro debate parlamentar?
É só clicar ao lado.
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Horácio L. Azevedo
às
21:58
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Marcadores pergunta da semana

Dexter é uma série transmitida pelo canal FX da TV Cabo. O protagonista é um serial-killer. Que é excelente, fazendo jus à época de ouro das séries de TV americanas, já não é segredo para ninguém.
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Horácio L. Azevedo
às
21:48
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Marcadores televisão
A crua realidade política e social portuguesa, no "Lendo, Vendo, Ouvindo, Átomos e Bits de 6 de Novembro de 2007", por Pacheco Pereira, no Abrupto.
As contas à moda da Câmara Municipal de Braga, em "Será vírus ou milagre?", por Pedro Morgado, no Avenida Central.
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Pedro C. Azevedo
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16:37
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Marcadores blogues
Existem (ou existiam) vários mitos sobre Santana Lopes, que é imbatível em eleições, óptimo em debates, um líder parlamentar temível. Hoje, a prestação de Santana foi uma desilusão para quem acreditava nas suas pretensas qualidades. A mitologia santanista, ainda alimentada por alguma imprensa, tem confirmado a sua reduzida existência apenas no imaginário de alguns indefectíveis. Roubando as palavras à nova eminência menezista, é só espuma, apenas isso...
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Horácio L. Azevedo
às
20:42
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Marcadores Pedro Santana Lopes
As notícias em Portugal são de modas, esta semana vamos saber o registo de todos os acidentes de viação e atropelamentos ocorridos no país. Outra moda são as notícias sobre juntas médicas. Concordo com o Pedro Morgado que escreve na Avenida Central: "(...) é preciso ter cuidado com as análises emocionais que se fazem dos diferentes casos: as histórias apresentadas nunca são sujeitas a nenhum tipo de contraditório.".
Não nego que as notícias vindas a público não sejam o resultado de avaliações deficientes das juntas médicas. Imagino que todos os que o pedem reformas antecipadas achem injustas a sua recusa. Os diagnósticos em medicina não são lineares, e que eu saiba cabe aos médicos (que se podem enganar, naturalmente) fazê-los e não aos jornalistas nem aos próprios doentes. Quando diariamente somos confrontados com o mais puro sensacionalismo sobre a medicina devemos ter alguma reserva em aceitar acriticamente tudo o que ouvimos.
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Horácio L. Azevedo
às
18:25
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Marcadores juntas médicas
"A diferença de acontecer no Terreiro do Paço", por Helena Matos, no Blasfémias.
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Pedro C. Azevedo
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09:56
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Marcadores blogues

Para quem, como eu, anseia impacientemente pela nova série, isto são péssimas notícias...
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Pedro C. Azevedo
às
14:56
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Nos últimos anos a política de educação em Portugal, e na generalidade dos países ocidentais, tem sido a de alargar a toda a população a escolarização, assistindo-se a um aumento gradual da duração da escolaridade obrigatória. Uma análise a estas políticas revelam que elas assentam em dois pressupostos fundamentais:
1. que o Estado deve proporcionar a toda a população, independemente da sua condição socio-económica, idênticas oportunidades de acesso a uma formação básica;
2. que as diferenças no desempenho escolar podem ser corrigidas através de um reforço de medidas de apoio aos alunos (ex.: estudo acompanhado) e de uma diminuição dos níveis de exigência .
O segundo pressuposto é uma consequência imediata do primeiro pois, alargando a escolaridade a toda a população, é inevitável que entrem no sistema de ensino alunos com mais dificuldades socio-económicas e ainda outros com pouca motivação para o estudo. Se as dificuldades económicas podem ser corrigidas com um apoio reforçado do Estado, já as diferenças de motivação individual bem como as diferenças de capacidades cognitivas e intelectuais da população não são passíveis de correcções externas, baseadas em princípios de psicologia comportamentalista que desvaloriza as características específicas instrínsecas de cada indivíduo na sua interacção com o meio.
Não é de admirar que se assista a uma progressiva deterioração da exigência na escola, a fim de encontrar um "mínimo denominador comum" que permita a todos os alunos atingirem a escolaridade obrigatória. É pois necessário ter plena consciência que o atingimento do primeiro objectivo implica abdicar de outros, nomeadamente, o de aproveitar ao máximo as potencialidades dos melhores alunos. Por isso, há dias numa conferência em Lisboa, George Steiner afirmava que a Europa será incapaz de voltar a produzir Platões, Mozarts ou Bachs...
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Joaquim Cerejeira
às
16:14
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Marcadores educação
"A maneira mais óbvia de contornar a questão que não se quer discutir..." por Helena Matos, no Blasfémias.
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Horácio L. Azevedo
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15:28
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Marcadores blogues
A ideia de despenalizar as faltas dos alunos que frequentem o ensino obrigatório parece-me totalmente descabida. E a justificação da ministra da Educação, que defendeu que desde que os alunos demonstrem que sabem a matéria tudo está bem, parece-me igualmente absurda.
Em primeiro lugar, a escola não pode ser apenas um local onde se adquire conhecimento. É na escola que as crianças e os jovens começam a ter noção da sociedade em que se inserem, apreendendo os seus valores e princípios. A escola deve ter um papel fundamental na educação e formação dos alunos, a todos os níveis, e isso apenas acontece se eles a frequentarem e lá puserem os pés.
Além disso, acaba por minimizar-se até ao limite do inadmissível o papel dos professores. Com este novo estatuto do aluno atribui-se-lhes o mero papel de despejar matéria, facilmente substituíveis por livros ou apontamentos. A mensagem que se transmite é que as aulas são dispensáveis, mandando para as urtigas todos aqueles ditames pedagógicos que, ironicamente, sempre foram defendidos pelos senhores da Esquerda como sendo o milagre para o sucesso educativo.
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Pedro C. Azevedo
às
14:51
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Marcadores educação