Acredito que algumas passagens no livro de Carrilho tenham algo de verosímil, principalmente as relacionadas com aquelas entidades, eufemisticamente, denominadas por agências de comunicação.
No entanto, e atendendo a todo o seu historial, julgo que dificilmente se livrará da imagem de que apenas se tratam de delírios vingativos de um narcisista enlouquecido pela derrota.
Desde de pequeno que não gosto de filosofia e ainda não tinha nascido e já não gostava do Carrilho.
ResponderEliminarDetesto o seu maneirismo ressabiado, a sua atitude egocêntrica e o seu incontido impulso de se constituir vítima, de um mundo imaginário, onde é rei e senhor.
Para completar o quadro, só mesmo uma esposa, que é mais uma governanta pseudo-intelectual que outra coisa qualquer.
Depois deste livro, qualquer outra obra de ficção é bem-vinda.