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9.10.09

Por Ricardo Rio

Tenho uma sincera esperança em que, no próximo Domingo, Braga se liberte do cordão de mediocridade e compadrio que tem governado a cidade nos últimos anos.
Espero que Ricardo Rio vença.
Se o fizer, tem todo o mérito. Conseguiu dar credibilidade a uma oposição que, durante anos a fio, apenas ia às urnas para evitar a derrota por falta de comparência.
É altura dos bracarenses fazerem a sua parte.

8.3.09

Outros horizontes

"Há gente com azar!..." por Pinho Cardão, no Quarta República.

17.2.09

Histórias da província

O Correio da Manhã continua a publicar notícias sobre o enriquecimento inexplicável de vários membros da Câmara de Braga. Sobre isto duas perplexidades. Primeiro, ao lermos isto fica-se com muitas dúvidas (para usar um eufemismo) sobre a investigação judicial. Segundo, já uma vez escrevi que sendo Braga uma das cidades mais importantes de Portugal, passa completamente ao lado da agenda dos media, já se percebe como isto interessa a alguém, são histórias da província.

14.2.09

Braga e o futebol

As eleições estão próximas e a Câmara de Braga não brinca em serviço. Não há nada como gastar o dinheiro dos contribuintes...

"A Câmara de Braga anunciou hoje a colocação de relvados sintéticos, balneários e melhorias de acessos, em cinco estádios de futebol nas freguesias dos arredores da cidade. O Gabinete da Presidência adiantou que as obras decorrem nos estádios, João Soares Vieira (Merelinense Futebol Clube), Celestino Lobo (Dumiense Futebol Clube), Augusto Correia (Palmeiras Futebol Clube), Horácio Azevedo Campos (Grupo Desportivo de Adaúfe) e Futebol do Sobreiro (Futebol Clube Ferreirense)."

E se fosse António Costa?

O Correio da Manhã faz hoje capa da "suposta" fortuna de Mesquita Machado.
Portugal é um país peculiar, longe da capital é o farwest. Alguém consegue imaginar se o mesmo fosse publicado sobre Rui Rio ou António Costa?

11.2.09

Vistas curtas

Desde que me lembro, Braga nunca teve qualquer tipo de política de urbanismo, crescendo desordenadamente e ao sabor dos interesses da especulação imobiliária.
Tal facto teve como consequência a ausência de qualquer bairro recente que seja minimamente aprazível e a pobreza arquitectónica que, infelizmente, qualquer bracarense pode constatar no seu dia-a-dia.
Um dos únicos edifícios recentes de que Braga se pode orgulhar de alguma forma é a nova estação de caminhos de ferro, cuja arquitectura e implantação constituem um óbvio motivo de atracção, nem que seja pela rara modernidade e aparente qualidade de construção.
No entanto, e comprovando mais uma vez o que se disse acima, exceptuando os moradores dos prédios envolventes, de nenhum ponto da cidade se consegue desfrutar e observar a frente do edifício na sua plenitude e totalidade.
Devido à falta de visão e planeamento, a estação acabou encurralada entre prédios, servida por um exíguo passeio. De resto, sobra asfalto, veículos em movimento frenético e uma espécie de rotunda mal amanhada.

6.2.09

Histórias de Braga

No Público de hoje (edição impressa):

«Oito anos depois da queixa que lhe tinha dado origem, o Ministério Público do Tribunal de Braga arquivou, por falta de provas, um inquérito feito pela PJ-Porto ao presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, e a nove outros vereadores e técnicos superiores do município, disse à Lusa fonte judicial.(...)

Os inspectores da Polícia analisaram, em concreto, os negócios feitos entre a câmara e a empresa Bragaparques, do grupo Rodrigues & Névoa, e diversos outros empreendimentos imobiliários, entre os quais os promovidos por José Veloso, um dos grandes empreiteiros da cidade.
A investigação passou, ainda, a "pente fino" os negócios feitos pela família do autarca, nomeadamente a compra por dois filhos do Café Astória e da Farmácia Coelho, os quais não revelaram qualquer indício de irregularidade.(...)»

15.10.08

Autárquicas 2009

Ainda é cedo para fazer grandes projecções, mas não deixa de ser inédito o que vem no Diário do Minho:

«Se as eleições para a Câmara de Braga se realizassem domingo, o líder da coligação "Juntos por Braga" bateria Mesquita Machado por uma margem mínima. O candidato “laranja” conseguiria 30,9 por cento dos votos contra 29,7 por cento de Mesquita Machado»

(Via Avenida Central)

6.10.08

Braga no séc. XXI

Está longe de ser novidade, mas é verdadeiramente criminoso e revoltante o volume de construção que a Câmara Municipal de Braga permitiu na zona envolvente do Bragaparque.
Um espaço que poderia ser uma nova centralidade, não passa de uma sombria zona dormitório, cravada de betão e veículos mal estacionados, que deveria fazer corar de vergonha todos os bracarenses.
E não faltam andaimes a prometer mais destruição...

29.5.08

Os belos negócios da cidade de Braga

No Público de hoje: "O PSD de Braga considera que o Ministério Público deveria investigar o alegado envolvimento do presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, num negócio de terrenos que, segundo foi reconhecido esta semana em tribunal, lesa o Colégio de São Caetano em três milhões de euros, e beneficia quatro empresas de construção civil de Braga.(...) Em causa está uma permuta de 15 lotes de terrenos da Quinta dos Órfãos, pertencente àquele colégio e avaliados pelo tribunal em 4,9 milhões de euros. No âmbito da permuta, a instituição deveria receber em troca terrenos da Quinta da Naia, que segundo a avaliação do mesmo tribunal valem apenas 1,9 milhões de euros."

Vale a pena ler a notícia toda e as reacções desse grande benemérito que é o presidente Mesquita.

28.3.08

Histórias de Braga

No Público de hoje (edição impressa):

"A O Tribunal de Braga pronunciou três técnicos camarários, um deles director dos serviços técnicos da autarquia, pela prática dos crimes de falsificação de documentos e abuso de poder, por alegadamente terem permitido a realização de uma obra ilegal.(...)

(...) O queixoso salienta que, apesar da denúncia dos factos, "a câmara licenciou a obra através de falsos ofícios e declarações", facto que, defende, "por si só, deveria conduzir à perda de mandato do presidente da autarquia e à responsabilidade penal e disciplinar aos técnicos". (...)

(...) Jorge Deveza sustenta que o presidente do município "conhecia os factos, porque lhe foram directamente apresentados por diversas formas, incluindo requerimentos entregues na secretaria da câmara municipal, para além de informação pessoal por carta registada". Lamenta, por isso, que o Ministério Público não tenha constituído Mesquita Machado como arguido, sublinhando que a própria juíza de instrução considerou clamorosa a forma como o inquérito foi conduzido."

"O processo foi arquivado duas vezes pelo Ministério Público, mas o queixoso decidiu avançar com acusação particular, vindo o Tribunal de Instrução a dar-lhe razão com a decisão instrutória que teve lugar a 19 de Fevereiro."

17.12.07

Batalha campal

É a ideia que nos vem à cabeça depois de vermos as ruas do centro da cidade de Braga, segunda-feira pela manhã, logo após um Domingo natalício...

25.11.07

Outros horizontes

"Da Roma Portuguesa" na Avenida Central.

11.11.07

Onde está a novidade?

Alguns bloggers de Braga têm demonstrado a sua (justa) indignação pela maneira como Mesquita Machado geriu um pretenso Orçamento Participativo e como habitualmente trata as propostas da oposição. Eu pergunto, onde está a novidade? Mesquita é presidente da câmara desta cidade desde o 25 de Abril, não lhe conheço outra forma de fazer política. Braga é uma cidade asfixiada. Quanto ao Orçamento Participativo, não brinquem com coisas sérias, Mesquita Machado sempre o praticou, os convidados é que foram sempre os mesmos. Os construtores civis participam todos os anos na elaboração do orçamento...

12.10.07

Rua da Cruz da Pedra

A Rua da Cruz de Pedra, em Braga, sempre me intrigou. Apesar de ter uma área considerável e estar praticamente no centro da cidade, mantém uma grande quantidade de prédios devolutos e em avançado estado de degradação, com passeios exíguos e o asfalto muito deteriorado. A Câmara de Municipal de Braga, sempre tão preocupada em transformar os locais em sítios onde as pessoas possam passear sem o constrangimento dos carros, a circular ou estacionados, sempre a esqueceu.
E a verdade é que teria todo o interesse revitalizá-la. À imagem das obras que estão ser feitas da Rua D. Afonso Henriques (com as quais discordo), podiam ser feitos melhoramentos urbanísticos, alargando os passeios e introduzindo calçada a substituir o alcatrão, criando-se uma nova área semi-pedonal.
O trânsito de veículos é muito reduzido, pelo que não se criaria qualquer entrave à actual circulação automóvel. Pelo contrário, as pessoas que se deslocam da zona de Maximinos para o centro, a pé, começariam a sentir-se tentadas a percorrê-la, uma vez que é o trajecto mais directo e curto de ligação à Rua do Souto. Tal facto acabaria por atrair as lojas comerciais e moradores, acabando por se recuperar naturalmente os edifícios envolventes, criando-se, ou melhor, alargando-se a actual centralidade.
O grande problema é que certamente os mais altos interesses imobiliários da cidade não se contentariam com a actual área de contrução implantada...

28.9.07

O deserto...

A Câmara Municipal de Braga prepara-se para retirar o espaço para o estacionamento automóvel na Rua D. Afonso Henriques, alargando desmesuradamente os passeios.
Quem, como eu, passa nesta rua todos os dias, dificilmente perceberá a decisão. É uma rua com poucas lojas, sendo composta, maioritariamente por escritórios e residências. Apesar de por lá andarem alguns peões, estes estavam longe de se acotovelar para poderem passar ou cruzar-se, já que os passeios que havia anteriormente cumpriam perfeitamente a sua função.
Com isto agrava-se a desertificação do centro histórico. À noite, é um deserto, onde cresce a pequena criminalidade e de onde as famílias desapareceram, abundando os indigentes, os toxicodependentes e os pequenos bandos.
Entretanto, o dono dos parques de estacionamento subterrâneos da cidade vai esfregando as mãos...

17.9.07

Escolas de Direito

O aparecimento desregrado de cursos de Direito nas universidades privadas levou a que a média de acesso nas universidades públicas tenha vindo a baixar nos últimos anos, com reflexos evidentes no nível de alguns profissionais ligados ao mundo jurídico.
No entanto, e contrariando esta tendência, a Escola de Direito da Universidade do Minho obteve este ano uma subida de cerca 1,5 valores na nota mínima de candidatura mais elevada, com 152,6, a mais alta de todas as faculdades públicas do país.