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27.1.09

Enjoos

Novak Djokovic, na época passada, em Monte Carlo, num momento em que perdia com Roger Federer e caminhava irremediavelmente para a derrota, alegou uma má disposição para desistir do jogo.
Agora, em Melbourne, contra Andy Roddick, a má disposição voltou, quase nas mesmas circunstâncias.
Isto apesar da boa disposição que transparece quando imita os tiques dos seus adversários, em pleno court, para gáudio dos espectadores.

9.9.08

Ele vive


4.4.08

A sombra

Vou fazer tudo para ir vê-lo, mas a verdade é que vem aí o pior Federer de sempre.
Pode ser que a fauna que habitualmente se passeia pelo Estoril Open lhe dê mais vontade de bater nas bolas...

25.1.08

Fuso-horário


Ainda atrasei um pouco a manhã, mas o susto da semana passada, a expressão de Federer, o desperdício do jogo de serviço que lhe daria o primeiro set e os dois breaks seguidos de Djokovic cedo mostraram que hoje não era dia.

19.11.07

Mestre Roger

'Mr Perfecto' no dejó resquicio alguno para la sorpresa y endosó al fiero alicantino un contundente 6-2, 6-3 y 6-2 con una magistral lección de tenis. (...)Un reconocimiento sincero de la superioridad manifiesta mostrada por el suizo durante todo el duelo. Porque Federer impidió que el de Jávea impusiera su guión de partido, que acabó caminando por el sendero directo que inspira el talento. A golpe de ace, de constante agresividad, de voleas definitivas y soberbios golpes ganadores de derecha y de revés.

Quem diz isto é o tradicionalmente chauvinista jornal espanhol As, depois da vitória de Roger Federer na final do Masters de Xangai, contra David Ferrer. Aliás, vale a pena ler todo o artigo, para se ter uma ideia do rolo compressor que desde sexta-feira andou de raquete em punho por aquele campo.

Entretanto, umas palavrinhas sobre o Estoril Open:

¿Y por qué ha señalado en su calendario del 2008 el torneo de Estoril? ¿Es quizás para preparar aún más Roland Garros?

Honradamente no. Una de las razones por la que voy a Estoril es porque ahora disponemos de "byes" (exentos en primera ronda) en los Master Series. Entonces en vez de jugar seis partido disputamos cinco, si se llega a la final y ya no tenemos que disputar ésta al mejor de cinco sets, y eso es lo que me ha decidido a jugar un torneo extra sobre tierra batida el próximo año. Quizás también porque Roland Garros me exige más partidos sobre tierra. Pero también es muy bonito jugar un torneo pequeño. En uno grande enfrentarte contra el 25 del mundo en primera ronda no es nada fácil. La atención es muy grande. Jugar un torneo así me gusta y puedo disfrutar mucho más porque tienes a la gente muy cerca, son solamente 32 jugadores y la atmósfera es increíble.

12.11.07

Nunca mais é sexta

Roger Federer decidiu juntar a um Domingo à noite ruinoso, um almoço de Segunda-feira decepcionante.
Esta semana só pode melhorar...

10.9.07

De outro planeta


Isto Novak Djokovic ainda não consegue imitar...

6.9.07

Fuso-horário

Até agora, o maior inconveniente do fim das férias é a impossibilidade de assistir a um único jogo em directo de Roger Federer no Open dos E.U.A.
Vá lá que o suiço não necessita do meu apoio para se ir passeando por Flushing Meadows...

11.7.07

Duelo na relva

Ontem pude, finalmente, assistir à final de Wimbledon, entre Roger Federer e Rafel Nadal.
É verdade que o suiço estava duplamente sobre pressão. Além de poder igualar o recorde de Bjorn Borg e conseguir 5 títulos consecutivos, ainda tinha que lutar contra as recentes memórias da final de Roland Garros, onde o espanhol continua a fazer os seus castelos de terra batida.
No entanto, apesar de continuar a concordar que os próximos cinco anos deverão ter os mesmos protagonistas, penso que os desfechos podem começar a ser diferentes.
Não fosse Federer ter melhorado de forma inacreditável o seu serviço (os seus jogos chegaram a demorar pouco mais de um minuto) e a esta hora havia festa em Espanha. Além disso, aquela ligadura à volta do joelho de Nadal deixou um sabor incómodo no final...

11.6.07

8.6.07

Que venha Nadal

O que mais deve desmotivar os adversários de Roger Federer é a sua capacidade de acelerar o jogo quando quer e lhe apetece. Mesmo nos jogos mais equilibrados, existe sempre aquela sensação de que, quando for realmente necessário, a pancada vai surgir, seja em top spin, amorti, smash, vólei, numa variedade de soluções apenas ao alcance dos eleitos.
Ainda hoje, contra Nikolay Davydenko, após ter sofrido um break no terceiro set, quando jogava em velocidade cruzeiro, agarrou-se como uma lapa ao jogo de serviço do russo e só descansou quando o quebrou, à sétima tentativa. A partir daí, e com o jogo novamente controlado, foi caminhar pela terra batida até à final, mesmo atravessando um emocionante tie break, com o destino desde logo traçado.
Quando está no seu melhor (que é quase sempre), Federer joga, os outros esforçam-se simplesmente por acompanhar...

P.S. - Como não fiz ponte, achei que merecia chegar mais tarde ao escritório.

23.3.07

Está-lhe no sangue...

O país acordou hoje entusiasmado com uma portuguesa, tenista de 14 anos, considerada uma das atletas mais promissoras da modalidade.
A menina vive há quatro anos nos E.U.A. e chama-se Michelle Larcher de Brito.

Ou muito me engano, ou o jeito para o ténis não deve vir do lado Brito...

20.11.06

Novo patamar


Mesmo para quem era um fã incondicional de Sampras, é impossível não se render ao jogo sublime de Roger Federer.
O Masters de Xangai foi apenas mais uma ocasião para todos poderem aprender.