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12.9.09

TSF

Na TSF, não se brinca em serviço. A estação dirigida por Paulo Baldaia (ex-assessor de um governo socialista) foi ressuscitar a dupla Pedro Adão e Silva e Pedro Marques Lopes do RCP. Deve ser difícil escolher dupla mais conveniente a José Sócrates. Neste momento discutem o debate JS-MFL.

6.6.08

Também tu Público?

13.12.07

Em cada televisão um amigo

António José Teixeira é o novo director da SIC Notícias.

Mais um canal a fazer verdadeiro serviço público?

12.10.07

Outros horizontes

"Fábrica de medíocres" por CAA, no Blasfémias.
"Rodrigues dos Santos" por João Pedro Henriques, no Glória Fácil.

1.10.07

Esclarecimento

A pedopsiquiatria é uma especialidade de medicina logo nenhum psicólogo (licenciado em psicologia) é pedopsiquiatra. Não fica mal aos jornalistas informarem-se um pouco sobre aquilo que escrevem ou falam...

27.9.07

A redenção de Santana Lopes

A mão de Deus...

Para não variar, A Bola, paladino da verdade desportiva, faz referência, na capa, ao milagre de Fátima, mas nada diz quanto ao roubo da Amadora...

Prioridades

Por uma vez, estou de acordo com Pedro Santana Lopes.
Interromper a sua entrevista, em directo, como lhe fizeram ontem na SIC-N, para passar as imagens da chegada de José Mourinho ao aeroporto de Lisboa, que já se sabia que pouco ou nada ia dizer, além de jornalisticamente incompreensível, é um sinal de total desrespeito e desconsideração, mais a mais, se estivermos a falar do anterior primeiro ministro de Portugal.
A sua atitude, irreflectida ou calculada, demonstrou um desprendimento e uma audácia saudáveis, que deveriam começar a ser regra nos bastidores da política, excessivamente refém dos tempos televisivos.
Claro que Santana Lopes também deve pensar se tal aconteceria com qualquer outro ex-primeiro ministro...

20.9.07

Até voltar ao activo...

A saída de Mourinho do Chelsea pode fazer regressar à televisão e à Sport tv o melhor comentador que por lá passou...

23.7.07

Dias de sol

Quem estava habituado a consultar as previsões da meteorologia através de sítios da internet, há alguns anos que deparava com a informação acerca dos raios ultra-violeta e sobre a sua intensidade. Diga-se que os valores de então eram exactamente os mesmos que se verificam agora. No entanto essa informação nunca era veiculada pela comunicação social que, mesmo nas vagas de calor, se limitava quase sempre a prever a nebulosidade, o vento e a temperatura.
Acontece que este ano o Verão tem sido bem menos quente e bem mais húmido que o habitual, com evidentes consequências nas idas à praia e, certamente, na compra de protectores solares. Coincidência ou não, não há dia em que o sol espreite que as televisões, as rádios e os jornais não nos atirem em pânico e até à exaustão o índice previsto de raios UV e a necessidade de se cobrir de creme protector.
Não quero com isto passar a ideia que os protectores são desnecessários. Bem pelo contrário. No meu caso são condição sine qua non para poder por o pé na areia. Mas a verdade é que este tipo de publicidade, mais ainda com o contributo desinteressado de especialistas, vale mais do que muitos minutos no intervalo da Floribela e muito mais do que meses e meses de seca. Daí a importância e o poder de quem domina a hierarquia informativa e a vontade de muita gente em criar agências de comunicação...

20.7.07

Despertares

Hoje de manhã, a TSF relatava histericamente esta notícia, acompanhada da reacção sempre inflamada de uma sindicalista.
Dada a gravidade do assunto, pensei que seria destaque em todos os órgãos de informação. Mas enganei-me. Até agora, nenhum fez referência a tal facto, nem encontro o comunicado da revolta em sítio algum.
Tendo em conta o que a casa gasta, aposto que a história está mal contada...

Adenda - As confederações patronais já responderam à notícia.

18.7.07

Treinos gloriosos


É bom saber que a tradição se mantém.
Não há treinos como os do Benfica.

26.5.07

Responsabilidades

Sempre que considera ter havido uma má decisão do Supremo Tribunal de Justiça, o Público coloca o presidente deste tribunal na secção "em baixo", como que responsabilizando-o pelo acórdão, mesmo que nele não tenha intervindo.
Não sabem os jornalistas do Público que o presidente do STJ não tem qualquer poder de interferência nas decisões dos seus colegas conselheiros?

14.5.07

Outros horizontes

Sobre os cânones a seguir pela RTP, ler "O ministro TV Guia(II)" por Ricardo Costa, no Diário Económico.

1.5.07

Assessores


Apesar de já não ser novidade, fica aqui o registo. João Morgado Fernandes, ex-director adjunto do DN e autor do french kissin', é agora assessor do ministro Mário Lino. Assim, tudo é mais claro...

4.4.07

Pressões

No dia em que o Público publicou a investigação sobre a licenciatura de Sócrates, só pude ler o jornal à noite. Na altura interroguei-me por que razão nenhum meio de comunicação social tinha feito referência à notícia (tinha ouvido a TSF, por exemplo). Esta semana percebi a razão.

2.4.07

SIC Benfica

Numa reportagem que não envergonharia o futuro, sempre adiado e anunciado canal Benfica, a SIC descobriu que os adeptos do Porto são todos um arruaceiros e energúmenos.
Toda a peça foi acompanhada de uma mensagem de rodapé que indicava que um adepto do Porto teria sido detido por agressões à polícia. Relembre-se que, pelo menos, três mil adeptos do Porto se deslocaram ao estádio do Benfica.
Os jornalistas esforçaram-se por mostrar imagens de adeptos portistas em modo de destruição. No entanto, por azar, as únicas imagens que conseguiram passar foi a de adeptos benfiquistas em acelerada corrida, fugindo de uma carga policial. No mais, apenas apareceu a habitual confusão, geral a qualquer concentração de pessoas, com os inevitáveis empurrões e com os dispensáveis cânticos insultuosos, que são gerais a todas as claques de qualquer clube.
Devo dizer que sou contra a existência das claques e que, em última análise, cada um deve ser responsabilizado pelos próprios actos. Porém causou-se total espanto como é que numa reportagem sobre alegada violência num jogo de futebol profissional, e em que, essencialmente, estava em causa o arremesso de petardos, nenhum jornalista procurou saber junto do clube organizador por que razão decidiu unilateralmente colocar a claque portista num andar superior do estádio, contrariando as mais elementares regras de segurança.

19.3.07

O Público

Passadas as primeiras edições e tendo, entretanto, decorrido já algum tempo para efectuar correcções pontuais, a verdade é que o novo Público é uma desilusão.
Tal como sucedeu com outros títulos, a direcção editorial optou basicamente por tornar o jornal mais ligeiro e superficial. Na maior parte das vezes a ideia que fica é que a simples leitura do título quase torna prescindível o corpo da notícia, tal a pobreza e escassez do conteúdo. Acaba-se sempre por ficar com a sensação de que falta ali algo, que se poderia ter ido mais longe no seu aprofundamento.
O caminho escolhido foi o de tentar cativar aquele público que procura o imediatismo e a informação rápida e directa, em detrimento daquele que está disposto em perder um pouco mais de tempo em troca de uma informação mais detalhada e profunda. Ou seja, privilegiou-se a adesão de novos leitores, esquecendo-se aqueles que sempre se mantiveram fiéis.
O grande problema, e como já muitas vezes foi referido, reside no facto de, ao nível do imediatismo e rapidez, o jornal impresso ter muito pouco a acrescentar à Internet ou à televisão. A esse nível a luta é demasiado desigual, com claro prejuízo para o papel. Deste modo, dificilmente se conseguirá seduzir novos leitores optando por essa via.
Além disso, e com a substancial redução de conteúdos, arrisca-se também a perder os leitores mais tradicionais.

P.S. Apesar de tudo, existem pontos positivos. Gosto especialmente da última página, com o pingue pongue entre Helena Matos e Rui Tavares e dos altos e baixos, com a referência às notícias do dia.