Mostrar mensagens com a etiqueta violência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta violência. Mostrar todas as mensagens

21.3.08

Os pais

No editorial do Público por Paulo Ferreira:

"O vídeo do conflito na sala de aulas que meio-país já terá visto e que também é noticiado nesta edição é chocante a vários níveis: a desfaçatez da aluna, a impreparação da professora para lidar com a situação e o "circo" em que se transformou a sala de aulas. Mas aqueles que são, certamente, os principais responsáveis por isto, não aparecem nas imagens: os pais."

2.4.07

SIC Benfica

Numa reportagem que não envergonharia o futuro, sempre adiado e anunciado canal Benfica, a SIC descobriu que os adeptos do Porto são todos um arruaceiros e energúmenos.
Toda a peça foi acompanhada de uma mensagem de rodapé que indicava que um adepto do Porto teria sido detido por agressões à polícia. Relembre-se que, pelo menos, três mil adeptos do Porto se deslocaram ao estádio do Benfica.
Os jornalistas esforçaram-se por mostrar imagens de adeptos portistas em modo de destruição. No entanto, por azar, as únicas imagens que conseguiram passar foi a de adeptos benfiquistas em acelerada corrida, fugindo de uma carga policial. No mais, apenas apareceu a habitual confusão, geral a qualquer concentração de pessoas, com os inevitáveis empurrões e com os dispensáveis cânticos insultuosos, que são gerais a todas as claques de qualquer clube.
Devo dizer que sou contra a existência das claques e que, em última análise, cada um deve ser responsabilizado pelos próprios actos. Porém causou-se total espanto como é que numa reportagem sobre alegada violência num jogo de futebol profissional, e em que, essencialmente, estava em causa o arremesso de petardos, nenhum jornalista procurou saber junto do clube organizador por que razão decidiu unilateralmente colocar a claque portista num andar superior do estádio, contrariando as mais elementares regras de segurança.

15.3.07

Tradição familiar

No Público de hoje, as relações familiares de uma condenada por agressão a uma professora de Bragança: "Junta-se aos dois filhos, ao marido, a um irmão e a um sobrinho, todos na cadeia. (...)
Um irmão matou um homem em Mirandela e um filho um jovem numa discoteca de Bragança. A própria foi condenada por ter batido em dois polícias e três dos seus filhos esmurraram um procurador de Bragança."