No reino dos medíocres
O Director Geral dos Impostos, Paulo Macedo, vai abandonar o cargo.
Num Estado em que a competência dificilmente é premiada, nada melhor do que nivelar por baixo para que não haja comparações incómodas.
Sobre tudo e sobre nada.
O Director Geral dos Impostos, Paulo Macedo, vai abandonar o cargo.
Num Estado em que a competência dificilmente é premiada, nada melhor do que nivelar por baixo para que não haja comparações incómodas.
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Pedro C. Azevedo
às
13:19
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Marcadores Administração pública, Estado
Só quem não anda nos tribunais e não recebe sentenças e acórdãos pelo correio é que pode atribuir um mínimo de credibilidade à encenação numérica apresentada por Alberto Costa.
Mesmo que tenha havido alguma redução no número de processos pendentes, o mais provável é que essa redução se tenha ficado a dever à isenção de custas atribuída às transacções e desistências efectuadas até 31 de Dezembro de 2006.
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Pedro C. Azevedo
às
18:03
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Marcadores justiça, política, propaganda

Finalmente fez-se justiça e Martin Scorsese ganhou o óscar. O filme The Departed foi sem dúvida um dos melhores do ano. Apenas lamento que se continue a ignorar Leonardo Di Caprio (desempenho neste filme nem sequer lhe valeu a nomeação) que volta a ter mais uma prestação brilhante. Impressão que não é apenas justificada pela óbvia simpatia que a personagem desperta.
No entanto a minha maior satisfação da noite foi o esquecimento de Babel. O filme nitidamente concebido para seduzir a crítica europeia e anti-americana acabou por não conseguir sequer atingir na plenitude o seu alvo original e seria de todo injusto que, na linha do politicamente correcto que a academia adoptou nos últimos anos, o filme A. G. Iñarritu fosse premiado.
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Pedro C. Azevedo
às
17:51
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A pergunta e a dúvida inerente de rui, no Blasfémias, é, como ele próprio diz, evidente.
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Pedro C. Azevedo
às
17:44
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Marcadores política
Tiago B. Ribeiro cita no Kontratempos uma notícia do JN que refere que "a campanha vitoriosa do F. C. Porto em 2003/4, concluída com a vitória de Gelsenkirchen, rendeu 12 milhões de euros à economia tripeira". Depois aproveita para mandar umas farpas à gestão de Rui Rio pelo desprezo que vota ao futebol.
Penso no entanto, que se contabilizarmos todo o dinheiro atribuído pelas autarquias ao futebol desde cedência de terrenos, endividamento para construir estádios, etc., duvido que alguma câmara fique realmente a ganhar.
Aliás, como bem Rio referiu, ainda bem que o Porto (clube do qual sou sócio) não precisa da câmara para ganhar.
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Horácio L. Azevedo
às
18:17
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Marcadores autarquias, FC Porto
"Um pedido", por André Abrantes Amaral, n'O Insurgente.
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Horácio L. Azevedo
às
18:13
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Marcadores blogues
Magnífica estreia do grande capitão. E, certamente, que já se apercebeu que aquele central paraguaio, Rodriguez, vale ouro.
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Pedro C. Azevedo
às
12:19
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Tudo o que tem acontecido na Câmara Municipal de Lisboa e nas suas empresas municipais é uma imagem ampliada de Portugal, apenas com a agravante de se tratar da capital de um país centralizado e, por isso, alvo de toda a atenção por parte da comunicação social.
Basta fazer uma pequena visita aos bairros mais recentes das nossas cidades, para nos apercebermos que tanto desordenamento, tanta fealdade, tanto amontoado de betão, apenas pode ser justificado por essa galinha dos ovos de ouro que são a especulação imobiliária e as empreitadas públicas.
Se se fizesse uma auditoria independente a todas as câmaras deste país e respectivas empresas municipais duvido que algum município escapasse ileso.
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Pedro C. Azevedo
às
09:50
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Marcadores autarquias
Não gosto de Alberto João Jardim. Não conheço in loco a sua obra, mas repudio o estilo, o caciquismo, o populismo e a chantagem constante que faz do continente o financiador das suas excentricidades, quer sejam no Carnaval, no futebol, nos túneis ou na comunicação social.
Inicialmente, a minha reacção à sua demissão foi a habitual. Aquela que acompanha quase todas as suas acções.
No entanto tenho de reconhecer que Jardim tem alguma razão. Independentemente da bondade da nova lei das finanças regionais, a verdade é que lhe alteraram a meio as regras do jogo. Mal ou bem, tinha planos feitos e projectos concebidos que, agora, ninguém lhe garante que os possa concretizar. E numa altura em que os apoios fora da ilha são merecidamente escassos, a única maneira de ser ouvido era esta, à bomba.
Com esta decisão consegue chatear tudo e todos. Vão-lhe dar um palco para malhar em Sócrates, aproveita para beliscar Cavaco Silva e passa por cima de Marques Mendes.
É óbvio que só o faz porque sabe que é imbatível.
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Pedro C. Azevedo
às
10:55
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Marcadores Alberto João Jardim, Madeira, política
É curioso observar as pessoas que saem pela porta das chegadas, nos aeroportos.
O porte altivo, o olhar elevado, o passo firme e decidido, empurrando o carrinho ou puxando desinteressadamente a reduzida bagagem, acabadinhas de descer dos céus, tudo demonstra que ali se sentem mais próximas da imortalidade.
A pessoa amada que anseia, os familiares que aguardam, o cliente que espera, o guia que se faz notar e toda a massa anónima que se acotovela junto às barreiras separadoras, fazem o local assemelhar-se a um passeio da fama, onde apenas falta o tapete vermelho.
E a verdade é que muitos encontram ali a máxima atenção que algum dia despertarão...
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Pedro C. Azevedo
às
12:10
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"A medicina cubana é uma das melhores do mundo", por João Miranda, no Blasfémias.
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Horácio L. Azevedo
às
16:55
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Em relação à discussão sobre se um aconselhamento obrigatório contraria o sentido da pergunta aprovada em referendo, ler este artigo do dn.
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Joaquim Cerejeira
às
17:18
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Marcadores aborto
Concordo que a questão do aconselhamento antes do aborto tem de ser tratada com muito cuidado.
Em meu entender, o aconselhamento obrigatório deve ser apenas médico e deve envolver apenas a explicação e as consequências do acto em si.
Ir além disso, apenas nos casos em que a mulher o desejar. Se assim não fosse estaríamos a alterar o resultado do referendo. Quer se goste quer não, a pergunta era clara e colocou na vontade da mulher a responsabilidade de interromper ou não a gravidez.
Quanto a haver um período de reflexão, que, até pelos prazos legais da interrupção, terá de ser obrigatoriamente curto, não me parece que possa haver algum tipo de objecção, já que se trata de um acto individual, não havendo aí qualquer risco de condicionamento da decisão.
Adenda - O grande problema do aconselhamento obrigatório é que parte do princípio que a mulher deve revelar por que razão vai interromper a gravidez, para, a partir daí, ser devidamente aconselhada. No entanto, e mais uma vez partindo do que foi perguntado, nada nem ninguém poderá obrigar a mulher a revelar as suas razões.
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Pedro C. Azevedo
às
10:06
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Marcadores aborto
O colombiano Rentería mostrou ontem que tem todas as condições para brilhar, no próximo ano, num clube da nossa Liga de Honra.
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Horácio L. Azevedo
às
22:59
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Neste blogue coexistem opiniões divergentes relativamente ao aborto e que reflectem a nossa sociedade.
Eu concordo com o aconselhamento, eventualmente com um curto período de reflexão. No entanto, penso que isso não deve ser uma tentativa encapotada de transferir a decisão final, que deve sempre ser da mulher. Isso seria subverter o que foi referendado.
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Horácio L. Azevedo
às
22:37
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Marcadores aborto
A discussão em torno da necessidade ou perversidade do aconselhamento prévio a uma interrupção da gravidez está, finalmente, a desmascarar alguns argumentos falaciosos que foram veiculados por alguns defensores do SIM. Durante o debate que antecedeu o referendo ficou aparentemente claro que haveria um consenso generalizado sobre algumas questões:
- que o aborto não é um acto inócuo;
- que o aborto deve ser combatido, não apenas o ilegal, mas todos os abortos motivados nomeadamente por carências económicas e sociais;
- que o aborto é realizado, habitualmente, em contexto de elevada tensão ou perturbação emocional, por vezes sob pressão de familiares ou do próprio pai da criança, não se justificando a penalização de uma mulher já de si penalizada com uma vivência traumatizante;
Assim, durante a discussão pública, muitos dos defensores do SIM argumentaram que, não estando em causa a liberalização, isto é, a prática de aborto sem condicionalismos, o que se pretendia era apenas a despenalização da mulher caso não fosse possível evitar a IVG. Agora, ao abdicar-se do "aconselhamento", isto é, de um esclarecimento sério e de apoio económico, social e psicológico, torna-se claro que, afinal, todos esses argumentos foram usados em vão.
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Joaquim Cerejeira
às
16:31
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Marcadores aborto
Sobre a vertigem da mediatização de que muitos juízes começam a padecer, ler "Coisas da Sábado - Autofagia: Juízes a falar demais", por Pacheco Pereira, no Abrupto.
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Pedro C. Azevedo
às
18:29
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Segundo o JN, o reboque da polícia municipal de Braga foi utilizado para um serviço particular. (Via Avenida Central)
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Horácio L. Azevedo
às
16:13
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Marcadores Braga
É obvio que ao PSD, pelas posições que assumiu no passado (e bem), não resta outra opção que não seja retirar (e bem) a confiança política a Fontão de Carvalho.
O que passa na câmara de Lisboa não deve diferir em muito de situações vividas noutras câmaras espalhadas pelo nosso país. É por isso que muitos autarcas preferem estar longe da ribalta, de preferência, não ser objecto dos media nacionais.
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Horácio L. Azevedo
às
16:05
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Marcadores autarquias, corrupção, política
Uma peculiar maneira de contar votos que encheria de orgulho Salazar, em "Salazar Reloaded", por Mário Almeida, n´A Fonte, a propósito do concurso O Pior Português de sempre, da SIC/Inimigo Público.
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Pedro C. Azevedo
às
15:48
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Marcadores concursos, eleições, Mário Soares, Salazar
Declarações de Carmona Rodrigues, Presidente da Câmara de Lisboa:
"Se todos os autarcas deste país, que fossem arguidos, renunciassem ao seu mandato, o país estava parado."
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Pedro C. Azevedo
às
13:24
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Em nome do combate ao défice público e de um Estado pesado e imobilizado, há muito que os sucessivos governos se esqueceram do princípio da equidade e da competitividade fiscal em troca da maximização das receitas tributários.
Quer isto dizer que toda e qualquer reforma fiscal que se faça, nunca tem em vista uma maior justiça ou desagravamento para os contribuintes, mas apenas a arrecadação de maiores receitas para os cofres do Estado. Quando se lê o texto de uma nova lei vemos que, acima de tudo, existe a preocupação de ganhar mais.
Assim, qual não foi a minha surpresa ao ler esta notícia no Público, sobre o novo Imposto sobre Veículos que irá substituir esse verdadeiro sorvedouro que é o Imposto Automóvel:
"As contas são da responsabilidade do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, João Amaral Tomaz, que afirmou hoje, em conferência de imprensa, que o efeito da introdução, em Julho, da componente ambiental de 30 por cento no cálculo do novo imposto irá gerar "um desagravamento médio de dez por cento para os veículos menos poluentes". Essa redução terá efeitos também ao nível da receita fiscal, que deverá baixar 45 milhões de euros."
No entanto fiquei mais descansado, quando cheguei ao final:
"No entanto, de acordo com o membro do Governo, no prazo de cinco anos, verificar-se-á uma "recuperação" destas receitas perdidas pelo Estado, na sequência do progressivo aumento das cobranças com o IUC (Imposto Único de Circulação)."
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Pedro C. Azevedo
às
17:56
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"Europeus subsidiam Windows Vista aos americanos", por Paulo Querido, no Mas certamente que sim!.
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Horácio L. Azevedo
às
20:02
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Marcadores blogues, microsoft, tecnologia, windows
Foi a leitura de um blogue que me chamou a atenção, não me recordo qual. Comparem o novo anúncio do Santander, totalmente copiado de um genial videoclip realizado por Michel Gondry para os White Stripes.
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Horácio L. Azevedo
às
00:20
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Marcadores Michel Gondry, música, publicidade, vídeo, White Stripes
Pergunta Eduardo Pitta, no Da Literatura: "Já agora: as polícias desistiram de procurar a Esmeralda? O assunto ficou arrumado com a prisão do sargento?"
Porque é que se fica com a sensação, que a polícia não está propriamente preocupada em encontrar a criança e cumprir a ordem do tribunal?
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Horácio L. Azevedo
às
22:40
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Como era de esperar, a teoria do conselheiro Fisher Sá Nogueira, apresentada ontem à noite, durante o programa “Prós e Contras”, em que defendia que cada um dos dez mil signatários do pedido de “habeas corpus” de Luís Gomes teria de pagar 480 euros de custas judiciais, foi rejeitada liminarmente pelo Supremo Tribunal de Justiça.
Se é que alguma vez deixaram de o fazer, podem todos voltar a dormir descansados.
No entanto, ou muito me engano, ou o ministro Alberto Costa deve estar com os olhos a brilhar.
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Pedro C. Azevedo
às
18:08
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Pedro C. Azevedo
às
15:19
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Marcadores chuva, segunda-feira, Tempo, terça-feira

Aqui ficam as primeiras impressões. Gosto do novo grafismo, torna o jornal mais apelativo e bonito, talvez perca alguma seriedade. O novo caderno, P2, parece-me bem conseguido. Decepção, talvez em relação aos colunistas, acho que precisava de algumas contratações sonantes. Mesmo tendo em conta a previsibilidade de alguns que saíram não penso que o actual quadro de colunistas fique a ganhar. Luís Campos Cunha é uma excelente aquisição. José Diogo Quintela, duvido que tenha interesse. Esperemos tambem pelo novo ípsilon.
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Horácio L. Azevedo
às
16:55
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"Se se mantiverem estes resultados, 75 por cento dos portugueses não disseram sim à alteração da actual lei.", Isilda Pegado, citada pelo Público.
Ler ainda Luís Delgado (já tinha saudades) e as afirmações de Luís Filipe Menezes. (Via Causa Nossa).
Post editado às 20:30
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Horácio L. Azevedo
às
15:51
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Marcadores aborto
Penso que a questão do aborto não deveria ser compatível com manifestações de regozijo.
Apesar do resultado, a histeria dos movimentos do sim chega a ser repugnante.
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Pedro C. Azevedo
às
20:07
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Marcadores aborto

Não custa nada dar um saltinho à Póvoa de Varzim...
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Pedro C. Azevedo
às
13:22
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O ministro da Justiça apresentou orgulhoso mais uma reforma que promete vir a desanuviar os tribunais, sem que com isso quem a eles tem de recorrer note alguma melhoria. Bem pelo contrário, o seu acesso torna-se cada vez mais íngreme e difícil.
A tónica mantém-se. Se os tribunais funcionam mal, impede-se as pessoas de a eles recorrerem, ao invés de tentar melhorar o seu funcionamento.
De todo o leque de medidas, existe uma de que até duvido da constitucionalidade. Obrigar os litigantes em massa (mais de 200 processos por ano) a pagar o dobro da taxa de Justiça, não me parece que respeite o princípio de acesso ao direito e aos tribunais.
Será que não ocorreu a ninguém que, por vezes, tem que se recorrer a tribunal, não para chatear o senhor ministro da Justiça, mas porque, efectivamente, a outra parte não cumpriu com o acordado ou violou algum direito?
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Pedro C. Azevedo
às
16:05
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Marcadores justiça
Como, independentemente da posição, também há vida para além do aborto, a análise de Pacheco Pereira à "Cultura de Blogue", em várias notas, no Abrupto.
A meu ver, a grande questão é que os blogues e a internet ajudaram à aquisição do conhecimento, mas acabam por, ao mesmo tempo, constituir um entrave ao seu aprofundamento.
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Pedro C. Azevedo
às
11:33
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Marcadores blogues, internet, tecnologia
"As coisas que se fazem em nome do ambiente", por jcd, no Blasfémias.
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Horácio L. Azevedo
às
19:06
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Marcadores blogues
Concordo plenamente que os juízes não possam produzir qualquer tipo de declaração pública sobre processos que ainda estejam em discussão e cuja decisão ainda não tenha transitado em julgado.
Aliás, se assim não fosse, daqui a pouco estaremos a inaugurar um novo tipo de pareceres para juntar aos processos: o do colega juiz.
A justiça só pode ter uma voz final e decisória, seja ela qual for. Caso contrário, apenas será ouvida a que falar mais alto.
E nem concebo como é que pode haver magistrados a defender o oposto.
Outra questão, será a punição a todos por igual, o que me parece que não tem acontecido.
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Pedro C. Azevedo
às
21:33
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António Tavares-Teles n'O Jogo:
"Antetítulo de toda a página 21 d’“A Bola” de ontem: “Cartão de sócio do Benfica já tem 1017 parceiros”.
Título (a toda a largura da página): “Vantagens mil”.
E em seguida, destacado: “Há parceiros para todos os gostos e bolsas. O cartão de sócio do Benfica conseguiu ultrapassar o cartão ACP (Automóvel Clube de Portugal) na rede de vantagens”.
Mas ainda: “Parcerias vão aumentar”.
Foi pena terem-se esquecido de colocar a menção “Pub” no fundo da página...".
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Horácio L. Azevedo
às
15:33
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Marcadores futebol, jornalismo
O protagonismo mediático excessivo do Ministério Público, em "Lendo, Vendo, Ouvindo, Átomos e Bits, de 6 de Fevereiro de 2007", por Pacheco Pereira, no Abrupto.
As diárias aparições e declarações de Maria José Morgado e Pinto Monteiro nos jornais e televisões não se compadecem com o recato e discrição que a Justiça (principalmente no âmbito da investigação criminal) deve ter e não auguram nada de bom para os tempos mais próximos.
Em primeiro lugar, e como já todos estamos fartos de saber, o imediatismo exigido pela comunicação social não tem qualquer correspondência na nossa pesada máquina judicial.
Em segundo lugar, ainda que num plano meramente teórico, qualquer processo pode acabar em arquivamento. Ora, num país fustigado pela corrupção e pelo sentimento de impunidade, tal desfecho, ainda que justo, equivalerá sempre à ausência de resultados.
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Pedro C. Azevedo
às
15:45
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De quando em vez, o nosso primeiro-ministro abandona a solidão do púlpito e das apresentações em monólogo e deixa-se envolver pelas pessoas, que aparecem ávidas de o ouvir, no interior daquele círculo de sabedoria.
Nas televisões, a demonstração de eloquência de José Sócrates surge entremeada por planos da assistência, sempre atenta a escutá-lo e concentrada em cada gesto das suas mãos.
A título de curiosidade, refira-se que o primeiro-ministro só se deixa rodear pelos seus...
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Pedro C. Azevedo
às
16:10
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A entrevista do ex-ministro Campos e Cunha, ao Público (edição de hoje) e à Rádio Renascença, é exemplar na revelação dos métodos de trabalho do governo e será, provavelmente, juntamente com o inexcedível Manuel Pinho, um dos momentos mais embaraçantes para José Sócrates.
Está lá tudo. A utilização de siglas que nunca mais se ouvem falar (PIIP - Plano de Investimento e Infra-estruturas Prioritárias), o lançamento de bandeiras com meros intuitos propagandísticos, mas sem real substância, a arbitrariedade da decisão sobre a construção do aeroporto da OTA, as nomeações políticas e as difíceis relações de um independente com o aparelho partidário...
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Pedro C. Azevedo
às
13:02
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Marcadores política
Escreve Fernando Madrinha no Expresso : "(...) A já célebre Bragaparques é a legítima proprietária de duas das praças mais emblemáticas da cidade de Braga, (...) que a câmara alienou por troca com 16% dos lugares de estacionamento subterrâneo que e a empresa lá construiu. (...) Retenham, porém, a vossa indignação munícipes ou visitantes de Braga, e agradeçam a Mesquita Machado: a Câmara, magnânima, salvaguardou o direito de passear nas praças. (...)"
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Horácio L. Azevedo
às
12:31
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O grande problema do jornalismo de causas é que, a dada altura, não se pode limitar a dar notícia e tem de começar a combatê-la...
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Pedro C. Azevedo
às
11:13
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Marcadores jornalismo, justiça, media

"As minhas primeiras do novo Rádio Clube", por João Paulo Meneses, no Blogouve-se.
A TSF tem agora um novo concorrente nas manhãs, o novo Rádio Clube. Concordo com João Paulo Meneses quando diz que João Adelino Faria "está à procura do seu ritmo, está a corrigir erros diariamente (a informação horária do primeiro dia, por exemplo), mas é, do meu ponto de vista, muito opinativo. É perigoso e cansa.". Também acho que há excesso de opinião na maneira como JAF transmite as notícias.
Como também refere no seu post, uma das qualidades (talvez temporária) é a inexistência da massiva publicidade, que muitas vezes faz com eu tenha que tirar a TSF.
Por
Horácio L. Azevedo
às
20:00
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Creio que a afirmação de Ricardo Espírito Santo Salgado veio trazer um potencial sucesso à OPA sobre a PT: ao indicar que venderá de imediato a participação do BES na PT caso a maioria do capital se transfira para a Sonaecom, por não acreditar na estratégia definida, está a dar uma razoabilidade ao preço oferecido contrária à que sempre defendeu (ainda que a venda seja efectuada à expectativa de valor da nova estratégia).
Ao tratar-se de um dos maiores accionistas da PT, tal acção poderá levar à mudança de opinião de muitos pequenos e médios investidores, o que me leva a questionar a verdadeira intenção de Ricardo Espírito Santo...
Por
José Augusto Lucas
às
14:26
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Marcadores economia
Volto a repetir, a maioria dos argumentos dos defensores do não no referendo à lei do aborto inviabilizariam a actual lei, isto é, não seria possível abortar em situação alguma. Será que era isso que desejariam? É que se acham a vida inviolável às 10 semanas, também têm que achar em caso de violação da mulher, em caso de malformação grave...
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Horácio L. Azevedo
às
20:31
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Marcadores aborto, Ginecologia e Obstetrícia
Pelos vistos, o ministro da Economia, para quem a crise já acabou há muito, tentou seduzir os empresários chineses a investir em Portugal, acenando-lhes com o facto de sermos um país com salários abaixo da média da União Europeia.
É óbvio que estas declarações têm de ser vistas numa óptica de quem está no exterior e a falar para fora do país.
No entanto, quando se ouve constantemente expressões e bandeiras como choque tecnológico, alteração do modelo de crescimento económico e flexi-segurança, não podemos deixar de sentir que andam a brincar connosco.
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Pedro C. Azevedo
às
16:13
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Esta campanha para o referendo sobre o aborto só parece destinada a afastar as pessoas de irem votar. Sempre que ouço alguém detentor da verdade absoluta, cartazes com letra de criança a simular o boletim de voto, partidos a manipular a campanha, só apetece dizer, estejam quietos.
Independentemente de toda a legitimidade, pensa o PCP que aquelas marchas com as bandeiras vermelhas com a foice e o martelo, pela rua abaixo, são benéficas para a campanha do sim?
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Horácio L. Azevedo
às
23:09
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Marcadores aborto
Excerto desta notícia do Público, on-line, acerca do início da campanha do referendo ao aborto (via Blasfémias).
Ninguém se espante, no entanto, ao ver a comunicação social clamar contra a pobreza da campanha...
Entretanto, aos que ainda não se decidiram, deixo um conselho: beijos, só na boca e, de preferência, prolongados, para não haver dúvidas.
(...)
Diz-me como beijas, dir-te-ei quem és
Tecnologia à parte, outros indicadores dão a medida da diferença de estilo, de classe social, relativamente à comunidade do "sim", mais heterogénea e desmazelada. O beijo, por exemplo. Entre os grupos do "sim" prevalecem largamente os dois beijos na cara, sendo excepções um ou outro socialista beirão deslumbrado com o trato do jet set de Cascais e, de forma irregular, Paula Teixeira da Cruz.
No "não", pelo contrário, só é admissível o beijo unifacial. Sem excepções. Sempre.
Posto isto, se o cumprimento do "sim" representa a tradição mais vulgarizada em Portugal, nesta matéria, que significado tem o beijo unifacial? É ele um beijo elitista? Serão as pessoas do "não" elitistas?
Ora, não é a primeira vez que o beijo unifacial é usado para definir um dos lados da barricada, numa campanha eleitoral. Ele já foi referido nas campanhas do CDS-PP e do PSD, em anteriores referendos (regionalização e IVG), bem como em cerimónias várias envolvendo Santana Lopes. Na sequência desses textos, já houve quem se insurgisse contra estas generalizações, chamando-lhes sociologia de algibeira, preconceito ferroviário (contra a linha do Estoril) ou religioso.
É certo que faltam estudos que permitam extrapolações mais rigorosas sobre a origem social e a conta bancária de quem assim beija. E que beijar assim não condena ninguém. Mas uma coisa parece indesmentível. Esse não é o cumprimento tradicional dos sindicalistas, nem dos utentes dos barcos da Soflusa, nem das empregadas domésticas, nem das lojistas do centro comercial de Odivelas, nem dos agricultores de Sobral de Monte Agraço.
(...)
Por
Pedro C. Azevedo
às
18:12
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Marcadores aborto, jornalismo
-Qual é a idade do Derlei?
-31, faz 32 em Julho.
-Ah!
Por
Horácio L. Azevedo
às
22:31
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Marcadores futebol
"A propósito" por Helena Matos, no Blasfémias.
"O Diário do Leopardo (XIV)" por Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado.
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Horácio L. Azevedo
às
20:46
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O Público informa hoje, na sua primeira página, que apenas 10% dos municípios portugueses cobra a taxa mínima de do Imposto Municipal sobre Imóveis.
Tal facto apenas vem confirmar o que há muito se tornou uma ideia pública: os autarcas gostam muito de surgir no nobre papel de reivindicador para as desprotegidas populações, mas, quando algo depende deles, o seu comportamento em nada difere do do Estado Central, cobrando sempre o mais possível e privilegiando sempre as receitas directas e imediatas.
No caso concreto do IMI, a situação ainda se torna mais grave, se levarmos em conta que a maior parte dos municípios já apresenta taxas de ocupação do solo no seu nível máximo ou mesmo acima do permitido, o que significa que a possibilidade da receita crescer por essa via é muito reduzida, deixando, portanto, escassa margem de manobra para poder haver alguma redução na taxa do imposto.
O IMI tem sido, ao longo dos anos, um triste exemplo de que o crime compensa e o estudo revelado hoje pelo Público demonstra que tem sido, essencialmente, através deste imposto que os autarcas portugueses têm baseado o desordenado crescimento dos seus municípios, não perdendo tempo a encontrar outras vias de receita que, porventura, fossem menos dispendiosas para os seus cidadãos.
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Pedro C. Azevedo
às
13:42
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Marcadores política
Por vezes, o problema do jornalismo não é a pretensão de manipulação, mas sim a leviandade e a profunda ignorância com que escrevem sobre determinados assuntos.
Por
Horácio L. Azevedo
às
23:31
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Marcadores jornalismo, media
Depois da fragmentação do CDS, rumo à auto-destruição, o PSD também demonstra sinais inequívocos de auto-flagelação.
De facto, deve ser uma grande chatice ter de combater e discutir as medidas apresentadas pelo governo e pela Assembleia da República. Nada mais excitante que a velha intriga, o estimulante contar de espingardas e o subterrâneo trabalho nas reuniões partidárias.
Além do mais, eles sabem que José Sócrates já tem demasiado com que se preocupar...
Por
Pedro C. Azevedo
às
15:20
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Marcadores política

Esta semana, as televisões referiram uma associação que preconiza os partos no domicílio. Uma espécie de regresso às origens. Depois, era apresentada uma cena de uma telenovela actual em que uma das personagens dizia: "era assim no tempo das nossas avós".
Claro que era assim no tempo das nossas avós, mas também era assim no tempo da enorme mortalidade materna e neonatal que grassava no nosso país (e nos outros), antes do surgimento dos verdadeiros cuidados obstétricos.
O parto é algo natural, mas muita coisa pode correr mal. Talvez seja por isso uma das situações mais controversas em termos médico-legais e que afecta a especialidade de ginecologia e obstetrícia.
Pergunta Mário Almeida n' A Fonte: "Nos partos feitos em casa, se a coisa corre mal o ponto do bebé morrer por falta de cuidados médicos, podem os pais der acusados de negligência?"
Por
Horácio L. Azevedo
às
23:21
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Marcadores Ginecologia e Obstetrícia
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Horácio L. Azevedo
às
23:10
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Marcadores Ginecologia e Obstetrícia, religião

Central Eliézio, do Cruzeiro, a caminho do Dragão. Mais um ilustre desconhecido.
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Horácio L. Azevedo
às
22:04
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Marcadores futebol
O executivo da Câmara Municipal de Lisboa encontra-se numa posição muito delicada, após as buscas efectuadas pela polícia judiciária e a constituição como arguidos de dois dos seus membros, o próprio vice-presidente da câmara e a vereadora do urbanismo, na sequência do processo Bragaparques.
Em relação a este tipo de casos, a orientação, em Portugal, não tem variado muito. Uma pessoa que esteja em determinado cargo e tenha sobre si a suspeita de que terá cometido um crime no exercício dessas funções, ao invés de se afastar, tenta manter a todo o custo o poder, talvez esperando que isso lhe traga algum tipo de imunidade.
Foi assim com vários autarcas, tem sido assim no futebol e aguarda-se como será neste acontecimento mais recente.
Em minha opinião, quando algum detentor de um cargo público tem sobre si suspeita de ter cometido algum crime directamente relacionado com essas funções, deveria pedir imediatamente a sua suspensão, distanciando-se o mais possível do centro de decisão político.
Defendo unicamente o pedido de suspensão, porque parece-me perigoso que se exija a demissão pela simples constituição de arguido, uma vez que se trata simplesmente da aquisição de um estatuto processual, em que ainda está muito longe uma possível condenação ou até mesmo a existência de indícios que suportem uma acusação.
Exigir-se desde logo a demissão, que não nos casos de flagrante delito, poderia ser perigoso até para a própria democracia, para o Estado de Direito e para a própria separação de poderes, dado que o poder político ficaria, à partida, demasiado fragilizado perante o simples desencadear de uma investigação, que pode ou não levar à descoberta de algum crime.
Adenda: o vice-presidente da Câmara de Lisboa, Fontão de Carvalho, desmentiu ter sido constituído arguido.
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Pedro C. Azevedo
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11:53
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Depois de ter desbaratado o imenso dinheiro ganho nas últimas épocas, o FC Porto regressa aos velhos tempos. Volta a adquirir jogadores obscuros, Wason Rentería, que nem são primeira escolha nos seus clubes de origem, em detrimento de outras opções que seriam valores seguros. Este tipo de contratações já tem um historial bem negativo no clube. Espero estar enganado mas para o ano já há um nome certo na lista de dispensas...
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Horácio L. Azevedo
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19:01
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Marcadores futebol
"O outro lado da história", editorial do Público (link só para assinantes) por Manuel Carvalho.
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Horácio L. Azevedo
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14:24
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Um dos argumentos que mais se tem utilizado para defender Luís Gomes, no processo que o condenou a seis anos de prisão, é que aquele sempre actuou pensando nos superiores interesses da criança, ou seja, sempre pensando primeiro no bem-estar da Esmeralda (ou Ana Filipa).
No entanto, e analisando o acórdão e a matéria de facto provada, nunca é essa a ideia que transparece.
A verdade é que tanto Luís Gomes como a sua esposa sempre se recusaram, liminarmente e há mais de dois anos, a entregar a Esmeralda ao seu pai biológico, Baltazar, pese embora haver uma sentença que os obriga a isso. E essa recusa sempre foi absoluta, nunca havendo da sua parte, sequer, uma tentativa ou gesto conciliador que pudesse concertar minimamente os seus interesses com os de Baltazar. Ou seja, nunca os aspirantes a pais adoptivos pensaram que, caso a decisão acabasse por ser mesmo definitiva, seria muito melhor para a criança, ainda que gradualmente, começar a conhecer o seu pai, havendo contactos entre ambos, do que andar foragida durante tempos indefinidos, de povoação em povoação, sem nunca conseguir estabelecer verdadeiras raízes, para no final acabar por lhe ser entregue.
Ao ler-se todos os factos que levaram à decisão, o que vem ao de cima é, única e simplesmente, a vontade intransigente e férrea de Luís Gomes e da sua mulher em ter na sua posse e ao seu cuidado a Esmeralda (ou Ana Filipa), sendo esse o principal interesse que os parece mover e que os leva a infringir todo o tipo de preceitos legais e ordens dos tribunais.
Teoria que ganha ainda mais força se pensarmos que, tal como bem referiu o acórdão, o tempo parece jogar a seu favor, já que quanto mais tempo a criança estiver sob a sua guarda, mais argumentos surgirão contra a sua retirada do ambiente em que cresceu. Aliás, isso mesmo pode ser constatado nas inflamadas reacções da opinião pública.
E, se é traumático para uma criança ver-se afastada do ambiente em que foi criada durante dois anos, também é igualmente traumático para a mesma criança saber que tem um pai que a perfilhou, mas que sempre foi impedido de a ver e de a contactar, apesar de haver uma decisão judicial em contrário, sendo essa a razão pela qual, durante anos, não teve nem casa nem pouso certo.
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Pedro C. Azevedo
às
11:52
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Marcadores justiça
"Sobre a complexidade" e "Não leu seguramente" por Paulo Gorjão, no Bloguitica.
"Ler. Ajuda a perceber" por Eduardo Pitta, no Da Literatura.
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Horácio L. Azevedo
às
11:00
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O que está a acontecer na Costa da Caparica apenas demonstra o desleixo e a negligência (ou dolo, diga-se) com que as autoridades portuguesas (governo e autarquias incluídos) têm tratado uma das suas maiores riquezas: a faixa litoral.
Do Minho ao Algarve, são cada vez mais raros os locais onde se possa avistar tranquilamente a beira-mar, ou porque a areia já quase não existe ou porque não se consegue escapar à sombra ou vigia de amontoados de betão, desordenadamente espalhados e impunemente edificados.
Por mais planos de ordenamento do território que se façam, há sempre investimentos de interesse nacional (que ninguém sabe bem qual é, além do do próprio investidor) e inalienáveis direitos adquiridos, que conseguem ultrapassar a proibição de construção.
Entretanto, nunca se soube precaver realmente os efeitos do avanço constante do mar.
O mar que enrola na... no cimento...
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Pedro C. Azevedo
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12:10
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Marcadores política

A reportagem "Um Império de Betão" publicada na revista Tabu do jornal Sol espelha bem a gestão impune que Mesquita Machado tem vindo a fazer. Mas não só, também a mediocridade dos próprios bracarenses em consecutivamente elegerem tal figura.
Se esta reportagem se referisse às câmaras de Lisboa ou do Porto certamente abriria telejornais, assim, ficará remetida ao esquecimento...
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Horácio L. Azevedo
às
12:55
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Alertado pelo Bloguitica e pela leitura tardia dos jornais de fim-de-semana, constato que a história que tem apaixonado os media portugueses e suscitado editoriais inflamados (e pouco fundados pelo que me apercebo) nada tem de linear.
Independentemente de reconhecer o amor do "pai adoptivo" pela criança, a verdade é que nunca foi cumprida a lei da adopção. Se considerarmos correcta a maneira como os "pais adoptivos" obtiveram a criança, é porque não queremos viver num estado de Direito.
Será possível esquecer o facto que já desde 2004 os pais adoptivos se recusam a entregar a criança?
Também não considero minimamente criticável que o pai biológico tenha querido provas de paternidade (e só a hipocrisia ou o politicamente correcto nos podem fazer a pensar o contrário).
Muito emoção, mas pouca razão.
A Acórdão está disponível aqui em formato pdf (via Bloguitica).
Ler também "Esmeralda Ana Filipa", na Grande Loja do Queijo Limiano.
Adenda: o pai biológico foi obrigado a realizar um teste de paternidade.
(post corrigido às 18:33)
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Horácio L. Azevedo
às
12:11
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"Basta" por Eduardo Pitta, no Da Literatura.
"Memórias de uma viagem presidencial I", por Pinho Cardão, na Quarta República.
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Horácio L. Azevedo
às
20:31
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"Mais Grandes Portugueses", no Kontratempos.
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Horácio L. Azevedo
às
21:31
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Um dos aspectos mais interessantes que observei na imprensa brasileira é o optimismo mitigado que actualmente os seus agentes eonómicos vivem. Encontra-se nos brasileiros uma forte esperança no crescimento económico dada a situação mundial, mas essa esperança é atenuada por uma enorme apreensão face ao novo governo de Lula.
Quer isto dizer que, ao contrário do ambiente que se vive na Europa, vive-se no Brasil uma intensa euforia face ao aparecimento de potências emergentes e aos efeitos da globalização. Todos entendem que é uma oportunidade única para o avanço do país e para a sua consolidação económica, cujo crescimento se tem situado acima dos 6% e onde a inflação teve os números mais baixos dos últimos anos.
No entanto não escapa aos seus observadores que o país é aquele que obtém os piores resultados de entre os países emergentes. Aliás, a própria Argentina prepara-se para ultrapassar novamente o Brasil em termos de crescimentos económico, estando já quase recuperada do sismo que atingiu todos os alicerces da sua economia em 2003.
Além disso, existe uma forte corrente na opinião pública que acusa o governo Lula de falta de susbstância nas suas políticas que, lá como cá, vive à custa de slogans pomposos que facilmente entram no ouvido (o último é o PAC, Plano de Aceleração de Crescimento, que ninguém ainda sabe bem do que se trata).
A tudo isto junta-se uma corrupção generalizada em todo o sector político, desde o governo federal, passando pelo congresso e acabando no governo estadual, que paralisa os sectores nevrálgicos do país, consome uma grande parte dos seus recursos e onde existe um forte sentimento de impunidade.
A este respeito, basta dizer que um governador estadual não vê qualquer problema em admitir a um órgão de comunicação social que um irmão seu tem uma pousada numa reserva ecológica do Estado, de onde retira proveitos económicos exclusivos.
A seu favor, os brasileiros têm a sua mentalidade optimista e a sua enorme auto-confiança, o que leva a que um editorial pessimista da revista Veja se assemelhe ao mais optimista dos artigos de Vasco Pulido Valente ou Miguel Sousa Tavares.
Uma última palavra para o governo Chávez. Lá, ao contrário do que por vezes se vê por aqui, o líder venezuelano é visto como uma vedadeira ameaça, facto que não é apenas justicado pela sua afirmação como o líder mais forte da America latina, suplantando o papel que seria do Brasil. Os brasileiros olham para ele com muita desconfiança e receio dos efeitos económicos das suas medidas, tendo perfeita consciência que Chávez apenas encontra alguns apoios fora do continente devido à sua forte e rude oposição a George W. Bush (que também está longe de ser bem visto).
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Pedro C. Azevedo
às
15:35
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Marcadores Brasil
Quanto a Florianópolis, o que posso dizer é que o que vi e experimentei me deixou encantado. Quem se limita a conhecer o nordeste brasileiro e apenas se atreve a descer até ao Rio de Janeiro, ou, no máximo, até S. Paulo, acaba por desconhecer parte do que de melhor o Brasil tem para oferecer.
O sul consegue, ainda que não totalmente, fugir à miséria que mina e atenua a imensa beleza natural do país. Lá encontra-se uma classe média relativamente sustentada e estabilizada na sociedade, com óbvios benefícios para a segurança nas cidades e para a nomalização do quotidiano, que foge às tradicionais notícias de incêndios nos ônibus, arrastões e revoltas nos presídios.
Pese embora algum (nada estranho para um português) desarranjo urbanístico, existe ali real convivência entre o homem e a natureza. A juntar a isto, mantém-se a espantosa generosidade com que o Brasil foi presenteado, desde a costa até ao interior.
Na ilha de Florianópolis, as praias são irresístiveis, muitas de areia fina e branca e água quente, na maior parte das vezes abrigadas por morros cobertos de densa e exuberante vegetação. A praia Mole, a praia da Joaquina (com dunas ideais para a prática do sandboard), a praia Brava e a praia de Jurerê Internacional são destinos obrigatórios, mas muitas outras ficaram por conhecer. No interior da ilha e por detrás das praias, surge a bela lagoa da Conceição, que confere ao local uma geografia e uma paisagem verdadeiramente única.
As pessoas são muito simpáticas e de uma beleza igualmente exótica, fruto da mistura dos ares tropicais com as raízes portuguesas, alemãs e italianas, características do estado de Santa Catarina.
Florianópolis é um destino a voltar, numa parte do Brasil que necessita de ser redescoberta pelos portugueses.
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Pedro C. Azevedo
às
11:12
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Marcadores Brasil
Do Brasil, apenas conhecia o Rio de Janeiro, incluindo Angra dos Reis e Búzios.
Desta vez aproveitei para rumar mais a sul, tendo como alvo S. Paulo e Florianópolis, a capital do estado de Santa Catarina.
Quem visita a o Rio não pode deixar de ficar deslumbrado com a beleza das praias e dos morros pintados a verde vivo. No entanto, a proximidade entre a opulência desmedida e a pobreza absoluta, espelhada nas favelas que ironicamente vigiam de cima os bairros mais ricos, causa um contraste e uma revolta que impedem que as pessoas possam desfrutar de tamanha beleza natural e, ao mesmo tempo, abstraírem-se do barril pólvora que a cidade constitui.
A verdade é que no Rio há uma ínfima minoria a quem a vida sorri e uma enorme maioria que não esconde o desespero de não poder fugir ao triste destino, desde logo traçado nas vielas e barracas, que não através da milagrosa bola de futebol.
O resultado é uma cidade em guerra civil não declarada, em que os mais afortunados evitam sair da zona das praias, formando comunidades de bairros que acabam por desembocar num certo provincianismo.
Em S. Paulo o panorama apresenta-se um pouco diferente. Ao ser a capital financeira do país, onde se sediam muitas empresas nacionais e multinacionais, existe na cidade paulista uma autêntica e justificada esperança na ascensão social. Quem apostar na sua formação tem reais hipóteses de melhorar de vida e deixar para trás a pobreza.
E isso nota-se, desde logo, na cara das pessoas que frequentam as ruas e os transportes públicos. Encontram-se expressões muito mais concentradas e compenetradas, longe do desânimo. A cidade fervilha e mostra-se muito mais sofisticada que a sua eterna rival carioca. As ruas estão mais povoadas e, com as indicações certas, podem ser frequentadas por qualquer um, sem qualquer tipo de receio.
Para quem deseja fazer turismo puro, o Rio de Janeiro acabará por, irremediavelmente, ter mais interesse. Porém para trabalhar e conhecer o lado mais sofisticado do Brasil, sem dúvida, que S. Paulo é a cidade certa.
Sobre Florianópolis, penso que merece o destaque a solo, na próxima oportunidade.
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Pedro C. Azevedo
às
17:21
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Marcadores Brasil
Amanhã este blogue deve retomar a sua actividade normal. O meu irmão regressa de umas merecidas férias no Brasil.
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Horácio L. Azevedo
às
23:34
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Lembrava São José Almeida no Público (link só para assinantes) de ontem: "Luís Monterroso foi condenado a pena suspensa depois de 17 anos de processo em tribunal. Querem melhor retrato do combate à corrupção em Portugal?"
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Horácio L. Azevedo
às
15:31
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A Psiquiatria é uma especialidade com características particulares, nomeadamente no tipo de pessoas que recorre aos serviços. De facto, os utentes da Psiquiatria podem classificar-se, genericamente em 2 polos. Num dos polos, aquelas que estão efectivamente doentes, por vezes trazidas pelos familiares devido ao facto de não terem iniciativa ou autocrítica suficiente para pedirem ajuda; no outro polo, as pessoas que "querem" estar doentes, que procuram a todo o custo um diagnóstico psiquiátrico, um internamento, uma baixa psiquiátrica a fim de evitar ter que lidar com os problemas ou as responsabilidades do dia a dia. Para este segundo grupo de pessoas, penso que as taxas moderadoras fazem todo o sentido uma vez que constituem uma forma de desincentivar este tipo de comportamento.
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Joaquim Cerejeira
às
21:03
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Marcadores psiquiatria, saúde
O lançamento do iPhone ocupa hoje metade da capa do Público. A Apple bem que pode agradecer a publicidade grátis do jornal português. O iPod é um excelente produto, mas esmaga a concorrência sobretudo pela grande imagem que tem uma vez que há quem (a Creative, por exemplo) ofereça mais por menos dinheiro. O iPhone é lindissímo mas não é propriamente um conceito revolucionário per si. Qualquer vulgar PDA com telefone é mais versátil que o iPhone mas nunca terá a imagem de marca do produto da Apple.
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Horácio L. Azevedo
às
17:29
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Marcadores tecnologia, telemóveis
Hoje desmontámos o pinheiro e guardámos o presépio.
Por
Horácio L. Azevedo
às
20:35
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Não há paciência para a Scully portuguesa...
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Horácio L. Azevedo
às
19:26
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Marcadores política

Não é uma originalidade portuguesa, acontece em todos os campeonatos de futebol. O FC Porto resolveu prescindir da melhor equipa, após uma longa paragem no campeonato, para defrontar o Atlético da II divisão e a coisa deu para o torto. Uma competição que ganhámos o ano passado fica já afastada de hipótese de revalidação, é pena. No futebol, os excessos de confiança sempre foram a grande arma das pequenas equipas.
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Horácio L. Azevedo
às
17:52
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Marcadores futebol
Conversa com uma empregada de uma loja, em S. Paulo:
- De onde você é, moço?
- De Portugal.
- Ah é, mas você não tem sotaque, não...
- Estou a tentar falar mais devagar e a aligeirar o sotaque para me compreender melhor...
- É, não parece não, você fala muito bem português!
- !?!?!?!?
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Pedro C. Azevedo
às
00:58
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Marcadores Brasil
Volto a dizer que a questão do aborto me suscita inúmeras dúvidas e poucas certezas. Não consigo ter um discurso apaixonado ou convicto sobre se sim ou se não. Mas quando leio os argumentos esgrimidos pelo blogue do não, reparo que essas mesmas razões são incompatíveis com a actual lei.
Gostaria de saber em que condições achariam legítimo abortar. Nenhuma?
Por
Horácio L. Azevedo
às
18:09
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Marcadores aborto

O futebol português está cheio de mártires do doping. Sempre inocentes, vítimas de efeitos secundários de medicação, erros laboratoriais, constipações mal curadas...
Nuno Assis deve ser mais um. Simão, o capitão, já se associou à via sacra e diz que são estas situações que unem a família benfiquista.
Fica-nos ainda o prazer de poder voltar ouvir o destemido Vieira acolitado por um Sílvio Cervan que promete ser um caso sério do disparate no nosso futebol.
Por
Horácio L. Azevedo
às
15:18
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Marcadores futebol
João Pinto está, claramente, a ser a vítima de um jogo de forças do qual ele é um mero peão...
Por
José Augusto Lucas
às
10:01
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Marcadores futebol
Nos próximos quinze dias vou andar pelo Brasil, entre S. Paulo e Florianópolis.
Se conseguir, ainda tentarei contar o que por lá se vai passando, mas o mais provável é que apenas aqui volte quando regressar a Portugal.
Por
Pedro C. Azevedo
às
18:15
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Urgência
s. f.,
qualidade do que é urgente;
pressa;
necessidade premente, imediata;
sector de um hospital onde se atendem doentes que necessitam de cuidados médicos imediatos
Penso que já escrevi isto inúmeras vezes mas não me canso de repetir. Quem já trabalhou numa urgência geral (a maioria dos médicos) sabe que existe uma proporção enorme de falsas urgências.
Significa que é necessário educar os portugueses, que não utilizam com racionalidade os serviços de saúde. Lembrar que por cada minuto que se perde numa falsa urgência, alguém que necessita de cuidados urgentes tem que esperar. Por isso, quando se fala em reforma das urgências não se deveria esquecer esta questão.
Aqui deixo alguns motivos de urgência que eu próprio ouvi:
"Vim visitar um familiar e aproveitei para cá vir."
"Como o meu filho teve que vir à urgência de pediatria eu também..."
"Vim ao mercado à cidade e..."
"Receitaram-me isto ontem na urgência e como ainda não estou bem..."
"Vim para saber o sexo do bebé."
Por
Horácio L. Azevedo
às
16:48
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Marcadores saúde
A tarefa de Maria José Morgado, em "O curioso mundo do futebol", por Francisco José Viegas, no Jornal de Notícias.
A mensagem do Presidente da República, em "A Cenoura e o Bastão", por Paulo Gorjão, no Bloguítica.
Por
Pedro C. Azevedo
às
10:59
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O ano que hoje acaba teve como acontecimento final a morte de Saddam Hussein. No entanto o grande problema é que o Iraque não desaparece com o seu ex-ditador, continuando esse a ser um dos grandes desafios de 2007.
De resto, não deverá haver grandes novidades.
O Ocidente terá, cada vez mais, que olhar para a China e para a Índia, olhos nos olhos e não de cima, como sempre se habituara a fazer.
A Europa, sempre obcecada com os E.U.A., continuará a não se aperceber do cerco que se levanta à sua volta.
O governo lutará heroicamente contra o défice, obrigando-nos a pagar mais em troca de menos.
O aborto deverá ser finalmente liberalizado até às 10 semanas, ainda que ninguém tenha perdido tempo a explicar como é que essa liberalização irá ser feita.
Continuará a haver cooperação estratégica.
Na justiça, a habitual lentidão deverá evitar resultados concretos nos processos mais mediáticos.
No futebol, a única novidade deverá ser a de, pela primeira vez Mourinho ter de polir a sua estrela, que ameaça perder um pouco do seu brilho.
Por
Pedro C. Azevedo
às
15:07
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