Outros horizontes
A difícil vida dos muçulmanos no Ocidente, em "Antena Islâmica", por Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado.
Sobre tudo e sobre nada.
A difícil vida dos muçulmanos no Ocidente, em "Antena Islâmica", por Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado.
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Pedro C. Azevedo
às
11:45
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Os responsáveis pela animação sonora no centro de Braga decidiram mudar o lote de músicas nesta semana que antecede a passagem de ano.
Os ouvidos agradecem...
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Pedro C. Azevedo
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10:41
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Marcadores Braga
Os portugueses vivem em euforia durante a Páscoa, o mês de Agosto, antes do Natal e antes da Passagem de Ano. As superfícies comerciais enchem-se e o primeiro-ministro em funções regozija-se com as férias no Algarve e lança mensagens de optimismo e de recuperação sustentada.
Depois, vem o 1 de Setembro, o 26 de Dezembro e o 1 de Janeiro, e aí os telejornais encarregam-se de divulgar os relatórios, anunciar as subidas dos preços e escandalizam-se com o endividamento das famílias.
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Pedro C. Azevedo
às
10:31
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Marcadores economia
A melhor jogada de snooker de todos os tempos, numa das habituais pérolas descobertas por maradona, em A Causa Foi Modificada, e que não resisti a trazer para aqui.
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Pedro C. Azevedo
às
10:53
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Marcadores vídeo
Fogo-de-artifício, por Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado.
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Horácio L. Azevedo
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12:35
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De meter nojo! (2) no Blasfémias.
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Horácio L. Azevedo
às
20:13
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Como Vieira não teve a companhia de ninguém que possa escrever (ou pedir para) um livro sobre o dinheiro da transferência de Mantorras ou das suas conversas com Valentim Loureiro, pode sempre dar a sua opinião em prol da transparência do nosso futebol. E como também não há vergonha na cara e a imprensa benfiquista é bem selectiva...
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Horácio L. Azevedo
às
18:03
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Marcadores apito dourado, futebol
Os vigilantes da nossa sociedade, em "Milhões de polícias", por Vasco Pulido Valente, no Público, e "Paridade Parida", por Gabriel Silva, no Blasfémias.
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Pedro C. Azevedo
às
15:48
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Uma área da Justiça que tem conhecido relevantes avanços em Portugal é a do Direito Administrativo.
Cada vez mais, os cidadãos têm noção dos seus direitos e garantias estando, por via disso, muito mais aptos e conscientes para lutar contra algumas arbitrariedades do Estado e da administração pública e dispostos a impedir que esses atropelos se efectivem na sua esfera jurídica.
Como resposta, quase todos os órgãos e institutos públicos possuem juristas a tempo inteiro, preparados para defender a posição estatal e demonstrar a bondade das suas decisões.
Esta agitação que se vive actualmente está bem patente nalgumas decisões governamentais que têm sido travadas pelos tribunais, com fundamento na sua ilegalidade, pese embora as boas intenções políticas que, eventualmente, possam ter.
No entanto, no actual contencioso administrativo existe uma posição cuja utilidade, com todos estes avanços, pode começar a ser posta em causa. Falo do Ministério Público.
O M. P., no nosso país, deve, por natureza, defender a verdade material, procurando ser isento, não fugindo o processo administrativo à regra, cabendo-lhe, nomeadamente, dar pareceres sobre as pretensões das partes. Porém, o facto de representar o Estado pode levá-lo a por os interesses deste acima dos do cidadão, mesmo quando tal não se justifique.
Ora, o Estado e todos os órgãos e institutos da administração pública, tal como disse anteriormente, possuem juristas contratados precisamente para defender as suas posições em tribunal, pelo que nunca poderá ser esse o papel do M. P., até por uma questão de igualdade entre as partes, obrigatória em tribunal.
De igual modo, os cidadãos têm os seus mandatários que se encarregarão de os defender, enquanto ao juiz caberá encontrar a verdade dos factos com a habitual independência e isenção.
Chega-se assim à conclusão de que, nalgumas acções, o papel do M.P. está verdadeiramente posto em causa, mais parecendo uma sombra que paira no processo, sem, no entanto, se vislumbrar a sua verdadeira utilidade.
Deste modo e dadas as óbvias e públicas carências que o sector penal possui, talvez fosse melhor reforçar os quadros do M.P. nessa área, esvaziando-se o mais possível o seu papel no processo administrativo ou, ao invés, conferir ao M.P. a exclusividade de representação do Estado no processo administrativo, poupando aos cofres do Estado a duplicação de encargos que se verifica com a contratação de juristas.
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Pedro C. Azevedo
às
11:51
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Marcadores justiça
Fiquei hoje a saber que ele leva debaixo do seu traje os artigos que roubou!
E as renas eram só para enganar...
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José Augusto Lucas
às
10:58
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A cada vez mais desigual luta entre uma administração fiscal que tudo pode e os contribuintes sérios (porque também os há), em "Um Estado com tiques de cobardia", no editorial de Paulo Ferreira, no Público.
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Pedro C. Azevedo
às
12:59
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Ter televisão no quarto sempre foi um dos luxos que fui adiando ao longo dos anos.
Primeiro, em nome do meu aproveitamento escolar, uma vez que a minha capacidade de concentração já viajava o suficiente ao sabor das efémeras paixões adolescentes, dos jogos de futebol que tinham ido e haviam de vir e de tudo o que poderia fazer quando soltasse as amarras desse flagelo que era a época de exames.
Depois, porque sempre encarei o meu quarto como o último refúgio, o sítio onde poderia estar só, sossegado, londe de tudo, a rir, a chorar, a ler, a pensar, a reflectir, a desfazer intenções e a traçar planos. Era um mundo só meu ao qual a televisão poderia trazer demasiado ruído e distração, acabando por descaracterizá-lo.
No início deste Verão, já sem grandes estudos para realizar em casa, decidi-me a dar esse passo e comprei uma televisão que, com o seu ecrã LCD, trouxe óbvios benefícios decorativos ao espaço.
Até agora tudo tem decorrido com a normalidade desejada, já que vejo programas que já não me conseguiriam manter no sofá e acordo a saber as últimas do mundo.
No entanto, existe um senão. É que quando a televisão está desligada e eu acordado, aparece-me um enorme e vigilante quadro negro à frente, o que acaba por me obrigar a tê-la sempre ligada, nem que seja sem som.
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Pedro C. Azevedo
às
10:35
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Vodoo, por Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado.
A Parecerística, por João Gonçalves, no portugal dos pequeninos.
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Horácio L. Azevedo
às
20:19
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A Associação de Internos de Psiquiatria (Apip) realizou no último fim de semana o seu primeiro encontro de formação, em Sesimbra, sobre o tema das Psicoterapias. Esta asssociação representa cerca de 90% dos Médicos Internos da especialidade de Psiquiatria do país e nasceu há 2 anos por iniciativa de um grupo de internos de vários hospitais. Este projecto, que pretende defender e promover a qualidade do Internato de Psiquiatria e os interesses dos Médicos Internos organizará nos próximos tempos vários cursos de formação, em parceria com diversas entidades, e discutirá com várias Instituições, nomeadamente a Ordem dos Médicos e a Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, alguns aspectos relevantes acerca do Internato e do estatuto do Médico Interno. As actividades desta Associação, da qual eu próprio serei Presidente no próximo biénio 2007-2008, podem ser acompanhadas no seu site oficial.
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Joaquim Cerejeira
às
19:35
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Marcadores psiquiatria
Apesar de não me identificar com a sua obra (gostos puramente pessoais), reconheço que Filipe La Féria é um dinamizador de sucesso, conseguindo ir ao encontro dos gostos culturais de algum público que, de outra forma, não se mobilizaria para qualquer iniciativa cultural que não o cinema. Assim, reconheço que ele será das poucas pessoas em Portugal que conseguiria aumentar de forma sustentada a afluência ao Rivoli, tal como o fez com o Politeama.
Desta forma, repugno totalmente a moção de censura que o PCP irá apresentar contra a privatização do Rivoli. Alegar falta de conhecimento do processo parece-me redutor e mesquinho.
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José Augusto Lucas
às
12:32
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Marcadores cultura
Em Portugal, reformar a justiça implica sempre afastar as pessoas dos tribunais. Atente-se que os sucessivos governos não têm tido a preocupação de pôr a máquina a funcionar melhor, apenas estão interessados em que ela pura e simplesmente não tenha de funcionar.
Começou com as sucessivas descriminalizações dos cheques sem cobertura, no processo executivo, com a introdução dos agentes de execução, continuou com a nova lei do arrendamento e, agora, as alterações ao contencioso laboral. É a fórmula mágica, miraculosamente descoberta ainda no tempo de António Costa.
Aguardemos, porque mais virão, em sentido contrário ao das garantias...
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Pedro C. Azevedo
às
10:55
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Marcadores justiça

You knew my ideas when they were in my head
They were my secret evening plans
Wine then bed then more then again, wine then bad then more then again
Run run run, to make your heart shake,
Kiss kiss kiss will make this earth quake
I'm gonna get what I'm willin to take
This gotta worth the miles you made
Come back I'll warm you up,
Make me breakfast, I'll make it up
You're so talented I'm in love
Let's make love and listen death from above
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Horácio L. Azevedo
às
17:44
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Marcadores música
Sou a favor da despenalização da IVG até às 10 semanas, mas discordo frontalmente que seja o SNS a financiar esta situação, com a excepção das situações já previstas na actual lei.
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Horácio L. Azevedo
às
17:35
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Marcadores aborto
Apesar da duplicidade de sentimentos que, por vezes, o Natal provoca, adoro esta época do ano.
A cor, as decorações e o ar ocupado das pessoas dão às ruas um frenesim e uma vida que não mais se atinge no resto do ano.
Com tudo isto, até a habitualmente difícil segunda-feira se distancia um pouco mais do Domingo.
No entanto, e como nada pode ser perfeito, os responsáveis pelas decorações do centro histórico da cidade de Braga, mais uma vez, encarregaram apenas quatro ou cinco músicas de fazerem a animação sonora durante toda esta quadra.
Conclusão: a quem se limita a andar às compras, o vaivém entre lojas fornece a distração necessária, mas quem, diariamente, trabalha nas imediações dificilmente voltará a ouvi-las com o mesmo sorriso.
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Pedro C. Azevedo
às
10:28
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Ver hoje, na SIC-N, José Veiga sorridente, com a sua habitual boçalidade, a comentar o caso Carolina. É a vantagem de não ter vergonha na cara.
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Horácio L. Azevedo
às
18:46
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Marcadores apito dourado, futebol
Se tratamos os filhos por você quem devemos tratar por tu?
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Horácio L. Azevedo
às
16:07
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Quem terá (ou teria) mais credibilidade, Carolina Salgado ou Rui Mateus? Em Portugal, há livros e livros...
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Horácio L. Azevedo
às
16:58
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Hoje, observando as capas de dois jornais desportivos. N'A Bola, temos a capa ridícula com Maria José Morgado como a Dama de Ferro no futebol, já na segunda-feira, esse grande senhor do jornalismo imparcial e isento, João Bonzinho, tinha salientado a comparação de Carolina Salgado com Joana d'Arc. N'O Jogo, sempre comprometido, o Apito Dourado há muito que foi eliminado da actualidade desportiva, aparecendo ocasionalmente nos editoriais vergonhosos do desportivo da Olivedesportos.
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Horácio L. Azevedo
às
15:39
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Marcadores apito dourado, futebol, media
A expressão do futebol na corrupção portuguesa, em "Ai, Carolina!", por Vasco Pulido Valente, no Público.
No entanto, penso que a análise de VPV acaba por ser um pouco redutora, uma vez que o futebol serve de desculpa fácil, e até de camuflagem, para a corrupção noutros sectores da sociedade portuguesa, nomeadamente, nas íntimas ligações entre a construção civil e as autarquias.
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Pedro C. Azevedo
às
14:27
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Maria José Morgado recebeu o seu presente de Natal antecipado. Há anos que Morgado se tinha tornado num ícone do combate à corrupção no nosso país, e o processo do Apito Dourado assenta-lhe como uma luva.
Espero que esteja à altura do enorme desafio.
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Pedro C. Azevedo
às
10:14
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Marcadores apito dourado, futebol, justiça
A lista das nomeações para os Globos de Ouro pode ser consultada aqui.
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Horácio L. Azevedo
às
00:29
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Marcadores cinema
Delírio, por Tiago Barbosa Ribeiro, no Kontratempos, excerto de um texto publicado no Avante.
Poder, corrupção e futebol, no ÍnDex.
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Horácio L. Azevedo
às
21:26
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Palavras de Ricardo Rocha, à TSF, concordando com a chamada de Pepe à selecção nacional, sobre o modo como o jogador do FC Porto seria recebido no balneário:
"No futebol, os portugueses são conhecidos por receberem bem os estrangeiros."
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Pedro C. Azevedo
às
10:13
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Marcadores futebol
Ainda mal refeitos da recepção a Augusto Pinochet, parece que lá, no inferno, anda tudo muito preocupado a tentar arranjar um lugarzinho para Fidel Castro ainda antes do Natal...
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Pedro C. Azevedo
às
11:27
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No meu post, "Juízes fora do futebol", nunca pretendi defender a continuação dos magistrados nos órgãos jurisdicionais do futebol. Bem pelo contrário, penso que, em nome da sua independência, não deveriam poder assumir mais nenhuma função que não a de magistrados.
O que acho muito estranho é que o Conselho Superior da Magistratura tenha mudado de opinião, sem que alguma vez tivesse actuado, quando confrontado (que saibamos) com alguma situação menos clara.
E, portanto, das duas uma: ou nunca houve qualquer problema e, portanto, não se justificaria a sua mudança de posição, ou não actuou quando deveria ter actuado.
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Pedro C. Azevedo
às
11:19
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No último fim-de-semana, a comunicação social anunciou que o Ministério da Educação se preparava para deixar de pagar incentivos aos professores que orientassem os estágios dos seus futuros colegas.
Na globalidade, e já aqui o escrevi, tenho concordado com a política da ministra da Educação. A actuação de Maria de Lurdes Rodrigues tem-se pautado pela intenção de premiar o mérito e o esforço e de acabar com a acomodação e facilistismo que, ao longo dos anos, se foi instalando no ensino público português.
No entanto, esta medida contraria totalmente esses princípios. Parece-me óbvio que um professor que orienta o estágio de outros deve ser pago por isso, uma vez que se vê obrigado a despender mais tempo e empenho do que os seus colegas que se limitam às suas funções originais.
Argumentar-se que é a lei que o obriga, ao proibir o pagamento de qualquer salário aos estagiários, é totalmente absurdo, uma vez que os papéis são completamente distintos. Enquanto os orientadores estão a prestar um serviço ao Estado, ajudando na formação de novos professores, os estagiários encontram-se no seu processo de formação, valorizando-se e adquirindo competências para entrar no mercado de trabalho.
À primeira vista, esta decisão parece uma mero corte cego, apenas motivada por razões orçamentais.
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Pedro C. Azevedo
às
10:31
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Marcadores educação
"O Estado tem, assim, de seguir o exemplo do poder local e deixar de ser gastador, por forma a poder equilibrar as contas públicas", Fernando Ruas, na sessão de abertura do Congresso do Poder Local.
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Horácio L. Azevedo
às
19:43
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Marcadores política
Este blogue fez dois anos no passado dia 3 de Dezembro.
Para não variar, nem nós reparamos nisso. No entanto, penso que é um marco que deve ser assinalado.
Dificilmente, quando se iniciou esta experiência, alguém pensou que este projecto iria durar tanto. É certo que alternou momentos melhores com outros piores, teve altos e baixos, momentos mais motivadores e outros menos, mas isso é apenas a vida.
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Pedro C. Azevedo
às
16:40
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Marcadores blogues
O FC Porto demonstrou, ontem, frente ao Nacional da Madeira, verdadeira mentalidade de campeão. Num estádio, ou melhor, num campo muito difícil, quer para os jogadores quer para os telespectadores, o treinador e os jogadores portistas souberam ganhar o jogo.
P.S. - Provavelmente, se tivesse sido o Sporting ou o Benfica, hoje apenas se falaria dos dois penaltis que ficaram por marcar e do cartão vermelho por mostrar a Ávalos (um dos mais fiéis discípulos de Jaime Pacheco). Aí é que se vê a mentalidade.
P.S. 2 - E, assim, chegamos ao post 1000 deste blogue. Muito obrigado a todos os que contribuíram para lá chegarmos.
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Pedro C. Azevedo
às
11:35
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Ler, no Mar Salgado, "O Regresso dos Patrulheiros" e "Coutadas", por Filipe Nunes Vicente.
Relativamente ao último post, não há dúvida que os maiores adversários da vitória do Sim no referendo (que eu defendo) vão ser as má companhias. Se a campanha pelo Sim for dominada pelo BE, pelo PC e por todas aquelas associações (especializadas no folclore), mais aumentam as hipóteses do Não vencer.
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Horácio L. Azevedo
às
21:47
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A publicidade nas rádios portuguesas é um verdadeiro flagelo auditivo, a obsessão pelo humor torna os intervalos publicitários momentos obrigatórios para mudar de estação. Será que ninguém repara que aquela repetição ad nauseum é verdadeiramente insuportável, será que não se consegue fazer publicidade sem a pretensão de ser engraçado?
Aliás, agora devem ter chegado à conclusão que somos mesmo um país de engraçadinhos, não há estação de rádio que não tenha o seu programa de humor (quase sempre de uma mediocridade confrangedora).
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Horácio L. Azevedo
às
18:37
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Marcadores media
O Conselho Superior da Magistratura (CSM) proibiu os juízes de participarem nos órgãos disciplinadores do futebol, numa medida que foi apresentada como exemplar no sentido de moralizar o sector da justiça.
Quem acompanha tudo que se passa no futebol não pode deixar de, num primeiro momento, apoiar a decisão. No entanto, essa resolução apresentada só por si, sem nenhum tipo de actuação prévia, deixa no ar algumas questões.
A verdade é que a proibição do CSM surge sem que nunca nenhum juiz tivesse sido especialmente punido ou censurado por parte daquele organismo por alguma questão relacionada com a sua actuação na vida do nosso futebol.
Objectivamente, o CSM não tem qualquer razão concreta para implementar essa proibição. Aos seus olhos, os juizes eram pessoas de bem que poderiam levar a sua isenção e imparcialidade para os órgãos jurisdicionais do futebol e continuam a sê-lo, sem que a actuação disciplinar do CSM nos possa induzir a pensar o contrário. Se existe algo de mal no futebol, nada melhor que haver juízes por perto para denunciar e acabar com as situações.
Deste modo, levando em conta a tradicional mentalidade portuguesa de enterrar a cabeça na areia e toda a visibilidade que o futebol gera, somos levados a crer que a dita proibição apenas serve, em última análise, para afastar da praça pública uma série de incómodas e sonoras trapalhadas às quais apenas devem ter acesso aqueles que, diariamente, frequentam os tribunais e têm de trabalhar e reagir a alguns doutos acórdãos e sentenças.
Por
Pedro C. Azevedo
às
15:34
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O Estado vai finalmente proceder a uma reforma na gestão dos seus recursos, adoptando um modelo semelhante ao que as grandes organizações privadas construíram no fim dos anos 90: a criação de uma empresa de serviços partilhados, para gerir os funcionários excedentários, pagar salários, comprar bens e serviços e gerir a frota automóvel do Estado.
Está-me a parecer que o mesmo o socialismo começa a reconhecer vantagens no modelo liberal…
Será este um passo de preparação para a privatização de mais umas fatias do estado português?
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José Augusto Lucas
às
12:29
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Marcadores economia
Os super-poderes da Entidade Reguladora da Comunicação, em "A infâmia da censura", por José Manuel Fernandes, no Público.
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Pedro C. Azevedo
às
14:50
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Marcadores blogues
Palavras da jornalista da RTP, na reportagem do Telejornal, referindo-se a Ségolène Royal e a José Sócrates, "a dupla mais brilhante do congresso dos socialistas europeus (...)".
Querem informação mais objectiva e puramente factual?
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Pedro C. Azevedo
às
20:26
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Apesar de todas as tentativas para nos mostrarem que apenas o Benfica jogava ontem, o FC Porto cumpriu a obrigação e passou à próxima fase da Liga dos Campeões. Penso que, caso o sorteio ajude, pode chegar longe na competição.
Em Fevereiro, a uma equipa que já demonstra um elevado grau de confiança nas suas capacidades, juntar-se-ão Anderson e Pedro Emanuel.
Por
Pedro C. Azevedo
às
11:08
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Marcadores futebol
No último fim-de-semana, fui assistir à peça "As mulheres da minha vida", com António Fagundes, aproveitando para, finalmente, conhecer o novo Theatro Circo, em Braga.
Apesar de ter gostado da peça, o que mais me agradou foi, sem dúvida, a sala de espectáculos, mostrando que Braga quer deixar para trás a menoridade cultural para a qual a cidade foi atirada nos últimos anos, obrigando os seus habitantes, quando queriam assistir a algum espectáculo de maior renome, a deslocar-se ao Porto, ou mesmo Guimarães e até a V.N. de Famalicão.
Pese embora a sumptuosidade evidenciada em tempos de crise, a sala está muito bonita, alegre, juntando-se ao seu traço original os tons dourados, entre o vermelho e o branco. Além disso, apresenta-se bem equipada e com todo o conforto, proporcionando a quem dela se serve, espectadores e artistas, todos as condições para de lá saírem satisfeitos. A acústica é excelente, tal como a insonorização, que resistiu até aos protestos daqueles que pensam que o simples facto de ter comprado o bilhete lhes dá o direito de chegar a meio do espectáculo.
Deste modo, e olhando para tudo o que nos rodeia, compreende-se melhor as palavras desse verdadeiro zelador da coisa pública que é Mesquita Machado, na reabertura do espaço: "não houve derrapagem financeira, apenas alterações ao projecto".
Por
Pedro C. Azevedo
às
10:27
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Marcadores cultura

Eduardo Prado Coelho, contrapondo o que Armando Silva Carvalho terá escrito sobre ele n'O Livro do Meio, escreve hoje no Público: "(...) nada tenho de bonacheirão. Sou bastante frio e por dentro por vezes bastante cruel no olhar que tenho sobre os outros.(...)".
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Horácio L. Azevedo
às
18:40
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Marcadores cultura
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Horácio L. Azevedo
às
13:37
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Marcadores cinema
Em Portugal, há uma realidade informativa que aniquila os pequenos clubes, aumentado o fosso destes para os chamados “três grandes”, Porto, Benfica e Sporting.
Cada vez mais, a comunicação social só dá importância aos grandes clubes, passando para segundo, ou terceiro plano, os demais. É compreensível que são os grandes clubes (que em Portugal são só três!) que vendem jornais, que dão audiência às televisões, mas isto é um ciclo vicioso. As novas gerações estão continuamente a ser “empurradas” para serem adeptas do Porto, Sporting ou Benfica e não dos clubes das suas terras! Estas situações são notórias nos novos estádios que só têm assistências representativas nos jogos em que intervêm os “três grandes”. Isto acontece porque, cada vez mais, os novos adeptos continuam a torcer apenas pelo Benfica, Sporting ou Porto, e não pelos clubes das terras onde vivem!
Para corroborar esta análise e demonstrar esta realidade do País, há uns dias atrás o meu pai foi contactado pela Sport TV para um inquérito que visava essencialmente a subscrição deste serviço.
Após algumas perguntas de âmbito qualitativo do serviço de cabo, tais como, "está contente com a qualidade dos canais da Netcabo?", surge a pergunta: - de que clube é? O meu pai respondeu prontamente: - do S.C. de Braga! Qual não é o espanto do meu pai, e meu, quando a menina que está do outro lado da linha responde: - mas por qual dos “três grandes” é que torce? Após várias insistências por parte da referida menina em saber se o meu pai torcia por “algum” clube, e sempre com a resposta de que era adepto do S.C. de Braga, eis que o inquérito termina sem que a questionadora tenha considerado respondida a questão, "de que clube é?".
Será que não podemos ser de outro clube que não do Sporting, Porto ou Benfica?
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João Cruz Vilaça
às
12:44
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Relativamente às eventuais medidas de flexibilização dos despedimentos, disse hoje a deputada do BE, Mariana Aiveca: "Portugal é um dos países com menores salários e protecção social da UE e mesmo do mundo" (cito de cor).
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Horácio L. Azevedo
às
21:28
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Há cerca de 100 anos, Einstein formulou uma charada que, segundo ele, apenas seria resolúvel por cerca de 2% das pessoas.
No entanto, todos os testemunhos de que tomei conhecimento responderam que tinham concluído com sucesso... Concluo, desta forma, que ou as populações evoluíram na sua capacidade lógica e de modelização espacial ou no seu receio de exclusão social se assumissem que não tinham sido capazes!
Ver charada aqui.
(se quiserem fazer um levantamento dos testemunhos de sucesso ou insucesso, poderão começar já pelo meu: consegui, com papel e caneta! Misturada no meio da - quase - totalidade de respostas que certamente obterão semelhantes à minha, esta seguramente será também alvo de cepticismo!)
Por
José Augusto Lucas
às
15:13
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As inqualificáveis declarações de Hermínio Loureiro, em "Preocupações", por Francisco José Viegas, no Origem das Espécies.
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Pedro C. Azevedo
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11:45
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Marcadores blogues
Pelos vistos, o governo encontra-se a estudar um modelo de legislação laboral, que já é aplicado na Holanda e na Dinamarca, em que se prevê uma maior flexibilização do despedimento em troca de maiores regalias sociais.
Em primeiro lugar, olhando para esta medida deve sempre levar-se em consideração que estamos a falar de mercados de trabalho e economias muito distintas.
Posto isto, não há dúvida que a previsão de maiores regalias sociais é um isco para não afastar a priori os nossos dinâmicos sindicatos da discussão, levando-os a pensar que, como eles, ainda se acredita que vivemos naquele mundo em que o Estado podia distribuir dinheiro a rodos, sem precisar de olhar para a factura.
No entanto, olhando para a realidade e para o que se tem passado nos últimos meses, não me parece que o governo possua margem de manobra suficiente para, em consciência, poder reforçar o apoio aos trabalhadores e desempregados.
A única via para o fazer seria através do aumento dos impostos que iriam estrangular ainda mais a bolsa dos portugueses e as empresas que, com esta medida, se pretende, aparentemente, ajudar e tornar mais competitivas.
Por muito que seja politicamente incorrecto, a verdade é que, em Portugal, a flexibilizaçao do despedimento tem de ser feita por si só, sem qualquer tipo de concessão.
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Pedro C. Azevedo
às
10:59
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Marcadores economia
Em despacho emitido durante o passado mês de Agosto, o Governo conseguiu dispensar a Cimpor de Souselas do procedimento de avaliação de impacte ambiental que a lei obriga, limitando a cimenteira ao cumprimento de medidas de minimização.
No entanto, soube-se hoje que a providência cautelar interposta pela Câmara Municipal de Coimbra (em Setembro) teve os efeitos desejados: o Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra decidiu-se pela a suspensão do referido despacho!
Parece haver aqui alguma descoordenação nos nossos órgãos de soberania...
Por
José Augusto Lucas
às
17:57
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Marcadores política
Independentemente de serem espontâneas ou não, só quem nunca frequentou o liceu ou nasceu com uma idade mental de 50 anos é que poderá dar alguma importância às manifestações dos estudantes do ensino secundário.
O que sempre motivou este tipo de iniciativas foi o prazer imediato de poder faltar às aulas, sem enfrentar a responsabilidade e o incómodo de o fazer sozinho, desta vez com o incentivo adicional de saber que aquele programa que, teimosa e diariamente, interrompe os Morangos com Açucar encerra a secreta esperança de se ver na televisão.
No mais, tudo não passa de uma série de gritos mais ou menos ensaiados, em que as aulas de substituição tomam o lugar das já gastas aulas de 90 minutos, das provas nacionais e daquele que já é um clássico, "queremos educação sexual".
Por
Pedro C. Azevedo
às
10:33
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Marcadores educação
O radar a apitar por todos os lados, no último "Detector de Spin", por Paulo Gorjão, no Bloguítica.
Por
Pedro C. Azevedo
às
12:16
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Marcadores blogues
Aproveitando a recente iniciativa governamental de colocar novas normas na transmissão e na programação dos canais televisivos, podia ser criada uma lei que impedisse a participação das pessoas sem barba no programa Quadratura do Círculo, na SIC-N.
Por
Pedro C. Azevedo
às
12:01
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Marcadores media
Sobre a entrevista do Presidente da República, apenas queria dar conta de alguns apontamentos.
Ao contrário do que muitos escreveram, penso que Cavaco Silva decidiu conceder esta entrevista com um claro objectivo: mostrar que, desde o dia em que os portugueses lhe confiaram o cargo, traçou um rumo e um caminho que, na sua opinião, será aquele que melhor defenderá os interesses do país.
Traçado e definido esse rumo, o presidente demonstrou e tem demonstrado que está na disposição de apoiar Sócrates e o seu governo, desde que estes conduzam a sua actuação pelos caminhos por ele traçados, não por uma questão de obrigação, entenda-se, mas por uma questão de sintonia.
Enquanto isto acontecer, o presidente caminhará dando a mão ao governo, caso contrário, a distância que os separará impossibilitará grandes entendimentos, dando lugar a cooperaçao estratégica a uma nova fase.
Este entendimento dos poderes presidenciais enquadra-se no perfil de Cavaco Silva, apesar de poder desiludir alguns dos seus apoiantes e vorazes comentadores políticos. É menos excitante e apaixonante do que o seu comportamento enquanto primeiro-ministro, mas isso deve-se mais à natureza dos cargos e dos poderes neles previstos, do que a alguma mudança no carácter ou na personalidade de Cavaco.
Quer isto dizer que o Presidente da República quis afirmar, mais uma vez, para não contarem com ele para a intriga política ou conspiração estratégica, já que apenas pretende cumprir o seu papel, desempenhando o seu cargo, não estando nos seus horizontes substituir ninguém.
No entanto, ao assumir claramente esta posição, Cavaco deverá ter o cuidado de não afiançar a politica governativa, já que corre sérios riscos de perder a margem de manobra necessária quando e se necessitar de chamar o executivo à pedra.
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Pedro C. Azevedo
às
11:27
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Marcadores política
O que dirá, agora, a imprensa desportiva portuguesa, sempre pronta a caucionar qualquer um que afronte Pinto da Costa?
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Horácio L. Azevedo
às
18:53
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Marcadores futebol

Mesmo para quem era um fã incondicional de Sampras, é impossível não se render ao jogo sublime de Roger Federer.
O Masters de Xangai foi apenas mais uma ocasião para todos poderem aprender.
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Pedro C. Azevedo
às
16:29
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Marcadores ténis

Unicer inova, o consumidor agradece!
http://www.superbock.pt/xpress/
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João Cruz Vilaça
às
12:43
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Será que todos aqueles que contactaram com Pedro Santana Lopes, via telemóvel, sabiam que se estavam a alistar no serviço militar?
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Pedro C. Azevedo
às
10:03
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De acordo com o jornal Público, o fisco penhorou quase 7000 automóveis de contribuintes com dívidas fiscais. De entre estes, destacam-se 531 Mercedes, 309 Volvo, 165 BMW, 84 Audi, nove Porsche e sete Jaguar.
O valor dos veículos alvo desta penhora indicia que estamos perante proprietários com uma certa influência na nossa sociedade, pelo que a verificar-se o previsto desenrolar deste processo (pagamento das dívidas ou imobilização e venda em hasta pública) terei que tirar o chapéu a mais uma atitude corajosa deste governo.
Aguardaremos...
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José Augusto Lucas
às
14:36
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Como leitura humorística recomendo o Jornal da Família que descobri via Mar Salgado.
Fica aqui um excerto: "Qual o pai, por mais devasso que fosse, levava a filha ao bordel? Apresentaria a proxenetas? Ou a familiarizava com rameiras? Todavia colocam, nos quartos dos filhos, computadores, sem filtro, que são janelas e portas, às redes mafiosas."
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Horácio L. Azevedo
às
18:15
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Já tinha referido as práticas pouco defensivas do consumidor da DECO neste post. Ler "Em casa de ferreiro..." no Blasfémias.
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Horácio L. Azevedo
às
18:07
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O intelectual-mor da nação, Eduardo Prado Coelho, escreve no Público de hoje, referindo-se a Rui Rio, Azevedo Soares e Miguel Relvas :"Nunca os vi num concerto, numa exposição, num espectáculo de dança ou teatro. Incultos mas rancorosos." Depois de ter lançado uma nova definição de anonimato na blogosfera (entenda-se não ser conhecido por EPC), ficamos a saber que a participação numa actividade cultural sem o conhecimento do omnisciente EPC nada conta. Fica o registo, avisem o EPC primeiro...
Por
Horácio L. Azevedo
às
17:59
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Pedro Santana Lopes, no seu livro acerca da sua curta experiência como primeiro-ministro, fala de uma convergência de interesses que forçaram a sua saída.
Concordo. E um acima de todos: o interesse nacional.
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Pedro C. Azevedo
às
14:37
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A luta de Rui Rio e o corte (precipitado, digo eu) de todos os subsídios à cultura, em "Rio e a cultura", por Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado.
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Pedro C. Azevedo
às
16:13
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Daniel Fernandes, convocado para a selecção portuguesa para defrontar o Cazaquistão, a propósito dos exemplos a seguir:
"Quando era pequeno o meu ídolo era o Vítor Baía."
Ou demonstra a Scolari que já cresceu, e muito, ou então não deverá voltar tão cedo.
Por
Pedro C. Azevedo
às
11:43
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Estou muito preocupado com os investimentos que estão programados para o novo Aeroporto da Ota e para o famigerado "TGV". Represento uma classe de jovens no início da sua vida profissional, em que os investimentos feitos hoje serão, com certeza, reflectidos amanhã. Não podemos permitir que aniquilem o nosso futuro com investimentos megalómanos que nos irão levar para dívidas que não sabemos quando iremos pagar, e hipotecar de uma vez o futuro do País. Parece-me que investimentos desta ordem de grandeza teriam que ser referendados (não é que eu seja muito apologista de referendos), no entanto, os nossos políticos preocupam-se, porque não dizê-lo, com questões de menor importância face à nossa realidade, como a legalização do aborto e outros. Aquilo que é mais premente e que representa o futuro do país não será objecto de um referendo, preferindo-se que o chamado lobby do betão dê sinais do seu forte poder instalado.
Analisando com coerência, objectividade e, principalmente estratégia governativa, vêmos que não faz sentido nenhum ter uma viagem de TGV Porto/Lisboa para poupar no máximo 45 minutos! Será que vale a pena ter um investimento de milhões, num País pobre com graves assimetrias sociais e estruturais, para ter um KPI (key performance indicator) minuto/(milhões de euros)?. Podemos, isso sim, melhorar a linha do norte e aproveitar o Alfa-Pendular para essa viagem, sabendo que a velocidade máxima do Alfa-Pendular é de 250 km/h!?, e não é preciso ser-se especialista para se afirmar que, com esta velocidade máxima, o Alfa-Pendular iria satisfazer todas as necessidades que hoje se colocam. A única viagem que, no meu entender, seria essencial para o nosso desenvolvimento, perspectivando uma estratégia europeia, é o troço Lisboa/Madrid em TGV. Essa ligação permitir-nos-ia estar ligados à Europa, ter uma ligação rápida a Madrid, (que se afirma cada vez como a grande capital Ibérica), e não defraudar as expectativas da União Europeia em relação a estes investimentos comparticipados. Não podemos ser patriotas sectários, temos que assumir que Nuestros Hermanos estão muito à nossa frente no que a desenvolvimento estrutural e economico diz respeito.
O futuro novo Aeroporto da Ota representa aquilo que de mais absurdo está a acontecer. Não somos, como já tinha afirmado, um País rico, não temos petróleo, não temos ouro. A única riqueza que podemos explorar é o turismo e as divisas que daí advêm, por isto, a falta de visão deste governo é assustadora. Muitos dos turistas que nos visitam escolhem Lisboa pela proximidade do aeroporto do seu centro turístico. Se, como se tem afirmado, o Aeroporto de Lisboa não vai satisfazer as necessidades futuras do País ou da capital, estão, continuo a afirmar, temos que definir uma estratégia de "ataque". Temos uma fantástico Aeroporto, aqui, no Norte - Aeroporto do Porto. Este Aeroporto daria para todos os voos chamados low cost, com alguns voos estratégicos europeus e das ilhas, o Aeroporto de Faro, também para os voos de low cost e para viagens europeias. Os utilizadores destes voos, como são de baixo custo, não se importam de viajar mais alguns kilometros para ter bilhetes mais baratos, os targets deste tipos de voos são diferentes dos voos regulares. O Aeroporto de Lisboa não teria quaisquer voos low cost, dando preferência a voos europeus e voos para Africa e América do Sul. Em relação a todos os outros, aproveitando a ligação do TGV de Lisboa/Madrid, far-se-ia um acordo entre as duas entidades, para permitir coordenar voos com as ligações de TGV. Isto sim, é estratégia, para um País que não pode gastar a seu belo prazer e principalmente com vícios dos países ricos.
Embora todos nós gostássemos de ter mais facilidades estruturais e que o País fosse mais desenvolvido social e culturalmente, no entanto, temos que nos cingir àquilo que somos, e escolher conscientemente, aquilo que são as prioridades do País e os investimentos que são rentáveis para o desenvolvimento deste. As ajudas da União Europeia, no âmbito dos Quadros Comunitários de Apoio, não são suficientemente vantajosas para que estes projectos sejam concretizáveis.
Por tudo isto, alerto a nossa opinião pública para estes projectos megalómanos que nos vão levar à ruína e serão as gerações futuras a "pagar" estes erros clamorosos da nossa classe política.
Por
João Cruz Vilaça
às
08:40
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Um problema técnico no Telejornal, da RTP, impediu que a reportagem sobre a presença e o discurso de Manuel Alegre no Congresso do PS chegasse até ao fim...
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Pedro C. Azevedo
às
20:10
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"O líder da oposição", por Constança Cunha e Sá, e "Vitória Inútil", por Vasco Pulido Valente, no Público (links indisponíveis).
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Pedro C. Azevedo
às
13:57
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Para quê renovar nesta altura o contrato do Jesualdo? Para pagar uma indemnização maior?
Por
Horácio L. Azevedo
às
13:46
4
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Jorge Costa aceitar o cargo de treinador-adjunto de Rogério Gonçalves...
Por
Pedro C. Azevedo
às
11:05
1 comentário(s)

Sem me atrever a antecipar a sumária classificação oficial do Horácio, o desempenho deste senhor de cima em "Departed", deve, finalmente, valer-lhe o Óscar...
Por
Pedro C. Azevedo
às
10:33
2
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Aflige-me a falta de responsabilidade demonstrada por uma sindicalista do INEM (Ana Avoila), ao referir que "Consideramos ilegal que o presidente do INEM tenha enviado um comunicado aos trabalhadores a coagir os trabalhadores a não aderirem a greve alegando serviços mínimos que não se aplicam neste caso".
Não se aplicam neste caso?
Imagino-me numa (espero que muito remota) situação de algum familiar ou amigo necessitar dos serviços do INEM (essenciais numa sociedade moderna) . Acrescento a este cenário uma conjuntura de greve, que me levaria ao desespero de não ter interlocutor na chamada telefónica ou de, num diálogo com um membro mais responsável que assegurasse o funcionamento do atendimento telefónico ao utente do INEM, receber a desoladora notícia de que os serviços não estão assegurados por greve dos funcionários.
Certo estou de que essa senhora iria formar uma nova opinião relativamente à existência desses serviços mínimos, dessa vez na pele de utente...
Por
José Augusto Lucas
às
09:43
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Hoje, de manhã, na Sic-N, um senhor de barbas, representante dos sindicatos da função pública, regozijava-se com os resultados da greve anunciada, destacando a coragem dos trabalhadores, que tinham resisitido às manobras de intimidação e ameaça que tinham sofrido nos respectivos serviços.
Será que acreditava mesmo no que dizia ou simplesmente não reparou que acordou no séc. XXI?
Por
Pedro C. Azevedo
às
11:55
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George W. Bush teve, ontem, um (merecido) desaire, nas eleições para a Câmara dos Representantes.
No entanto, a muitos daqueles que, hoje, se congratulam com o resultado eleitoral, deve-se recordar isso mesmo. Trataram-se de eleições, facto que muitas vezes costumam esquecer quando, inacreditavelmente, comparam os regimes e os líderes dos E.U.A. aos de outros países.
Além do mais, e para todos aqueles que olham, agora, com redobrado optimismo para o futuro dos Estados Unidos e do mundo, convém lembrar o que os mesmos disseram daquele país e dos seus líderes, antes da entrada em cena de Bush filho. Vão, certamente, encontrar muitas semelhanças com o que têm dito nos últimos tempos, com excepção dos insultos pessoais ao presidente.
Por
Pedro C. Azevedo
às
14:38
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Na era das energias renováveis, as quais eu naturalmente defendo, fui encontrando argumentos que sustentam alguma reserva à implantação massiva deste tipo de soluções em pura substituição das chamadas "energias poluentes". Centrar-me-ei em duas observações relativas aos parques eólicos, cuja beleza e imponência de cada unidade começa a esbater-se nos montes-paliteiro que podemos já hoje encontrar nas zonas litorais.
(verídico) Uma entidade responsável pela construção de um desses parques eólicos referia que a região que iria ser alimentada com essa energia se tornaria autosuficiente. Quando questionada sobre a possibilidade de inexistência de vento durante 2 ou 3 dias, fenómeno que não é incomum ou improvável, essa entidade respondeu: bem... nesse caso teremos que recorrer a outra fonte!
Autosuficiente? Ora bolas...
Outra situação foi-me referida pelo meu pai, a quem admiro a visão estratégica e a quem já reconheci a correcção de muitas previsões. Num misto de parecer técnico e opinião lógica, relembra que o vento é uma massa de ar em movimento que, apesar de não se esgotar, sofre alterações com a existência de barreiras no seu caminho. O aerogerador é uma barreira que teremos que levar em conta, pois estamos a falar de um mecanismo com 70 metros de diâmetro de rotor (alguns até mais) que absorve muitíssima energia dessa massa de ar! Tal significa que estaremos a influenciar significativamente os ventos das regiões suas receptoras. Como primeiros impactos, variações nos ambientes climatéricos: não só do vale que se encontra por perto dos aerogeradores, mas de grandes regiões que se situem por detrás de complexos paliteiro-montanhosos.
Relembro que defendo as energias renováveis, mas a cautela, moderação e acompanhamento de impactos deverão sobrepor-se ao cenário florido que é, por muitos, pintado.
Por
José Augusto Lucas
às
09:49
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Atente-se, numa página web de ofertas de emprego para o sector público, na oportunidade para um cargo de administrador hospitalar (OE200611/0019) com o requisito profissional "Curso de Administração Hospitalar ministrado pela Escola Nacional de Saúde Publica da Universidade Nova Lisboa".
Creio que só falta colocar o número de estudante... ou mesmo o nome!
Por
José Augusto Lucas
às
16:00
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Em Janeiro deste ano, escrevi este post, a propósito do adiamento de um julgamento pelo facto do juiz estar ocupado noutra diligência anteriormente agendada.
Entretanto, esse mesmo julgamento voltou a ser adiado em meados deste ano, já que, apesar do juiz estar presente e pronto a fazer a diligência, o processo tinha sido enviado para o tribunal sede do círculo judicial e ainda não tinha sido devolvido.
Hoje, voltei a fazer-me ao caminho, enfrentando o piso molhado, as curvas e o nevoeiro. Após uma hora de espera, a comunicação: desta vez o processo estava lá, mas o senhor juiz estava numa outra audiência, também anteriormente agendada, noutra comarca, pelo que não poderia estar presente.
Enfim, pode ser que algum dia se encontrem...
Por
Pedro C. Azevedo
às
15:33
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Não pude ver a entrevista que Marques Mendes concedeu à SIC-N, no Domingo. Sobre esta mesma entrevista, ler "O Chefe da Oposição", no Da Literatura.
Por
Horácio L. Azevedo
às
12:15
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Por princípio, sou contra a pena de morte. Nenhum ser humano, quaisquer que sejam os poderes em que está investido, tem autoridade suficiente para poder decidir onde e quando é que a vida de outro ser humano acaba.
O Iraque decidiu aplicar a pena capital, por enforcamento, ao seu ex-líder. Independentemente de todos os condicionalismos que rodearam o julgamento e do risco que se poderá correr ao criar-se mais um mártir naquela região, penso que dificilmente o mundo sentirá saudades do sanguinário Saddam Hussein.
Por
Pedro C. Azevedo
às
11:45
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Ler "O realismo socialista" por Helena Matos no Público de hoje (link só para assinantes).
Por
Horácio L. Azevedo
às
13:44
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Notificação recebida de um tribunal deste país:
Designa-se a audiência de discussão e julgamento para o dia 3 de Abril de... 2008.
Por
Pedro C. Azevedo
às
18:48
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O cada vez mais difícil dia a dia português, em "O Inverno do nosso descontentamento", por José Pacheco Pereira, no Abrupto (artigo no Público, de ontem).
Por
Pedro C. Azevedo
às
15:17
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Sendo um simpatizante da ciência meteorológica, e com uma actividade profissional que me obriga a deslocações (e, portanto, a frequentes períodos longe da possibilidade de rápida adaptação a alterações climatéricas), acompanho com duplo interesse as previsões de diversas fontes deste tipo de informação.
Embora ainda não tenha tido a iniciativa de formalizar uma base de dados de desvios previsão/real por cada fonte de informação, consigo retirar (de memória, pela evidente tendência que uma das fontes apresenta face às outras) uma clara conclusão: o nosso Instituto de Meteorologia (organismo pertencente ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) apresenta os mais gritantes erros de previsão. Sem hesitar, vou ainda mais longe ao assumir que o dado de previsão a 3 dias do weatheronline (o site que mais utilizo, por considerá-lo mais sólido e user friendly) é mais fidedigno do que o dado de véspera do Instituto de Meteorologia.
Embora com competências que ultrapassam a previsão climatérica, verificamos que grande parte do organigrama deste organismo público está orientado para prestar à sociedade um serviço neste domínio. Confesso que não conheço o investimento associado à manutenção do referido Instituto, mas um dia recolherei essa informação.
Para segundas núpcias deixarei também um comentário ao valor (de mercado) que os terrenos por eles utilizados representam nas principais cidades (não directamente para construção, mas pelo menos para utilização pública).
Por
José Augusto Lucas
às
15:33
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O Público noticia hoje que uma equipa de médicos da Universidade de Harvard terá descoberto a origem do síndrome de morte súbita que afecta alguns bebés no primeiro ano de vida. Segundo os cientistas, o problema reside em anomalias nos neurónios do tronco cerebral. O estudo será publicado esta semana no Journal of the American Medical Association.
Por
Horácio L. Azevedo
às
18:32
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